DF: abstenção não ameaça vitória de Agnelo

31 10 2010

O DF deverá registrar abstenção supeiro a 30% neste 2º turno, mas nem isto coloca em risco a vitória de Agnelo. A pesquisa da Exata, realizada neste sábado, já tinha este ingrediente, e mesmo assim a diferença do levantamento mantinha-se em 64 a 36. A previsão de hoje é que Agnelo deve vencer na proporção de 62 a 38.
No Goiás, pelo que tenho falado com jornalistas que estão afzendo compilação de resultados em cidades de todo estado apontam a vitória de Perillo na proporção de 53 a 47. Por uma questão de estratégia deles, não estão fazendo nenhum trabalho com a eleição presidencial. Neste sentido, valho-me das informações de Delúbio Soares apontando para a força de Dilma no Estado.
Volta a chover pesado em todo o DF.
Meu filho, do alto dos seus 16 anos, indo votar. Aluno de Direito da UnB, eleitor de Dilma e Agnelo. Futuro embaixador. Consciente de que não vota apenas por ele. Mas por todos que sonham com um Brasil mais justo, digno, humano, fraterno e igualitário.
Por telefone, falei com o pessoal do Filippelli – nunca sei como se escreve corretamente o nome dele. Estão também na expectativa.
As denúncias de malversações do rorizismo são esporádicas. Coisas pontuais. As tradicionais maracutaias de gente votando com documento de outros. Gente recebendo dinheiro para votar.
Sobre a Dilma aqui no DF, os dados apontam que ela e o ‘coiso’ disputam cabeça com cabeça. Voto por voto.
É esperar mais um tempo. Os minutos se arrastam…





2º turno: Aos que vierem depois de nós…

31 10 2010

Eu sei: todos os institutos de pesquisa apontam para a vitória de Dilma e de Agnelo. Vi, revi todos eles muitas vezes. Tal como aquele que recebe uma notícia na qual custa acreditar. lho. Meu coração bate descompassado. Acelerado.
Daqui um pouco, teremos os resultados de boca de urna.
Aqui no DF pipocam as denúncias dos malfeitos da turma do Roriz, do Estevão. A bandidagem está agindo. Para eles, a vontade do povo é apenas um detalhe. Há denúncia de compra de voto. Há denúncias de mesários votando em lugar dos ausentes.
Conversei com o povo lá do Goiás. Acham que dá Dilma e Perillo. Eu me pergunto: como pode alguém votar em Dilma e Perillo? Mas esta também é uma realidade aqui no DF, onde a votação em Agnelo será bem maior do que em Dilma. Dizem que a coordenação da campanha da Dilma não quis trabalhar em conjunto. É a velha disputa de vaidades. De veleidades. Quando haverá enfim a travessia da aprendizagem?
Comprei Giraffas – logo eu que gosto de cozinhar aos domingos.
Estou fazendo o Jornal Passe Livre – edição especial deste domingo. O povo da gráfica perguntando a que horas o material estará pronto.
Peguei um poema de Brecht, na tradução do Manuel Bandeira:

Aos que vierem depois de nós

Realmente, vivemos muito sombrios!
A inocência é loucura. Uma fronte sem rugas
denota insensibilidade. Aquele que ri
ainda não recebeu a terrível notícia
que está para chegar.

Que tempos são estes, em que
é quase um delito
falar de coisas inocentes.
Pois implica silenciar tantos horrores!
Esse que cruza tranqüilamente a rua
não poderá jamais ser encontrado
pelos amigos que precisam de ajuda?

É certo: ganho o meu pão ainda,
Mas acreditai-me: é pura casualidade.
Nada do que faço justifica
que eu possa comer até fartar-me.
Por enquanto as coisas me correm bem
(se a sorte me abandonar estou perdido).
E dizem-me: “Bebe, come! Alegra-te, pois tens o quê!”

Mas como posso comer e beber,
se ao faminto arrebato o que como,
se o copo de água falta ao sedento?
E todavia continuo comendo e bebendo.

Também gostaria de ser um sábio.
Os livros antigos nos falam da sabedoria:
é quedar-se afastado das lutas do mundo
e, sem temores,
deixar correr o breve tempo. Mas
evitar a violência,
retribuir o mal com o bem,
não satisfazer os desejos, antes esquecê-los
é o que chamam sabedoria.
E eu não posso fazê-lo. Realmente,
vivemos tempos sombrios.

Para as cidades vim em tempos de desordem,
quando reinava a fome.
Misturei-me aos homens em tempos turbulentos
e indignei-me com eles.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.
Comi o meu pão em meio às batalhas.
Deitei-me para dormir entre os assassinos.
Do amor me ocupei descuidadamente
e não tive paciência com a Natureza.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

No meu tempo as ruas conduziam aos atoleiros.
A palavra traiu-me ante o verdugo.
Era muito pouco o que eu podia. Mas os governantes
Se sentiam, sem mim, mais seguros, — espero.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

As forças eram escassas. E a meta
achava-se muito distante.
Pude divisá-la claramente,
ainda quando parecia, para mim, inatingível.
Assim passou o tempo
que me foi concedido na terra.

Vós, que surgireis da maré
em que perecemos,
lembrai-vos também,
quando falardes das nossas fraquezas,
lembrai-vos dos tempos sombrios
de que pudestes escapar.

Íamos, com efeito,
mudando mais freqüentemente de país
do que de sapatos,
através das lutas de classes,
desesperados,
quando havia só injustiça e nenhuma indignação.

E, contudo, sabemos
que também o ódio contra a baixeza
endurece a voz. Ah, os que quisemos
preparar terreno para a bondade
não pudemos ser bons.
Vós, porém, quando chegar o momento
em que o homem seja bom para o homem,
lembrai-vos de nós
com indulgência.
===
Acompanho as conversas pelo twitter.
Nada acalma o coração. Voto às 16h – velho ritual que repito a cada nova eleição. Por voltas desta vida, nesta hora já tenho a informação da chamada boca de urna. Conversei com um vizinho rorizista. Ele diz: não pensem vocês que está ganha, nós sabemos como virar o jogo de última hora.
É um misto de ameaça e confissão: este povo adora uma mutreta.
Vamos lá. O Brasil merece Dilma. O DF precisa de Agnelo.





Perguntas que ficam no ar

30 10 2010

Sábado.
Falta um dia.
Amanhã à noite, 8 e meia, mais ou menos, já saberemos.
Se é que ainda restam dúvidas.
Lembrando: eu não confio em urna eletrônica.
Mas algumas perguntas martelam em minha cabeça, com a insistência da ladainha que o vendedor de cocada usa todo sábado de manhã ao passar em minha rua.
– Onde está Mônica Serra?
– Foi Serra quem mandou a Mônica abortar?
– O dinheiro do Paulo Preto sumiu ou viajou para as contas ‘lá de fora’?
– Quanto dinheiro foi desviado das obras do metrô/SP?
– Qual o conceito de Serra acerca de liberdade de imprensa?
– A Soninha Francine vai manter os empregos da família ou vai criar vergonha na cara?
– O Governo de SP vai continuar servindo de cabide de emprego para políticos derrotados em outros estados?
– O Serra vai usar o direito de resposta no twitter?
– Ele será candidato em 2012 a prefeito?
– O Governo Federal vai continuar com a mesma política de injetar dinheiro em Globo, Veja e Folha?





Debate na Globo – eu ainda tenho estômago

30 10 2010

Serra, eu mereço respeito…
Até tinha me programado para escutar o debate e ir comentando-o. Mas tenho para mim que este modelo engessado de debate não serve nem para os candidatos, nem para mobilizar a militância, nem para conquistar votos. Ficou do jeto que os marqueteiros gostam. Só isso.
Assim, em lugar dos trololós do Serra, fiz algo que foi muito melhor para o coração.
Passei o tempo escutando Leopolfo Rassier, Borghetti e Yamandu Costa e principalmente Tião Carreiro e Pardinho.
Me desculpem – mas é uma questão de sanidade. Ninguém suporta mais a mentiraiada dos tucanos – que não aguentam 10 min no sol (numa caminhada, sabe-se agora, onde os servidores públicos de SP foram ‘convidados’ a participar).
Optei por escutar música. Eu ainda tenho estômago.
Serra não dá. Ninguém aguenta.
Ninguém merece. Ele que fique com os tucanos paulistas, com a Veja, com a Globo, com a Folha. Ele que fique com o Índio escorraçado pelos moradores da Rocinha. Serra que fique com a Soninha… Que se acerte com a história do aborto da Mônica. Em verdade, tenho para mim que nem os tucanos suportam ele. Nem o Brasil e muito menos eu.
O que sei: domingo, voto 13. Agtnelo Governador. Dilma Presidente.





Porque hoje é quinta-feira…

28 10 2010

É claro que, quanto mais se aproxima o dia e a hora, mais acelerado e por vezes descontrolado o coração bate.
Toma-se mais café.
As conversas mesclam euforia e preocupação.
Disparam-se telefonemas a amigos.
São feitas ligações a amigos do outro lado, para descobrir como anda o clima por lá. A gente tenta entender e ler até mesmo as diferenças na respiração… nos silêncios.
É quinta-feira. Faltam três dias.
Continua o cheiro de armação no ar.
Continua esta Marina Silva sem coragem de assumir.
Reclama que os tucanos distorcem suas palavras.
Diz que os tucanos – leia-se campanha do Serra – inventam declarações.
Diz que não é dela o falso e-mail que anda circulando pela blogosfera.
Mas ela é frouxa, mole. Não tem fibra. Parece uma ameba.
Por vezes penso que é melhor assim: ela pensa que teve 20 milhões de votos…
Mas é quinta-feira.
Tem jogo do Grêmio com o Fluminense, lá no Engenhão – que parece um chiqueiro de tão descuidado que está. Mas mesmo assim, vamos torcer… É dia de ganhar, continuar na luta por uma vaga na Libertadores… Na outra semana, será aqui ao lado, no Serra Dourada contra o Goiás e já tenho convite da equipe de esportes da Rádio Cultura para comentar o jogo – confesso: será bom voltar a comentar uma partida de futebol depois de 25 anos… nos tempos de Guarujá de Floripa… pelos idos de 1985…
Hoje é dia de preparar mais um Jornal Passe Livre, que lançado em 1998, com a proposta de ser semanal, foi transformado em bi-semanal e nesta reta final está sendo diário e com tiragem de 150 mil exemplares.
Pode não ser muito, mas é uma forma de guerrilha.
E tenho certeza que vai ajudar a virar o jogo pró-Dilma no DF – lembrando que na primeira pesquisa depois de 3 de outubro, Serra tinha 10 pontos de vantagem sobre Dilma aqui no DF.
Como tenho certeza também que o Jornal Passe Livre vai ajudar a consolidar a vitória de Agnelo.
Mas é quinta-feira…
Falta três dias.
Sobra tempo para a extrema direita mentir, inventar, manipular.
É quinta-feira e eu não acredito em urna eletrônica.
Não adianta. Nada me convence da lisura destas máquinas.
Hoje é quinta-feira.
Ninguém sabe da Mônica Serra, a chilena que vociferava pelas ruas que a Dilma mata criancinhas. Tadinha. Tenho pena dela. Logo ela que carrega a dor de um aborto. Ela e o Serra.
Confesso, sem maldade, que sempre pensei que o Serra fosse um aborto da natrureza pela forma doentia como s eposiciona. Mas, falando com outros psicólogos, me disseram que o descontrole do Serra é o peso na consciência.
Bom, se for isto – menos mal: ao menos se descobre que ele tem consciência. Pesada, mas tem…
Hoje é quinta-feira. Faltam três dias.
Dizem que a Folha não vai mais publicar a matéria contra Dilma.
Duvido. Logo-logo Gilmar Dantas, ops, Gilmar Mendes libera.
Logo ele, Gilmar, que ontem babava de tanto ódio. De tanto rancor.
E acabou reconhecendo: a Lei da Ficha Limpa é do PT.
Agora o Sera terá de ligar de novo para ele?
E como fica o Índio que queria roubar a relatoria do projeto, que na verdade foi do Cardoso do PT-SP? E Índio vai ter que falar com o Gilmar…
Continuar também na guerrilha virtual.
Seguir estruturando o projeto de um seminário para novembro – OS DESAFIOS DA BLOGOSFERA. Quem falando para quem.
Coisa que se mesclam.
Já preocupado. Domingo é dia de vestir uma camisa vermelha, verdadeiro sacrilégio. Só visto de 4 em 4 anos. Por causa das eleições.
Hoje é quinta…
Faltam três dias…





Cheiro de armação no ar…

27 10 2010

Ao sair do estúdio da TV Cidade LIvre de Brasília depois de entrevistar o sindicalista Paulo Antenor, presidente do Sindireceita e eleito 1º suplente de Senador na chapa encabeçada por Magno Malta lá no ES, recebi telefone de um telespectador que, em outras palavras, dizia ter a Folha de São Paulo negociado, financeiramente, o depoimento de um ex-preso político. O objetivo de tal ‘depoimento/desabafo’ seria o de desmontar a versão da Dilma ‘osso duro de roer’. Na versão negociada, o denunciante criaria uma versão de que ela teria delatado vários aliados da luta armada contra a ditadura.
Todos nós estamos um tanto quanto atônitos com tanto zumzum, mas, ao que tudo indica, seria uma artilharia pesada a ser usada mais para o fim de semana, redundando numa ação conjunta da Folha, da Veja e da TV Globo – provavelmente sexta à noite.
Não sou partidário de dar crédito a boataria, até porque se trata de estratégia usual do crime – como forma de causar tensão permanente no ‘outro lado’. A máfia também age assim, de quando em vez eliminando um dos seus como forma de aviso, lembrete e para definir, com a sua onipresença, o modo de vida das pessoas.
Acontece que não foi a única ligação neste sentido.
Mais cedo, um jornalista com larga atuação política e concursado da TV Senado havia manifestado a mesma preocupação. Ou seja: tem sim cheiro de armação no ar – resta saber se estas pessoas têm algum limite para a patifaria ou não.
Neste sentido, até mesmo estaria servindo de demonstração de imparcialidade o fato da Folha de São Paulo ter divulgado ontem, 26, a notícia de que a turma tucana de SP era partícipe de um grande conluio para beneficiar empresas em obras do metrô.
Por esta ótica, a mesma Folha que detonou a licitação dos tucanos por ‘compromisso com o jornalismo’, estaria liberada para publicar um testemunho que, na realidade, teria sido comprado.
Não sei até que ponto a nossa sociedade ainda vai acreditar em tais armações – logo a Folha que criou a ficha-falsa da Dilma, que publicou entrevistas com pessoas que nunca foram entrevistadas, que colaborou com a ditadura militar cedendo veículos…
Cada qual com sua realidade local, mas a verdade é que as campanhas eleitorais tem se transformado num festival de baixarias. Aqui no DF, por exemplo, o grupo de Roriz gosta de chafurdar na lama e se sente protegido até mesmo pela Justiça Eleitoral para fazê-lo – comprando testemunhas, reiventando fatos e deturpando a verdade. Não por acaso, cabe sempre lembrar, Roriz é o cabo eleitoral de Serra no DF.

Voltando…

Dentro deste quadro de dúvida, é bom que todos fiquemos atentos. A direita mais perversamente retrógrada que se aglutinou em torno do Serra – figuras venais e deploráveis como Kátia Abreu, Roberto Jefferson, Orestes Quércia, César Maia, Itamar Franco, Roberto Freire, Jorge Bornhausen, Yeda Cruzius, Pedro Simon; grupos de comunicação monopolistas e organizações fascistas como a Maçonaria, TFP, UDR, monarquistas, integralistas; facções religiosas ligadas à Igreja Católica e mesmo a grupos pentecostais – não se dá por vencida.
Os números das pesquisas em lugar de servir de conforto, devem nos alertar de que é hora ampliar a nossa luta em defesa do projeto de um governo transformador da sociedade que é representado por Dilma Rousseff.





Serra não conhece o Brasil. E nem aos brasileiros

26 10 2010

Até agora, salvo engano, foram três debates para o 2º turno. Resta o da Globo, na quinta. A percepção que advém destes três momentos é, segundo definição lapidar captada ao acaso no twitter, que a campanha dos tucanos se resume em: favela falsa, promessa falsa, agressão falsa, passeata falsa, discurso falso, candidato falso.
O grande problema de Serra, e das elites que ele representa, é a extrema incapacidade de não ver o Brasil e nem os brasileiros como algo possível, como algo viável. No processo de reprodução dos conceitos de classe, eles não tiveram nem capacidade e nem interesse em rever seus preconceitos. Estão acostumados a olhar a ‘sociedade’ como algo sobre o qual eles detém o controle.
Até foi assim. Houve um tempo no qual as elites mantinham absoluto controle sobre o povo.
Mas a velocidade com que os brasileiros estão mudando a forma de se enxergarem não mais como párias, mas partes de um processo de conquista de voz – esta velocidade não tem sido engolida pelas elites. A opção por Serra é, e a cada debate isto fica mais claro, a tentativa das elites (e seus instrumentos como TFP, Maçonaria, Opus Dei, meio de comunicação, segmentos das igrejas Católica e pentecostais – praticamente uma versão tupiniquim dos chamados AIE-Aparelhos Ideológicos do Estado conforme definição de Althusser) de retomar o controle do Brasil. As elites, perversas no seu egoísmo, sabem que apenas alguém neurótico como Serra será capaz de atacar de frente os movimentos sociais.
Este é o intuito. Serra não quer apenas privatizar o pré-sal, vender o BB e a Caixa. Desfazer-se do controle de Itaipu. As elites precisam, e Serra fará o papel de cão raivoso (que foi esta a percepção de sua face de ódio e rancor na saudação de encerramento do debate na TV Record), mutilzar os movimentos sociais. Quebrar-lhes a capacidade de luta. Tolher-lhes as condições operacionais de agir, atuar e intervir.
Serra e as elites batem no MST, mas na verdade miram associações, sindicatos, centrais e entidades de luta. Já dobraram e trouxeram para seu lado a CNBB e a própria OAB. Quem não aderir, será destruído.
Volto a dizer: Serra e as elites atacam o MST, mas o objetivo é destruir, mitigar o poder de intervenção dos movimentos sociais.
Mas, Serra revela o quanto desconhece o Brasil e os brasileiros ao tentar ridicularizar as conquistas dos últimos anos. Ao negar a mudança no perfil social do brasileiro, Serra (na condição de boneco das elites) reitera e descarrega sua carga de preconceito e ódio contra o povo.
Ainda que Dilma disponha de confortável dianteira, segundo as pesquisas, é importante que cada um de nós esteja consciente do que estará em jogo no domingo.
De um lado o representante de um segmento ideológico da sociedade que acredita que a razão de existir um país e haver povo nele é estarem sempre ao dispor destas elites. Estes votam no Serra.
De outro lado, a proposta de continuidade de um projeto que vem sendo implementado desde 2003 – com seus defeitos, com suas limitações. Mas um projeto que representa a perspectiva de tornar o Brasil um País de todos. Estes votam Dilma, 13.