Não é adeus, apenas um ‘até breve’

17 04 2011

Saudações!
Estou migrando deste blog para um projeto mais amplo e que estará disponível a partir de 1º de maio no http://www.debrasilia.com.br – onde mais do que um blog, estaremos disponibilizando informações acerca de todos os nossos ‘veículos’ relacionados à comunicação.
O afastamento se dá por conta da necessidade de uma viagem ao Sul, coincidindo com os feriados.
Assim, o retorno no novo endereço será em maio – espero que já no dia 1º.
Valeu pelos milhares de acessos diários, afzendo com que este espaço aqui tivesse nas últimas semanas uma média de SETE mil acessos/dia.
Lembrando, pois, que a partir de maio o blogue estará no http://www.debrasilia.com.br

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Os jornais do DF e o estranho jeito de ser independente

14 04 2011

Quando comecei a escutar a chiadeira de algumas vozes e o burburinho feito eco de outros anunciando um tempo de coas e obscurantismo cercando a imprensa do DF, com fechamento de jornais e a demissão em massa de profissionais, confesso que fiquei preocupado.
Mas como sou de um tempo onde sempre considero mais prudente esperar a poeira baixar para ver melhor o cenário, eis que se desenha um novo quadro. É importante deixar de lado o choro das viúvas e dos que perderam o acesso facilitado ao modus operandis que era vigente nos últimos 12 anos e entender que o governo mudou.
Confesso que de cara levei um susto, pois li Liliane Roriz defendendo jornais e jornalistas, logo ela que não saiu em defesa da irmã quando esta foi exposta ao opróbio das imagens degradantes de uma visita dela à sala de Durval. Logo ela que durante os oito anos de desgoverno de Roriz, seu pai, em nenhum momento questionou o favorecimento de jornais aliados, de líderes comunitários (que, inclusive, usavam supostos ‘jornais’ para reforçar o orçamento; enquanto que o GDF de então usava o garrote financeiro para reforçar a lealdade).
Escutei muchochos da Celina Leão, também sobre o mesmo tema. Inclusive com a mesma variante, cabendo para as duas, a necessária extensão do questionamento também para o governo Arruda – onde a prática se manteve intacta (inclusive com o mesmo esquema operacional e com as pessoas mantendo os postos e gostos).
Sinto muito pelos colegas que perderam o emprego. Muitas vezes um emprego precário, que atrasa o salário, é ainda muito melhor do que estar desempregado. Sei do pânico que se instaura neste momento, porque é uma realidade que já vivi ao longo de quase quatro décadas de jornalismo –sendo 24 anos só aqui em Brasília.
Poderia dizer que eu próprio vivi esta realidade, mas o que é o ‘eu’, quando no contexto se fala em um todo com ares de tragédia? Mas é ignorar que no mais das vezes quem coloca um jornal ‘alternativo’ ou ‘comunitário’ em circulação o faz sem estudos de mercado, acreditando em promessas e com recursos para no máximo seis edições. Eu falei: no máximo.
Ignorar a dinâmica do processo de comunicação, a rotatividade das redações e o abre-fecha de jornais comunitários é ter vivido sempre dentro do casulo do amparo de um esquema de mídia viciado que funcionou no DF nos últimos 12 anos. E que é o mesmo processo em Candelária, Blumenau, Florianópolis, Curitiba, Goiânia ou Brasília. Jornais construídos tendo como principal fonte de sustentação o governo ‘local’ têm prazo de validade condicionada ao mandato deste próprio governo ou, quando muito, do seu sucessor se houver ranços de um no governo do outro.

Dependência e comodismo

A grosso modo, pode-se dizer que esta é a realidade do GDF de hoje, onde alguns políticos que serviram e se serviram das benesses e da mídia nos governos Roriz e Arruda – inclusive chafurdando na lama e sendo alvo de denúncias – continuam pressionando o ‘anunciante’ para que mantenha o apoio a certos comunitários que servem como ‘jornais particulares’.
Voltando ao DF, os jornais que fecharam e em torno do qual se faz tanto alarde, estranho é alguém se surpreender com o fim dos mesmos. O Tribuna do Brasil, cujo dono foi flagrado enfiando dinheiro pra dentro das roupas, era muito mais uma negação de si mesmo do que um projeto de comunicação – desde o seu nascedouro. Durante a campanha eleitoral apostou tudo em Roriz – e perdeu. Os demais, queiram me desculpar os que ficaram desempregados, sempre foram jornais que fizeram parte de um esquema de favorecimento de mídia. E poderia elencar aqui mais uma dezena de jornais ‘comunitários’ que não circulam mais e cujos ‘donos’ estão pelos corredores da Câmara Legislativa buscando um novo padrinho.
Dentro deste quadro, é preciso saudar a manifestação do Distrital e empresário Olair Francisco ao questionar esta dependência exclusiva das verbas do GDF, provocando os ‘empresários’ da área de comunicação a construir alternativas – algo que hoje em dia virou uma imensa falácia, porque é muito mais fácil ficar uma, duas ou três horas esperando para ser recebido por algum políticos do que bater pernas atrás de anúncios (como fazem muitos jornais) ou colocar a cabeça para funcionar no sentido de construir novos meios de sustentabilidade.
Existem alternativas, mas o choro de viúvas é normal – inclusive se forem divulgados os valores repassados a certos jornais nos últimos anos, muita gente vai ter dificuldade de continuar com este discurso de vítima.

Em tempo: estive no Sindicato dos Jornalistas Profissionais do DF para saber efetivamente quantos profissionais devidamente contratados, com carteira assinada e legalmente exercendo a profissão foram demitidos. Pediram para que eu voltasse lá para pegar os dados.





GDF – cheiro de armação na festa da Capital!

13 04 2011

A denúncia é grave.
Uma história escabrosa e que, confirmada, enlameia uma vez mais o aniversário de Brasília. É intolerável imaginar que isto esteja acontecendo. Com a palavra, o povo da Secretaria de Cultura.
No apagar das luzes, a Secretaria de Cultura está criando mecanismos para fraudar um processo pseudo-democrático. Há uma cláusula no Edital de Chamamento Público para o aniversário da cidade que afirma, categoricamente, que é necessário apresentar uma declaração de que nenhum integrante dos grupos classificados é integrante ou faz parte do GDF. Entretanto, após o processo estar quase finalizado, mudaram a regra permitindo tais incrições de funcionários!
Este fato – mudança de regras durante o jogo! – foi informado pelo coordenador do processo, sr. Dilnei, que sequer conhece as regras do processo que está coordenando ou, simplesmente, ignora. Qual o motivo de concordar com uma ignomínia deste tamanhop? Alguma vantagem pessoal? Estará advogando em favor de quem?
Isso é uma vergonha!
Seria prática verdadeira de um novo caminho mudar as regras durante o jogo para benefício próprio?
Ou essa também é herança maldita?
Entre os contemplados, há grupos com músicos e artistas funcionários do Metrô, Fundação Educacional, Secretaria de Comunicação e Sedest…
Com a palavra a Secretaria de Transparência do GDF, do Ministério Público.
Como diz parte da denúncia enviada ao blog: “Nós cidadãos, artistas estamos sendo enganados! Precisamos tornar isso público para tentar evitar essa mudança no grito e no tapetão! Exigimos transparência e o cumprimento do edital!”
Vamos, agora, esperar as explicações.





FHC até parece um ‘trapalhão’ a serviço do PT

13 04 2011

Há certos momentos nos quais a gente lê, relê e volta ao ponto inicial na vã esperança de estar lendo errado, de não estar compreendendo algum sentindo oculto, alguma genialidade nas entrelinhas. Mas, vencidos pela realiadde, somos obrigados a aceitar o que pensamos irreal.
Cada intervenção de FHC é um desastre político, como foi o seu mandato presidencial – com a dilapidação do patrimônio público no mais famigerado e criminoso processo de transferência de um bem de todos para o benefício de poucos. Nem vou discutir os méritos da privatização, mas sim a imensa picaretagem e negociata no qual se transformou este evento onde andaram, par-e-passo, a pilantragem e a irresponsabiliadde – sob o manto da insanidade. É sabido que as empresas públicas de telefonia foram doadas com valores bem abaixo do mercado – sem a salvaguarda ou a preopcupação com o consumidor que hoje paga as mais elevadas tarifas para celular, fixo e internet do mundo (para um serviço imundo, vil e degradante); a Vale do Rio Doce foi ‘doada’ por algo como 10% do seu valor real, a transferência de rodovias com curso de pedágio garantindo um retorno absurdo da casa de 30% do valor investido.
Alguém lembra de 2006 quando FHC garantiu a vitória de Lula no 2º turno ao dizer que era sim preciso privatizar Banco do Brasil, Caixa e Petrobrás? Ou alguém já esqueceu da nunca desmentida reunião com investidores em Foz do Iguaçu em 2010 quando FHC disse que Serra seria apenas um fantoche em suas mãos e ele garantiria que o Pré-Sal estaria nas mãos das multinacionais – e com o fim do modelo de partilha aprovado pelo governo Lula?
A compulsão de FHC pela verborragia é algo a ser estudado por especialistas em distúrbios ou descompasso entre o ego exaltado e o anonimato e ostracismo ao qual a história o está relegando – e nem questiono aqui se este esquecimento é justo ou não.
Mas eis que ele ataca novamente. No momento em que a oposição se fragmenta e uma parcela tenta criar um partido para flertar com o Governo Dilma – o PSD é composto daqueles que sabem que sem máquinas públicas não têm como sobreviver. O seu último ataque pró-PT foi este seu artigo no qual ele diz categoricamente que o PSDB deve deixard e lado os pobres e os movimentos sociais e moldar seu discurso para tentar engambelar a nova classe média. Ele não está de todo errado em sua abordagem, afinal foi esta nova classe média quem garantiu a vitória de Piñera no Chile – derrotando um governo que havia propiciado sua (desta nova classe média) mobilidade social.
O probelma de FHC, ao menos na minha opinião, é o seu ego. Ele deve escrever tais artigos e lê-los olhando-se no espelho – como a escutar o seu próprio elogio ao brilho intelectual que ficou perdido naquelça sua antológica frase solicitando que todos esquececessem o que ele havia escrito e dito até então.
Como ideólogo tucano, diria que FHC é um dos melhores propagadores do PT.





Trajano Jardim e os 100 dias do Governo Agnelo

13 04 2011

CEM DIAS DO GOVERNO AGNELO

Trajano Jardim*

As forças democráticas e populares enfrentaram uma ferrenha luta para conseguir a emancipação política de Brasília. As correntes conservadoras, resquícios do governo autoritário-militar, usaram de todos os meios possíveis para impedir que a cidade pudesse escolher os seus governantes livremente.

Em 1986, um ano após a posse do primeiro presidente civil pós-ditadura militar, o Senado aprovou eleições diretas para deputado federal e senador. Durante a Constituinte, setores organizados se mobilizaram e foram ao deputado federal Ulysses Guimarães (PMDB-MG), presidente do Congresso Constituinte, reivindicar o direito de voto à população de Brasília.

A Constituição (1988), no seu Capítulo V, artigo 32, criou a representação política para a capital federal, com a eleição de um governador e de uma Câmara Legislativa; a criação de um Fundo Constitucional para o DF foi importante para a independência frente ao governo federal.
Até a primeira eleição direta enfrentamos os diversos governadores biônicos, indicados de acordo com a correlação de forças na comissão de senadores que dirigia administrativamente o Distrito Federal.

O último deles, Joaquim Roriz, conseguiu, por meio de conxavos políticos, concorrer e vencer a primeira eleição direta em 20/09/88, e transformou Brasília em um feudo familiar, interrompido por um mandato com a eleição do governo democrático e popular de Cristovam Buarque. Fora esses quatro anos, o domínio das forças rorizistas foi absoluto.

Em 2010, vislumbramos uma oportunidade de derrotar as forças dominantes. Por três motivos. Primeiro, porque o núcleo dirigente liderado por Roriz esfacelou-se e mergulhou no mais profundo mar de corrupção que afogou o governo de José Roberto Arruda. Segundo, os setores democráticos e de esquerda, principalmente o PT, entenderam que só seriam vitoriosos com ampla unidade de forças progressistas do DF. E terceiro, porque o nome do candidato escolhido, Agnelo Queiroz, tinha ampla passagem nos estamentos médios da sociedade formadores de opinião. Para ganhar a eleição foi necessária uma coalizão que envolveu até então antagônicos.

Do ponto de vista tático essa união de forças, levando em conta a conjuntura, era compreensível. Posições maniqueístas não contribuiriam para alcançar o objetivo estratégico de derrotar Roriz e seus asseclas. Separar o “joio do trigo” para buscar a vitória.

Passado o pleito, as articulações para formação do governo mostraram que “o buraco era mais embaixo”. A supremacia na aliança política dos profissionais da política prevaleceu. A luta pelo poder paralisou o governo Agnelo. Compromissos injustificáveis, com vistas a formação de uma maioria na Câmara Legislativa, quase sempre na base do “toma-lá-dá-cá”, mostrou-se frágil do ponto de vista político.

Passados cem dias de governo a fragilidade dessa maioria buscada comprovou-se. Os compromissos com gregos e troianos, pedros e pedrosos mostraram para Agnelo que era, literalmente, no senso comum uma roubada. E o governador reconheceu que não dá para colocar “raposas no galinheiro”.

Cem dias perdidos podem ser recuperados, desde que o comando das ações esteja em mãos certas. Os estudos e levantamentos feitos no governo de transição poderiam servir de subsídios para a elaboração de um plano emergencial para os primeiros meses de governo. Entretanto, as coisas trilham pelos mesmos caminhos “dantes navegados”. Nada de novo no front. Setores que sempre lidaram com os grandes orçamentos do DF continuam no comando.

Para os próximos cem dias esperamos que o espectro do governo do “camarada” Agnelo não continue a trilhar os “velhos caminhos” trilhados até agora e construa, de fato, um “Novo Caminho” para a política do Distrito Federal.
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*Jornalista Profissional





UnB define nesta segunda, 11, retorno à normalidade

11 04 2011

Ainda não está definido que as aulas da UnB, no Campus Darcy Ribeiro, voltam à normalidade nesta terça-feira, 12. Tudo vai depender de uma rigorosa inspeça feita pelos técnicos de segurança da insituição, além da defesa civil e da própria CEB.
Alguns segmentos acadêmicos defendem que as aulas sejam suspensas durante toda a semana, fazendo assim com que os calendários dos campus de Ceilândia, Gama e Darcy Ribeiro voltassem ao mesmo ciclo – lembrando que nos dois primeiros houve paralisação por conta da luta dos alunos por melhores instalações e para pressionar pela conclusão das obras.
Pelo modelo ‘pedagógico’ utilizado pela UnB, o fato de um instituto ou departamento não ter sido atingido pelas águas não quer dizer muita coisa, porque é comum, por exemplo, que alunos de Administração tenham aulas no ICC. E o mesmo vale para outros cursos.
Até o final do dia a UnB anuncia um cronograma de volta às atividades.





Lula x Dilma – o 3º turno que eles não verão acontecer

10 04 2011

Já faz tempo que existem vários ‘brasis’ em permanente conflito. Um conflito artificial, alimentado por grupos que excluídos do núcleo central do poder, continuam achando que ele pertence exclusivamente a eles. Por não quererem entender que o poder começa a ser de outros também eles tentam criar uma situação de confronto. De conflito. De inconformidade.
Já disse e volto a repetir: o PT, sob o comando de Lula, transformou-se no partido social democrata, ocupando o espaço que as elites tinham reservado para os tucanos. Acontece que o PSDB, por ausência de penetração nos diversos segmentos e movimentos sociais (e até pela dificuldade em conviver com eles, optando, pelo contrário, em sua criminalização e demonização) acabou tendo que se aliar com o que de mais podre existe na política nacional: o fisiologismo corrente do PFL/DEM, o oportunismo cartorial do PPS – além do adesismo renitente de outras siglas como PTB, PMDB, PP.
Ao migrar para o centro, o PT obrigatoriamente deslocou este grupo tucano para a extrema-direita – exemplo disso foi a campanha de Serra em 2010, resgatando temas seiscentistas e que revelam a miopia em relação ao que acontece hoje em nosso País. Com a consolidação do papel social democrata, claro que o PT acabou atraindo estas siglas voláteis e sem sentido ideológico a não ser o de buscar levar vantagens (PTB, PP, PMDB, PR). Como os petistas vão administrar esta aliança e como eventualmente irão se livrar de algumas companhias depende principalmente de como irão se comportar, inclusive eleitoralmente, as siglas mais históricas e que fizeram parte do primeiro consórcio petista.
Para manter o PT com um papel social democrata de centro esquerda – será que existe tal classificação? – é fundamental que a correlação de forças demonstre que o PSB não será tomado pela sedução de se fundir com o serrista PSD de Kassab, Índio e Kátia Abreu; que o PCdoB tenha como se revitalizar e também se livrar de algumas figuras que trazem o Partido para o noticiário apenas quando geram problemas; que o PDT possa deixar de ser um ente em vias de extinção e se fortaleça em torno de novas lideranças que abandonem a sedução do fisiologismo.

O sonho do 3º turno

Nestes 100 primeiros dias do governo Dilma este quadro dos ‘brasis’ em conflito se manteve inalterado – como foi durante os oito anos de Lula. Existe no entanto uma diferença, mais demoníaca que real: as elites tentam mostrar Dilma como a anti-Lula, tentando cooptá-la, em lugar de compreender, entender e aceitar que o Governo Dilma é a continuidade do Governo Lula – mesmo não sendo o mesmo e nem querendo ser igual. Até porque o Brasil que Dilma herdou não é nem parecido com o Brasil que Lula assumiu em janeiro de 2003.
Se o 1º turno foi Dilma contra todos; se o 2º turno foi Dilma contra o obscurantismo, o 3º turno sonhado e idealizado é Dilma contra Lula. É tão perceptível este cenário e ele passa pela forma como a extrema-direita busca diferenças e antagonismos entre os dois presidentes. O que eles queriam, que fosse igual aos anos de chumbo onde tínhamos um ditador de plantão, seguindo pela mesma cartilha, sendo manipulados por quem realmente detinha o poder?
Esmiuçar discursos, dizer que Dilma fala mais em mulheres do que Lula falava; que ela fala mais em Brasil do que Lula falava; que ela fala mais em miséria do que Lula falava… é muita babaquice – me desculpem pela expressão. Dilma não é Lula, mas os dois têm o mesmo projeto e assumiram o mesmo desafio de levar justiça social para milhões de brasileiros que sempre viveram às margens de qualquer possibilidade de inserção social. Podem ser diferentes as palavras, podem ser diferentes os métodos – mas o objetivo é exatamente igual.
Enquanto as nossas elites não entenderem isso, elas continuarão dando com os burros na água na espera de um 3º turno, que, na visão e sonho deles, significaria o efetivo distanciamento de Lula e Dilma. Sonhem…