Veja e o exercício da desinformação

18 03 2011

A cada momento, um pouco mais do lamaçal no qual se transformou a Veja – que a exemplo de outros veículos optou por se transformar em instrumento de comunicação a serviço da direita retrógrada que viceja entre o esgoto e o lixo no Brasil.
A entrevista teria sido feita em setembro de 2010. Esta informação circula pela internet e em nenhum momento foi desmentida pela famiglia que controla a publicação. Ou seja: a patifaria é bem maior do que se pensa. A justificativa para a veiculação AGORA está no fato de que a referida entrevista teria sido concedida ao repórter Diego Escosteguy – alguém adequado para navegar e chafurdar em tais meandros.
Por conveniência política, foi engavetada. Imaginemos o estrago desta entrevista se ela tivesse sido veiculada em setembro de 2010… Quantos do que hoje ostentam mandato, teriam conseguido?
Ou seja… se faltava alguma ‘coisa’ na escala de decadência da Veja, esta foi a chamada pá de cal.
Agora, com a ida do Diego para a Época, a Veja sentiu que poderia ver a matéria publicada numa concorrente e para nãos er furada, colocou na edição online.
Ou seja: é pura lama e podridão.
Veja e Arruda, tudo assim… bem juntinho…





Arruda e o enterro do Demo

18 03 2011

Arruda, o vice dos sonhos de Serra, resolveu voltar à ativa.
Ninguém sabe se a entrevista é recente. Alguns acreditam que é coisa antiga.
Se for recente, indica que Arruda desta vez não vai deixar Durval comandar o espetáculo sozinho.
Se for coisa antiga, de antes das eleições como acreditam alguns, então a Veja terá cometido um crime – mais um! – na sua vasta folha corrida de compromissos com a desinformação. Lembram da tórrida história do grampo sem áudio? Por ironia, nas denúncias de Arruda e no episódio do grampo, uma figuira perversa e patética permeia as duas: o senador careca Demóstenes de Goiás.
E fez de tal forma que enterrou numa só lapada o Demo e deixou bem claro que pode puxar o Psdb para a cova também. Aproveitou para chamuscar o PT do Goiás, mormente pela parceria no Entorno, e lembrar de sua estreita amizade com Cristovam – algo que todos aqui no DF já sabem muito bem! Sobre o Cristovam, a revelação do Arruda fez voltar na pauta das conversas aquela história de que o ex-governador do DF só entrou na campanha para bater no Lula. Algo que a Marina fez em 2010, desta feita batendo na Dilma… E foi dando nome aos bois… melhor, aos nobres e honestos Demos, puxou para o lamaçal os tucanos e daí resolveu ainda poupar nomes, jogando tudo nas costas do Guerra – tudo figuras ilibadas. Ícones do moralismo. Impolutos, singulares – bandidos que cada vez mais se sabe apenas ganaciosos e vulgares.
Estranhamente, ao menos por agora, resolveu poupar Aécio – mas poderia, por exemplo, dizer que trouxe e ainda está com contrato em vigor a Agência Nacional, empresa de BH que aportou por terras candangas em contas de muito dinheiro do GDF a pedido do governador mineiro. Reciprocidades.
O enterro do Demo chegou a ser patético: Arruda – ou terá sido Serra? – deixou que o partido elegesse um novo presidente e o alvejou na lata – Agripino Maia. Seria interessante dar uma olhada na prestação de contas da Micarla e ver se tem o dinheiro doado pelo Arruda. E de todos os demais mencionados.
Vingativo, também detonou Kassab, esta figura estranha, um ser meio anódino. Surgiu do nada e para o nada voltará. Muitos são os que dizem que a vingança do Arruda um dia chegaria – e pelo visto chegou ceifando diguras e dizimando ainda mais onde já havia apenas escombros, perfis fantasmas e ranços.
Vale a pena ler a entrevista que o Arruda deu para a Veja – antes ele tinha dado muito, mas bota muito dinheiro nisso para a revista. A entrevista vale pelas revelações, pelas confirmações -mas também porque elas oferecem um contraponto às gravações do Durval e possibilitam uma leitura mais demorada do perfil corrupto e perverso de Demos, Tucanos e a papagaiada do PPS.





Um pouco de luz para assustar quem vive das trevas

9 03 2011

Nasci no campo e cedo aprendi com meu pai que o meio mais seguro de evitar que as ratazanas não atacassem milhões, arroz, feijão e outros produtos guardados no galpão (paiol) era deixar a luz entrar nestes ambientes. Assim também é com as baratas, que vivem em esgotos e bueiros – basta tirar a tampa e correm desesperadas de um aldo para outro. É de lá que vem a expressão: correndo feito barata tonta.
Foi lembrandod e meu pai que resolvi tomar uma atitude e, pela reação, vejo e pressinto que se trata da mais correta: como os vermes continuam valçendo-se das redes sociais, dos grupos de debates e listas das quais faço parte para continuarem com a disseminação de mentiras e ataques furibundos e ensandecidos, tomei a decisão de passar a publicar tais aleivosias, tais diatribes no blog.
A publicação de um – que pode ser lido no link https://passelivreonline.wordpress.com/2011/03/03/a-direita-e-incansavel-e-burra/ – gerou reações de ameaças, arrogância, ódio e rancor. Mas tenho para mim que colocar estas visões e estes ataques doentios diante da opinião pública, disseminá-las para que mais pessoas saibma o que está sendo ‘distribuído’, é parte do processo de debater estas posições.
Longe de mim debater ou defender esta ou aquela bandeira. O que eu considero fundamental é que as pessoas debatam estes assuntos como parte de um processo dialético, não vociferando aleivosias e destilando e insuflando o ódio. Escrevi, e pode ser pesquisado neste blogue, um texto sobre os riscos de vivermos em um País sem uma oposição séria. Disse, inclusive, que o grande problema do Lula foi o fato de a oposição ter deixado de fazer política e se prestado ao papel de boneco manipulado pela mídia e pelas grandes corporações privadas.
O diacho é que este povo da oposição e seus porta-vozes obscuratistas não aprenderam com as sucessivas surras que levou. Perderam o rumo e o eixo e hoje observam, sem forças, a consolidação do projeto político que teoricamente deveria ter sido implantado pelo PSDB. Tenho para mim que o PT hoje domina o centro da cena política nacional, assumindo uma visão social-democrata – enquanto que a turma do Psdb e as exéquias do Demo e do PPS migram céleres para a extrema direita.
Por esta razão, volto a dizer: faz falta ao Brasil uma oposição política, uma alternativa de poder, um projeto diferenciado. Tanto é verdade a barafunda na qual os tucanos se meteram que a campanha do Serra chegou a usar imagens do Lula e em muitas eleições estaduais – mesmo aquelas vencidas por candidatos da extrema-direita, como no Paraná, SC, SP, MG e outros – os candidatos diziam que tinham boas relações de amizade com o Governo Lula.
Posso ser enfadonho e repetitivo, mas não vou desistir e nem mudar de batida: falta uma oposição política, um projeto alternativo para o País – para que a sociedade tenha como cotejar os dois (ou mais, se for o caso). Mas este projeto não emergirá,a na minha visão, destes grupos que hoje estão postados nem na extrema-direita (Psdb, PPs, Demo, PV e um sem fim de agremiações mais parecendo balcões de negociatas fisiológicas) e nem na extrema-esquerda (Pstu e Psol). E não emergirá porque os dois campos assim antagônicos pautam sua ação muito mais de olho na repercussão junto da mídia do que preocupados em mostrar para a sociedade que existem outras variáveis, outros caminhos.
Em relação aos textos do meu e-mail, volto a repetir e reiterar: eles serão sempre publicados, porque eu sei, afinal de contas nasci no campo e lembro bem de muitas das lidas campeiras, que elas não toleram a luz, nem a claridade.





Eu defendo e apóio a CPMF

22 02 2011

Podem me xingar, podem me atacar – mas eu assumo e defendo: sou a favor da CPMF (com este nome ou com o nome que vierem a criar). E tenho esta posição não apenas pela convicção pessoal de que mais do que um tributo, a CPMF é um valoroso instrumento contra a sonegação, uma ferramenta eficaz em favor das ações da Receita e da PF contra a sonegação, contra a lavagem de dinheiro e contra os crimes do sistema financeiro.
Alguém já parou para reparar que depois do fim da CPMF, diminuíram as ações contra lavagem de dinheiro? Na realidade, a derrubada da CPMF foi uma cruzada conjunta da oposição política do Senado, segmentos empresariais que adoram sonegar, a mídia que precisava derrotar Lula e setores comprometidos do STF com toda uma engrenagem que não é salutara o Estado e aos brasileiros. O Senado rejeitou a CPMF e o STF armou um verdadeiro circo contra os grampos. Chegou a tal nível de ridículo que pela primeira vez tivemos a transcrição de um diálogo que nunca foi escutado por mais ninguém (aquele onde o senador Demóstenes, do Demo-GO, simulava uma conversa com seu velho parceiro Gilmar, ministro de FHC e defensor de FHC e seu legado no Supremo).
Pode-se dizer que a Fiesp bancou financeiramente a campanha contra a CPMF porque ela sabia e sabe – por isso já prometeu lutar contra a nova versão da CPMF – que da forma como ela foi elaborada – e olha, isto é um elogio a FHC! – ela representava sempre um risco para os contraventores, sonegadores e assemelhados. Não é errado também dizer que a outrora gloriosa OAB se posicionou contra a CPMF por uma prosaica e corporativa razão: tratava-se do único tributo, dentre o emaranhado tributário nacional, onde advogados não ganhavam nada.
Eu sempre achei estranho ninguém lutar pelo fim de coisas como Pis/Cofins – mas é compreensível: trata-se da maior fonte de corrupção e uma garantia de renda para muitos que são diretamente envolvidos na máquina de liminares e de pareceres. São milhares de ações e recursos para justificar a sonegação do Pis/Cofins e, portanto, não interessa terminar com este mecanismo que justifica preços e enriquece quem não produz e nem faz nada e penaliza os mais pobres…
Assim, é importante destacar: o retorno da CPMF – com qualquer que seja seu nome – é importante não apenas para injetar recursos na saúde – mas principalmente para oportunizar à Receita e a PF terem mais um mecanismo na sua luta contra a sonegação, a corrupção e a lavagem de dinheiro.
Por fim, um lembrete: os mesmos empresários, políticos, jornalistas e oportunistas que mentiam descaradamente dizendo que a CPMF tinha impacto final de 5% no preço dos produtos e serviços foram desmentidos pela realidade. A CPMF foi revogada e nenhum produto ou serviço diminuiu de valor.
Espera-se que desta vez o Governo tenha mais competência para enfrentar a guerra midiática que será travada. Basta mostrar a verdade e quais os verdadeiros objetivos dos que lutam contra a CPMF.





PASSE LIVRE 443

28 07 2010

Esta é a edição do Jornal Passe Livre desta semana – que tem como destaque a hipocrisia do discurso de Roriz e de Arruda, seu principal aliado, de valorizar os serviços públicos. Basta sempre lembrar e enfatizar que Arruda e Roriz governaram Brasília nos últimos 12 anos – período no qual houve a destruição da qualidade de vida aqui no DF e de dilapidação irresponsável de todos os serviços essenciais.
A edição ainda mostra que a verdadeira diferença entre Dilma e Serra, mesmo pelo Datafolha, é de 11%.
O Jornal Passe Livre circula em Brasília desde 1998, sempre ás terças feiras, com tiragem de 80 mil exemplares distribuídos gratuitamente na rodoviária ‘urbana’ de Brasília e também de casa em casa no Guará.

Para ver em tela cheia, basta ir em “Menu” (canto inferior esquerdo) e então selecionar “View Fullscreen”





Olha a turma da preguiça

23 07 2010

Recebo do sempre atento, diligente e comprometido João Lobo uma mensagem que nós precisamos replicar pelo Brasil a fora: vocês sabem quais os congressistas mais preguiçosos, faltosos, omissos e ausentes?
Pois é…
Eles devem passar a maior parte do tempo reunidos com o pessoal da mídia… recebendo as lições do que devem falar, como devem falar e assim ter espaço no dia seguinte…

DEM, PPS, PSDB, vai trabalhar bando de safados!
A consultoria política Arko Advice fez uma pesquisa sobre o comportamento dos partidos durante as votações no congresso nacional.

Este levantamento revelou o comportamento preguiçoso dos partidos DEM, PSDB e PPS.

Das votações de 2010 os deputados e senadores do DEM estiveram AUSENTES em 42.1%.

Em 2010 os deputados e senadores do PPS estiveram AUSENTES em 49.76% das votações. Este foi o campeão da preguiça.

Já o PSDB foi um pouco menos horrível: 39% de AUSÊNCIAS.

A consultoria consultou cada votação e viu quem estava presente e quem não estava. Assim ela estabeleceu a porcentagem de cada partido.

Os menos faltosos são o PSOL, o PCdo B e o PT, nesta ordem.

É preciso conscientizar toda a população, para que NINGUÉM VOTE NOS DEPUTADOS E SENADORES PREGUIÇOSOS DO DEM, PSDB E PPS.

Vamos virar este jogo. VIRADA CONTRA O PSDB, PPS E O DEM.

DEPUTADO PREGUIÇOSO, TÔ FORA!

Ajude a divulgar esta mensagem para todos que você conhece.

Vamos impedir que estes 3 partidos de preguiçosos tenham deputados e senadores.

Mande esta mensagem para todos que você conhece.

PS: aposto que o salário eles receberam integral. Já viu deputado ter desconto na folha de pagamento?
Deveriam devolver todo o dinheiro.
(o posto foi originalmente publicado em http://machoverdadeiro.blogspot.com/2010/07/dem-pps-psdb-vai-trabalhar-bando-de.html)
===
siga-nos: http://twitter.com/passelivredf





O PSDB e as Farc – II

20 07 2010

Candidato de Serra acusado de ligações com as FARC
Enviado por luisnassif, ter, 20/07/2010 – 08:15

Por daSilvaEdison

Farc e o Aloysio na mesma matéria pode não dar certo.

No Governo FHC nossas autoridades participaram de diversas reuniões com as FARC.

Muitas delas formais, protocolares, documentadas. E outras nem tanto, como convém à diplomacia.

Consta que o Aloysio ciceroneava o Raul Reyes quando o comandante por aqui circulava em missão sigilosa. Será que esses encontros eram para tratar da logística do narcotráfico?

Eu não tenho dúvidas: não eram.

Comentário

Não leve o título do post a sério. É apenas uma demonstração de como é fácil manipular teorias conspiratórias envolvendo as FARC. Há tempos, blogs de ultra-direita disparam insinuações por todos os poros, algumas delas contra Aloysio Nunes Ferreira, o político que Serra queria para sucede-lo no governo do Estado.

Em sua coluna no Estadão, hoje, Dora Kramer trata o caso das FARC como “mais velha que a Sé de Braga e absolutamente inócua em termos eleitorais”.

Já o jornal menciona a tal capa da Veja sobre o tema, para tentar salvar o tema.

Clique aqui para ler o capítulo que escrevi sobre o tema na série “O Caso de Veja”, mostrando a maluquice da reportagem.

No final, uma “aula” de jornalismo do diretor de redação Eurípedes Alcântara, para uma turma da Abril, desdizendo tudo o que a reportagem insinuava.

Finalmente, notas e matérias sobre as supostas ligações de Aloysio com as FARCs.

O Caso FARCs

Na edição de 16 de março de 2005, Veja cometeria mais um de seus malabarismos editoriais, com a matéria “Tentáculos das FARC no Brasil”

Foi matéria de capa. A ilustração era uma metralhadora e o texto incriminador:

“Espiões da ABIN gravaram representantes da narcoguerrilha colombiana anunciando doação de 5 milhões de dólares para candidatos petistas na campanha de 2002”.

Depois, outro texto:

“PT: militantes serão expulsos se pegaram dinheiro das Farc”.

Havia excesso de textos na capa, ferindo princípios básicos de clareza editorial. A revista estava em plena campanha, na sucessão de capas sobre Lula. E pouco se lhe interessava saber da consistência ou não das matérias. Nas páginas internas, ficaria mais claro o estilo Veja de criar matérias através da manipulação de ênfases.

Jogam-se acusações enfáticas. Depois, algumas ressalvas para servir de blindagem contra ações judiciais, seguidas de novas acusações taxativas.

O que se tinha, objetivamente, era um informe da ABIN (Agência Brasileira de Inteligência), uma página, três parágrafos e nada mais, na qual um agente infiltrado relatava um encontro em uma chácara, com um padre supostamente ligado às FARCs. O padre era conhecido como um mitômano, há muito tempo afastado do contato com as FARCs.

No encontro, teria mencionado o suposto financiamento à campanha do PT. Não havia nenhuma indicação a mais sobre isso. Na ABIN, não se levou a sério o informe.

Para sustentar a matéria, Veja assegurava que o informe tinha recebido tratamento relevante da ABIN e que havia documentos comprovando as doações. Não aceitou a palavra oficial da ABIN, de que nunca levou a sério o informe.

Esses documentos, comprovando as supostas doações, nunca apareceram, o caso morreu de morte morrida. E o fecho se deu este ano, com a curiosa explicação do diretor de redação Eurípedes Alcântara para o papel de Vejano episódio.

Mas, antes disso, acompanhe o desenrolar dessas matérias. (clique aqui para continuar)

No final da matéria a “aula” de Eurípedes no curso Abril:

Escrever pensando

No dia 24 de janeiro de 2008, o diretor de redação de Veja, Eurípedes Alcântara, proferiu palestra para os alunos do Curso Abril de Jornalismo (clique aqui).

No intertítulo “As marcas de Veja”, Eurípedes descreve a receita de jornalismo praticado pela revista.

O Diretor de Redação expôs alguns pontos essenciais para a produção da revista. Um deles é o controle que o repórter precisa ter sobre a matéria. “Não é a pauta ou a fonte que têm de dominar o jornalista”, disse.

Provavelmente, nem a informação pode servir de limitação. Segundo a aula de Eurípedes, Veja pratica o conceito de “escrever pensando”:

Outro ponto é a diluição de conteúdo opinativo em meio às reportagens, a qual Eurípedes chama de “escrever pensando”. O jornalista ponderou sobre as diversas interpretações dos críticos sobre determinadas reportagens da revista. “Você só pode ser cobrado por aquilo que escreve. Não pelo que interpretam”.

Cobrado pela capa das FARCs, explicou o que a revista fez:

“A Veja disse que a Abin estava investigando. Não disse que Lula recebia de guerrilheiros. Isso é uma interpretação”.

De fato, tudo não passou de uma grande interpretação, com direito a capa.

O curioso, nesse endosso que o candidato José Serra dá às estripulias do “Viceíndio” (o endereço do Índio no Twitter), é que seu candidato do coração, Aloysio Nunes, já foi alvo da ultradireita, acusado de manter contatos com Raúl Reys, o primeiro homem das FARCs.

Do Cláudio Humberto, 12/03/2008

Encontro confirmado

Desmemoriado, o ex-ministro de FHC Aloysio Nunes Ferreira negou haver recebido o bandidão das Farc Raúl Reyes, morto há dias. Mas arapongas confirmam o encontro em um sítio em São Paulo, também com o ex-deputado João Herrmann (PPS) e outros esquerdóides.

Do Diárioweb

O chefe da Casa Civil do governo José Serra, Aloysio Nunes, negou, por meio de assessoria de imprensa, que como Ministro da Justiça, em 1997, tenha mantido contato com o número 2 das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), Raúl Reyes.

…NÃO SEI…

A informação do suposto encontro foi divulgada ontem pela coluna do jornalista Cláudio Humberto (www.claudiohumberto.com.br). O contato entre Aloysio e o guerrilheiro morto na semana passada teria ocorrido em Porto Alegre, durante encontro do Foro de São Paulo, grupo que reúne esquerdistas de toda América Latina.

…E NEGO

Aloysio, porém, se recusou a dizer se, como político e também ex-guerrilheiro, já teve contato com as Farc em outra época e se aprova a conduta do grupo colombiano que se diz “revolucionário” e seqüestra pessoas como meio de negociação.

Do Blog do Mesquita

Brasil – Da série “Relembrar é preciso” – As Farc e a turma do FHC

José Mesquita Brasil, Circula na rede, Da série “relembrar é preciso”, Internet, Nota do editor, Política, Política internacional 13 de março de 2008 às 11:37

Não somente os maluquetes do PT – participaram, sob a batuta do aloprado Marco Aurélio “top-top” Garcia -, de um tal “Foro de São Paulo”, no qual os narcotraficantes colombianos foram incensados como os redentores da humanidade.

Mas, pasmem!, a curriola tucana esquerdete do sociólogo da entregação, também entabulou namoricos com os doidivanas das selvas do Uribe.

Confira nota abaixo.

Aloysio nega outra vez encontro com Reyes.

Coluna do Claudio Humberto

O ex-ministro de FHC Aloysio Nunes Ferreira insiste que não se encontrou com o bandidão das Farc Raúl Reyes, recentemente morto pelo exército colombiano. “Esta novela já ultrapassou as raias do delírio”, disse ele, para depois garantir que não é um desmemoriado: “Eu tenho uma excelente memória – como iria me esquecer de um encontro campestre com João Hermann?”

Arapongas ouvidos pela coluna, e que participaram do monitoramento da presença de Reys no País, em 1997, garantem que o então ministro de FHC se encontrou com o bandidão das Farc em um sítio, nos arredores de São Paulo, na companhia do então deputado João Hermann (PPS-SP) e outras figuras da esquerda brasileira.