GDF – cheiro de armação na festa da Capital!

13 04 2011

A denúncia é grave.
Uma história escabrosa e que, confirmada, enlameia uma vez mais o aniversário de Brasília. É intolerável imaginar que isto esteja acontecendo. Com a palavra, o povo da Secretaria de Cultura.
No apagar das luzes, a Secretaria de Cultura está criando mecanismos para fraudar um processo pseudo-democrático. Há uma cláusula no Edital de Chamamento Público para o aniversário da cidade que afirma, categoricamente, que é necessário apresentar uma declaração de que nenhum integrante dos grupos classificados é integrante ou faz parte do GDF. Entretanto, após o processo estar quase finalizado, mudaram a regra permitindo tais incrições de funcionários!
Este fato – mudança de regras durante o jogo! – foi informado pelo coordenador do processo, sr. Dilnei, que sequer conhece as regras do processo que está coordenando ou, simplesmente, ignora. Qual o motivo de concordar com uma ignomínia deste tamanhop? Alguma vantagem pessoal? Estará advogando em favor de quem?
Isso é uma vergonha!
Seria prática verdadeira de um novo caminho mudar as regras durante o jogo para benefício próprio?
Ou essa também é herança maldita?
Entre os contemplados, há grupos com músicos e artistas funcionários do Metrô, Fundação Educacional, Secretaria de Comunicação e Sedest…
Com a palavra a Secretaria de Transparência do GDF, do Ministério Público.
Como diz parte da denúncia enviada ao blog: “Nós cidadãos, artistas estamos sendo enganados! Precisamos tornar isso público para tentar evitar essa mudança no grito e no tapetão! Exigimos transparência e o cumprimento do edital!”
Vamos, agora, esperar as explicações.





Professores da rede pública do DF aceitam proposta de reajuste

13 04 2011

Em assembleia realizada hoje, 13, os professores da rede pública de ensino do DF aprovaram a proposta apresentada pelo GDF de reajuste de 13,83% dividido em três parcelas e decretou estado de mobilização para acompanhar a discussão a respeito da reestruturação do plano de carreira e a continuidade das negociações dos outros pontos da pauta de reivindicações ainda não contemplados. Foi aprovada ainda a realização de assembleia geral no dia 11 de maio para avaliar o processo de negociação. Serão realizadas plenárias para discussão do Plano de Carreira a partir dos próximos dias.
Mais detalhes sobre a proposta você encontra acessando: http://www.sinprodf.org.br





FHC até parece um ‘trapalhão’ a serviço do PT

13 04 2011

Há certos momentos nos quais a gente lê, relê e volta ao ponto inicial na vã esperança de estar lendo errado, de não estar compreendendo algum sentindo oculto, alguma genialidade nas entrelinhas. Mas, vencidos pela realiadde, somos obrigados a aceitar o que pensamos irreal.
Cada intervenção de FHC é um desastre político, como foi o seu mandato presidencial – com a dilapidação do patrimônio público no mais famigerado e criminoso processo de transferência de um bem de todos para o benefício de poucos. Nem vou discutir os méritos da privatização, mas sim a imensa picaretagem e negociata no qual se transformou este evento onde andaram, par-e-passo, a pilantragem e a irresponsabiliadde – sob o manto da insanidade. É sabido que as empresas públicas de telefonia foram doadas com valores bem abaixo do mercado – sem a salvaguarda ou a preopcupação com o consumidor que hoje paga as mais elevadas tarifas para celular, fixo e internet do mundo (para um serviço imundo, vil e degradante); a Vale do Rio Doce foi ‘doada’ por algo como 10% do seu valor real, a transferência de rodovias com curso de pedágio garantindo um retorno absurdo da casa de 30% do valor investido.
Alguém lembra de 2006 quando FHC garantiu a vitória de Lula no 2º turno ao dizer que era sim preciso privatizar Banco do Brasil, Caixa e Petrobrás? Ou alguém já esqueceu da nunca desmentida reunião com investidores em Foz do Iguaçu em 2010 quando FHC disse que Serra seria apenas um fantoche em suas mãos e ele garantiria que o Pré-Sal estaria nas mãos das multinacionais – e com o fim do modelo de partilha aprovado pelo governo Lula?
A compulsão de FHC pela verborragia é algo a ser estudado por especialistas em distúrbios ou descompasso entre o ego exaltado e o anonimato e ostracismo ao qual a história o está relegando – e nem questiono aqui se este esquecimento é justo ou não.
Mas eis que ele ataca novamente. No momento em que a oposição se fragmenta e uma parcela tenta criar um partido para flertar com o Governo Dilma – o PSD é composto daqueles que sabem que sem máquinas públicas não têm como sobreviver. O seu último ataque pró-PT foi este seu artigo no qual ele diz categoricamente que o PSDB deve deixard e lado os pobres e os movimentos sociais e moldar seu discurso para tentar engambelar a nova classe média. Ele não está de todo errado em sua abordagem, afinal foi esta nova classe média quem garantiu a vitória de Piñera no Chile – derrotando um governo que havia propiciado sua (desta nova classe média) mobilidade social.
O probelma de FHC, ao menos na minha opinião, é o seu ego. Ele deve escrever tais artigos e lê-los olhando-se no espelho – como a escutar o seu próprio elogio ao brilho intelectual que ficou perdido naquelça sua antológica frase solicitando que todos esquececessem o que ele havia escrito e dito até então.
Como ideólogo tucano, diria que FHC é um dos melhores propagadores do PT.





Trajano Jardim e os 100 dias do Governo Agnelo

13 04 2011

CEM DIAS DO GOVERNO AGNELO

Trajano Jardim*

As forças democráticas e populares enfrentaram uma ferrenha luta para conseguir a emancipação política de Brasília. As correntes conservadoras, resquícios do governo autoritário-militar, usaram de todos os meios possíveis para impedir que a cidade pudesse escolher os seus governantes livremente.

Em 1986, um ano após a posse do primeiro presidente civil pós-ditadura militar, o Senado aprovou eleições diretas para deputado federal e senador. Durante a Constituinte, setores organizados se mobilizaram e foram ao deputado federal Ulysses Guimarães (PMDB-MG), presidente do Congresso Constituinte, reivindicar o direito de voto à população de Brasília.

A Constituição (1988), no seu Capítulo V, artigo 32, criou a representação política para a capital federal, com a eleição de um governador e de uma Câmara Legislativa; a criação de um Fundo Constitucional para o DF foi importante para a independência frente ao governo federal.
Até a primeira eleição direta enfrentamos os diversos governadores biônicos, indicados de acordo com a correlação de forças na comissão de senadores que dirigia administrativamente o Distrito Federal.

O último deles, Joaquim Roriz, conseguiu, por meio de conxavos políticos, concorrer e vencer a primeira eleição direta em 20/09/88, e transformou Brasília em um feudo familiar, interrompido por um mandato com a eleição do governo democrático e popular de Cristovam Buarque. Fora esses quatro anos, o domínio das forças rorizistas foi absoluto.

Em 2010, vislumbramos uma oportunidade de derrotar as forças dominantes. Por três motivos. Primeiro, porque o núcleo dirigente liderado por Roriz esfacelou-se e mergulhou no mais profundo mar de corrupção que afogou o governo de José Roberto Arruda. Segundo, os setores democráticos e de esquerda, principalmente o PT, entenderam que só seriam vitoriosos com ampla unidade de forças progressistas do DF. E terceiro, porque o nome do candidato escolhido, Agnelo Queiroz, tinha ampla passagem nos estamentos médios da sociedade formadores de opinião. Para ganhar a eleição foi necessária uma coalizão que envolveu até então antagônicos.

Do ponto de vista tático essa união de forças, levando em conta a conjuntura, era compreensível. Posições maniqueístas não contribuiriam para alcançar o objetivo estratégico de derrotar Roriz e seus asseclas. Separar o “joio do trigo” para buscar a vitória.

Passado o pleito, as articulações para formação do governo mostraram que “o buraco era mais embaixo”. A supremacia na aliança política dos profissionais da política prevaleceu. A luta pelo poder paralisou o governo Agnelo. Compromissos injustificáveis, com vistas a formação de uma maioria na Câmara Legislativa, quase sempre na base do “toma-lá-dá-cá”, mostrou-se frágil do ponto de vista político.

Passados cem dias de governo a fragilidade dessa maioria buscada comprovou-se. Os compromissos com gregos e troianos, pedros e pedrosos mostraram para Agnelo que era, literalmente, no senso comum uma roubada. E o governador reconheceu que não dá para colocar “raposas no galinheiro”.

Cem dias perdidos podem ser recuperados, desde que o comando das ações esteja em mãos certas. Os estudos e levantamentos feitos no governo de transição poderiam servir de subsídios para a elaboração de um plano emergencial para os primeiros meses de governo. Entretanto, as coisas trilham pelos mesmos caminhos “dantes navegados”. Nada de novo no front. Setores que sempre lidaram com os grandes orçamentos do DF continuam no comando.

Para os próximos cem dias esperamos que o espectro do governo do “camarada” Agnelo não continue a trilhar os “velhos caminhos” trilhados até agora e construa, de fato, um “Novo Caminho” para a política do Distrito Federal.
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*Jornalista Profissional





Sinproep-DF realiza eleições hoje

13 04 2011

O Sinproep-DF – Sindicato dos Professores das Escolas Particulares do DF realiza eleições hoje (13) e amanhã (14), para eleição da diretoria que terá a missão de conduizir a entidade durante a gestão 2011/2014. A votação acontece das 8h e 21 horas. As urnas percorrerão os locais de trabalho de acordo com o itinerário elaborado pela Comissão Eleitoral.
Apenas uma chapa está na disputa, tendo Rodrigo de Paula como candidato à presidência.