Coletânea de vídeos elucidativos

11 01 2010

Recebi do colorado João Lobo (seu mais aparente defeito é o de ser colorado) uma primorosa coletânea de links sobre o governo Lula e as pilantragens dos seus (e nossos) adversários. Trata-se de roteiro completo e que por isso mesmo merece a atenção daqueles que acompanham o blog. Saudações – Alfredo Bessow

ZÉ SERRA PRESIDENTE

Farra dos pedágios em São Paulo
ZÉ SERRA PRESIDENTE





Um sucesso de envergonhar…

11 01 2010

Enquanto o filme Avatar fatura milhões e mais milhões de dólares, tornando-se a segundo maior bilheteria do cinema, aqui no Brasil continuamos assistindo ao mais deslavado cinismo praticado não por um homem público, mas pelo chefe de um grupo mafioso que corrompeu o Executivo, o Legislativo, parte do Judiciário e a totalidade da imprensa do DF.





Os arquivos da ditadura. Na Argentina

11 01 2010

A exemplo do que fez contra o monopólio na comunicação e também no episódio da empáfia do Banco Central, outra vez a presidente da Argentina, Cristina Kirchner, dá um show em Lula.

Governo argentino determina abertura dos arquivos da ditadura

Da Agência Brasil

A presidente da Argentina, Cristina Kirchner, ordenou a abertura dos arquivos da ditadura militar no país com a retirada da classificação de “segurança” de toda a documentação e informação relacionada às Forças Armadas no período entre 1976 e 1983. As informações são da agência Telam.

O decreto, publicado hoje (6) no Boletim Oficial, determina a abertura das informações e dos documentos ligados à atuação das Forças Armadas, com exceção das que tratam do conflito do Atlântico Sul (Guerra das Malvinas), de “qualquer outro conflito de interesse interestatal” e informações de estratégia militar.

A medida está relacionada com a abertura de processos por violações de direitos humanos durante o período militar, que, segundo o decreto, vão demandar uma grande quantidade de informação e documentação relacionada à atuação das Forças Armadas. A ditadura argentina deixou mais de 30 mil desaparecidos políticos.

Com o decreto, o governo argentino pretende evitar as diferenças de interpretação na análise de pedidos judiciais de acesso aos arquivos da ditadura. De acordo com o texto, a manutenção do critério de “informação de segurança” para os documentos relacionados às Forças Armadas “contraria a política de Memória, Verdade e Justiça que o Estado argentino vem adotando desde 2003”.

Além da presidente Kirchner, o decreto foi assinado pelos ministros argentinos da Justiça e da Defesa.