Jornal Passe Livre faz ‘escola’

12 06 2010

Lançado em fevereiro de 1998, o Jornal Passe Livre sempre conviveu com o ódio de quem o queria controlar, sem jamais poder. Lembro inclusive de duas ex-deputadas distritais petistas que fizeram questão de não apenas não ajudar o Jornal, mas assumiram o compromisso de destruí-lo. Hoje, as duas não passam de cadáveres políticos e o Jornal tem, a partir da próxima semana, sua tiragem ampliada para 80 mil jornais por edição.

Mas nada vem de modo isolado. O que as pessoas ainda não perceberam é que o Jornal Passe Livre se alimenta da capacidade de sonhar que ainda existe em algumas pessoas.

Dia destes, conversando com o competente Sasaki, coordenador de comunicação do Sindicato dos Bancários de Brasília, ainda nos deleitamos em risadas ao ser informado por ele de que para o povo do Pstu, o Jornal Passe Livre é do PT – como se o PT tivesse interesse em trabalhar a comunicação desta forma. O PT prefere trabalhar a comunicação injetando dinheiro na Veja, Folha, Globo, RBS, Estadão & Cia. Na verdade, o Jornal PasseLivre existe porque memso no PT e em outros partidos existem pessoas que acreditam no poder e no valor dos sonhos, dos projetos e do trabalho.

Mas o Jornal Passe Livre possibilita outros deleites a quem sempre acreditou nele, a começar pelo saudoso ‘Neguinho’, ou o ‘Tuniquinho’, da Gráfica Sindical que o rodou sem jamais receber nada. Gosto sempre de lembrar e resgatar as pessoas que foram importantes no seu processo, na sua caminhada – ainda que alguns destes tenham se transformado, por oportunismo e interesses, em inimigos do povo e de Brasília.

Mas, agora, há novos motivos de satisfação.

Ao contrário do que sonha o meu amigo Cicinho, o Jornal Passe Livre não está ‘necrosado’. Ao contrário do que ele vocifera na sua adoração doentia pelo doente Roriz, o formato do Jornal Passe Livre e a ‘apresentação’ de suas notas é mais atual, dinâmica e moderna do que nunca. Tenho certeza, ao menos fui informado acerca disso, que a própria turma do Roriz está preparando um jornal com o mesmo formato. Como a gente sabe os métodos que eles usam, mandei o pessoal redobra a atenção para ver se, de repente, não sai alguma edição pirata do Jornal Passe Livre. Em 1998, chegaram a fazer isso. Depois, a turma do Welington Moraes, o Baiano, aquele mesmo que por conta das estrepulias no Governo Arruda passou muitos dias na Papuda, lançou outros jornais com o memso formato para tentar combater o Jornal Passe Livre – tenho inclusive guardados exemplares e as ameaças neles contidos contra mim.

Hoje, mais uma vez o Jornal Passe Livre serve de modelo de comunicação – quer para o pessoal do Demo, de sindicatos ou distritais. É o Jornal Passe Livre fazendo escola, para desespero de muitos especialistas em comunicação que, em lugar de fazer algo, ficam destilando sugestões em salas confortáveis e com cafezinho sendo servido.

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