Sinproep-DF realiza eleições hoje

13 04 2011

O Sinproep-DF – Sindicato dos Professores das Escolas Particulares do DF realiza eleições hoje (13) e amanhã (14), para eleição da diretoria que terá a missão de conduizir a entidade durante a gestão 2011/2014. A votação acontece das 8h e 21 horas. As urnas percorrerão os locais de trabalho de acordo com o itinerário elaborado pela Comissão Eleitoral.
Apenas uma chapa está na disputa, tendo Rodrigo de Paula como candidato à presidência.





Sinpro: Assembleia na quarta pode deflagrar greve

12 04 2011

Notícia importante para a categoria dos professores, alunos e comunidade escolar:
“Até o momento o Governo do Distrito Federal não apresentou nenhuma proposta diferente daquela que foi rejeitada pela categoria no dia 31 de março. Esperamos que até o dia 13, data da Assembleia tenhamos outro contato por parte do governo que garanta o repasse do reajuste do Fundo Constitucional de 13,83%. Portanto, vamos todos à Assembleia marcada para esta quarta-feira, dia 13 de abril às 9h no estacionamento do Mané Garrincha. Professoras e professores, sua presença é fundamental.” (Sinrpo Notícias)





Mantega e o deslumbramento tupiniquim

11 04 2011

Nada contra, mas é totalmente fora de sentido um ministro de Estado, no caso da Fazenda, ter tempo para se encontrar com um roqueiro – Bono, que é uma espécie de arroz de festa – enquanto alega falta de espaço na agenda para receber micros e pequenos empresários.
Já seria uma falta do que fazer se a Ministra da Cultura resolvesse recebê-lo, imagina então o titular da pasta da Fazenda. O deslumbramento conta alto e revela a pobreza intelectual deste ministro. Também não me agrada esta sucessão de audiências que FHC, Lula e Dilma concedem a artistas estrangeiros – como se eles tivessem algo a contribuir com a mudança de nossa realidade social. Se quiser mostrar algum compormisso com a cultura, que abra agenda para receber os nossos artistas, nossos bons músicos e escritores (menos Paulo Coelho).
Em tempo: Votei em Dilma.





UnB confirma: terça-feira, 12, não haverá aula

11 04 2011

Com a dificuldade de comunicação, tendo em vista que as chuvas acabaram causando transtornos na parte de tecnologia de infdormação, a UnB está se valendo do twitter para se comunicar com a comunidade acadêmica e a sociedade em geral. Assim, foi confirmada há pouco a manutenção da suspensão das aulas em todo o Campus Darcy Ribediro nesta terça-feira, dia 12.
Ainda não está decidido oficialmente o retorno das aulas na quarta, decisão que deverá ser comunicada somente na terça-feira, 12, após uma série de exames técnicos. O maior cuidado estrá com a parte das instalações elétricas – pelo temor de choques.
Assim, é esperar para saber se as aulas voltam mesmo na quarta ou, como defendem alguns, somente na segunda-feira, dia 18.





UnB define nesta segunda, 11, retorno à normalidade

11 04 2011

Ainda não está definido que as aulas da UnB, no Campus Darcy Ribeiro, voltam à normalidade nesta terça-feira, 12. Tudo vai depender de uma rigorosa inspeça feita pelos técnicos de segurança da insituição, além da defesa civil e da própria CEB.
Alguns segmentos acadêmicos defendem que as aulas sejam suspensas durante toda a semana, fazendo assim com que os calendários dos campus de Ceilândia, Gama e Darcy Ribeiro voltassem ao mesmo ciclo – lembrando que nos dois primeiros houve paralisação por conta da luta dos alunos por melhores instalações e para pressionar pela conclusão das obras.
Pelo modelo ‘pedagógico’ utilizado pela UnB, o fato de um instituto ou departamento não ter sido atingido pelas águas não quer dizer muita coisa, porque é comum, por exemplo, que alunos de Administração tenham aulas no ICC. E o mesmo vale para outros cursos.
Até o final do dia a UnB anuncia um cronograma de volta às atividades.





UnB sem aula nesta segunda, 11

10 04 2011

Em face da imensa chuvarada que caiu sobre áreas do DF e cercanias – impondo inclusive a queda do telhado de um shopping em Valparaíso de Goiás, na saída Sul, na chamada área do Entorno – estão suspensas as aulas da UnB desta segunda-feira, dia 11, em todo o campus Darcy Ribeiro – localizado na Asa Norte de Brasília. A priori a suspensão das aulas é apenas para esta segunda-feira.
As imagens e os relatos dão conta de um quadro desalentador, com muita água e perdas de livros, material didático e mesmo equipamentos da TV UnB. Há riscos decorrente do contato de fiação/rede elétrica com água.
Os sites de notícias da UnB e mesmo o portal do Cespe estão fora do ar.
Não é a melhor hora para buscar culpados, mas sim de cerrar forças para que a UnB se recupere desta tragédia.





Lula x Dilma – o 3º turno que eles não verão acontecer

10 04 2011

Já faz tempo que existem vários ‘brasis’ em permanente conflito. Um conflito artificial, alimentado por grupos que excluídos do núcleo central do poder, continuam achando que ele pertence exclusivamente a eles. Por não quererem entender que o poder começa a ser de outros também eles tentam criar uma situação de confronto. De conflito. De inconformidade.
Já disse e volto a repetir: o PT, sob o comando de Lula, transformou-se no partido social democrata, ocupando o espaço que as elites tinham reservado para os tucanos. Acontece que o PSDB, por ausência de penetração nos diversos segmentos e movimentos sociais (e até pela dificuldade em conviver com eles, optando, pelo contrário, em sua criminalização e demonização) acabou tendo que se aliar com o que de mais podre existe na política nacional: o fisiologismo corrente do PFL/DEM, o oportunismo cartorial do PPS – além do adesismo renitente de outras siglas como PTB, PMDB, PP.
Ao migrar para o centro, o PT obrigatoriamente deslocou este grupo tucano para a extrema-direita – exemplo disso foi a campanha de Serra em 2010, resgatando temas seiscentistas e que revelam a miopia em relação ao que acontece hoje em nosso País. Com a consolidação do papel social democrata, claro que o PT acabou atraindo estas siglas voláteis e sem sentido ideológico a não ser o de buscar levar vantagens (PTB, PP, PMDB, PR). Como os petistas vão administrar esta aliança e como eventualmente irão se livrar de algumas companhias depende principalmente de como irão se comportar, inclusive eleitoralmente, as siglas mais históricas e que fizeram parte do primeiro consórcio petista.
Para manter o PT com um papel social democrata de centro esquerda – será que existe tal classificação? – é fundamental que a correlação de forças demonstre que o PSB não será tomado pela sedução de se fundir com o serrista PSD de Kassab, Índio e Kátia Abreu; que o PCdoB tenha como se revitalizar e também se livrar de algumas figuras que trazem o Partido para o noticiário apenas quando geram problemas; que o PDT possa deixar de ser um ente em vias de extinção e se fortaleça em torno de novas lideranças que abandonem a sedução do fisiologismo.

O sonho do 3º turno

Nestes 100 primeiros dias do governo Dilma este quadro dos ‘brasis’ em conflito se manteve inalterado – como foi durante os oito anos de Lula. Existe no entanto uma diferença, mais demoníaca que real: as elites tentam mostrar Dilma como a anti-Lula, tentando cooptá-la, em lugar de compreender, entender e aceitar que o Governo Dilma é a continuidade do Governo Lula – mesmo não sendo o mesmo e nem querendo ser igual. Até porque o Brasil que Dilma herdou não é nem parecido com o Brasil que Lula assumiu em janeiro de 2003.
Se o 1º turno foi Dilma contra todos; se o 2º turno foi Dilma contra o obscurantismo, o 3º turno sonhado e idealizado é Dilma contra Lula. É tão perceptível este cenário e ele passa pela forma como a extrema-direita busca diferenças e antagonismos entre os dois presidentes. O que eles queriam, que fosse igual aos anos de chumbo onde tínhamos um ditador de plantão, seguindo pela mesma cartilha, sendo manipulados por quem realmente detinha o poder?
Esmiuçar discursos, dizer que Dilma fala mais em mulheres do que Lula falava; que ela fala mais em Brasil do que Lula falava; que ela fala mais em miséria do que Lula falava… é muita babaquice – me desculpem pela expressão. Dilma não é Lula, mas os dois têm o mesmo projeto e assumiram o mesmo desafio de levar justiça social para milhões de brasileiros que sempre viveram às margens de qualquer possibilidade de inserção social. Podem ser diferentes as palavras, podem ser diferentes os métodos – mas o objetivo é exatamente igual.
Enquanto as nossas elites não entenderem isso, elas continuarão dando com os burros na água na espera de um 3º turno, que, na visão e sonho deles, significaria o efetivo distanciamento de Lula e Dilma. Sonhem…