GDF não é negócio de família!

27 09 2010

Estratégia ou palhaçada?

A opção de Roriz de fugir não é nova no cenário político do DF, sendo a alternativa preferencial de todos que se criaram na escola rorizista de transformar a coisa pública em fonte de enriquecimento pessoal e familiar.

A constatação desta amarga e patética realidade fica patente quando usamos como referência o circo armado por Roriz aqui no DF – mostrando que para ele e os seus (ou seriam suas?), o GDF é apenas um negócio. Percebe-se que a família Roriz não tem emprego. É uma característica ‘genética’ perversa: todos eles têm como atividade e fonte de renda a política – e através dela buscam dinheiro, emprego e facilidades.

É um caso que poderia ser investigado: como pode alguém ir aumentando o patrimônio sem trabalhar? Mesmo amigos de Roriz costumam dizer que o patrimônio do velho morubixaba é superior a R$ 3,5 bilhões. Sim – isto mesmo.

Este exercício matemático levou em conta fazendas, lacticínios, imóveis e o imenso laranjal.  E como construiu tal patrimônio? E como consegue omitir tal patrimônio? Há muitos mecanismos, a começar pela fragilidade do sistema de fiscalização de terras no Brasil, de um cadastro nacional de propriedades rurais que é ‘controlado’ pelos prefeitos. Ou seja: algo sob medida para o funcionamento de uma imensa lavanderia.

Importa é que o eleitor se dê conta de que na estratégia de Roriz, a política é seu meio de ganhar dinheiro. Mesmo que seja com uma palhaçada como esta de se fazer de vítima. Ainda que no caso de sua vida real, vítima mesmo dele costumam ser os cofres públicos…