E agora (pastor) Malafaia?

16 10 2010

Sou Evangélico. Mais que isso: sou luterano.
Não concordo com muitas das posições que a Igreja na qual estou desde o dia 4 de dezembro de 1958 defende. Não concordo com a postura fascista de alguns de seus membros, como por exemplo um certo deputado de Demo do RS (Onix Lorenzon).
Mas entedno que na parte espiritual, a minha Igreja tem tentado se manter apegada aos três pilares defendidos por Lutero: Só a Graça. Só a Escrita (Bíblia). Só a Fé.
Pois bem!
Eu me questiono acerca da peremptória visão de ‘donos da verdade’ que alguns pastores ditos evangélicos e de alguns padres supostamente católicos usam para interpretar o mundo, julgar as pessoas e definir o que é, na visão deles, a verdade da fé.
Está na hora destas figuras patéticas como o tal do Malafaia e um bando de padres repensarem os seus conceitos, avaliarem o que dizem – porque estão caindo no ridículo.
Neste sentido é de todo pertinente a observação do André Vargas ao tuitar dizendo: “Pela matéria o Aborto da esposa do SERRA foi uma decisão do casal e não por problemas de saúde.”
À justificativa de uma eventual ‘vulnerabilidade’ como justificativa, cabe colocar a opinião da psicóloga Sandra Fernandes que enfatiza: ‘toda mulher (ou casal) que recorre ao aborto o faz numa situação de vulnerabilidade’.
Gostaria muito de escutar aquele padre ridículo que falou aquele monte de asneiras contra a Dilma ter agora a dignidade de vir a público e dizer: errei, sou humano, sou um imbecil e errei.
Onde está aquelçe perverso padreco lá da Paraíba que se vangloria de ser anti-petista porque o PT (e os petistas) são contra a vida?
Esta também deveria ser a atitude do Malafaia, mero mercador da fé, e que precisa se posicionar sobre este assunto. Ou então que vá pros quintos dos infernos com sua falta de caráter.

E a Marina?

Vamos esperar para ver se a Martina vai continuar no muro depois desta revelação.