Aflições tucanas

28 06 2010

Duas manchetes muito representativas, véspera de Brasil e Chile.
Quem já se separou ou terminou uma relação afetiva ou de interesses, sabe bem que os conjuges ou sócios (quando não cúmplices, que é o caso aqui no caso), naquele período que antecede o inevitável rompimento e o naufrágio da relação, costumam imputar ao outro as razões do fim.
É o que se pode entender da entrevista do presidente do PSDB, Sérgio Guerra, dizendo que a reação do Demo à sugestão do nome de Álvaro Dias pode comprometer a viabilidade eleitoral do Serra.
Uma verdadeira pérola…
Mais tormentos
Mas, a tucanaiada que já deve andar desesperada, agora por certo partirá para o chamado ‘cariri baiano’, um método de suicídio muito praticado pela turma que junta num barco só os ícones da ética nacional: Quércia, Maluf, Serra, Maia, Banestadohausen, Dias, Yeda, Roriz, Jefferson, Jarbas, Agripino, Mão Santa, o senador dos fantasmas e outros.
Vejamos esta matéria veiculada pela Folha Online:

Fitch antecipa que pode melhorar “nota” de risco do Brasil
DE SÃO PAULO

A agência de classificação de risco Fitch advertiu nesta segunda-feira que mudou a perspectiva de revisão do “rating” (nota de risco de crédito) soberano do Brasil, de “estável” para “positivo”.

Essa mudança significa que, em sua próxima revisão da “nota” brasileira, há maiores chances de que esse valor seja elevado (“upgrade”) contra as probabilidades de um rebaixamento (“downgrade”). O “rating” atual do Brasil é “BBB-“, já dentro da classificação “grau de investimento”, reservada para países ou empresas com menor risco de calote ou de suspensão dos pagamentos.

Na escala de “ratings” da Fitch, a próxima nota acima de “BBB-” é “BBB” e posteriormente, “BBB+”. O Brasil foi “promovido” de “grau especulativo” para “grau de investimento” em 29 de maio de 2008. Em geral, dois anos é o período em que as agências de “rating” fazem ajustes em suas classificação.

Hoje, o país está no mesmo grupo de países como a Bulgária, a Croácia ou a Índia, na escala de “ratings” da Fitch. Indo para “BBB”, o Brasil ganha a companhia de Lituânia, México e Rússia.

No comunicado publicado hoje, a agência afirma que essa revisão de perspectiva reflete a “resiliência” (resistência) melhor do que o previsto e o desempenho econômico do país frente à recessão global. A agência também elogia as políticas econômicas “relativamente prudentes”, com efeitos positivos sobre o nível de renda e de solvência das contas públicas.

E a proximidade do calendário eleitoral no Brasil não é considerado como um fator de risco para a agência. “A Fitch não espera uma mudança significativa na direção principal das políticas [econômicas] após as eleições presidenciais de outubro”, afirma a equipe de analistas.

Ou seja:
Vai ser um suicídio coletivo, tendo como técnica o chamado ‘cariri baiano’…

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