Derrotada, mídia opta por disseminar preconceitos

17 11 2010

Causou asco, nojo, espanto e indignação a revelação, em nível nacional, das diatribese sandices vociferadas por um ‘comentarista’ da RBS/SC. Em verdade, não deveria.
Este sujeito, ao qual não se nomina e nem se insere em nenhuma profissão visto que a sua indicação como ‘parte’ de determinada área ou categoria poderia servir como referência desabonadora de outros bons profissionais em verdade não fala sozinho.
Este sujeito, ao qual alguns tentam vincular sua origem (RS) para disseminar o preconceito inverso de que todo gaúcho é preconceituoso, é na realidade semelhante a tantos outros.
A diferença básica está na sua reiterada grosseria – mas que em nada difere do que já foi vomitado pelo Madureira, pelo Jabor, pelo Mainardi, para ficar apenas em alguns casos. Neste caso, todos são condenados, mas a condenação se dá pela sua manifestação de opinião. Não vi nenhum comentário dizendo que Jabor é contra os nordestinos e contra o Lula por ser carioca. Ou que o Mainardi é contra o Lula e os nordestinos por ser paulista. Então não venham dizer que Prates faloiu o que falou por ser gaúcho. Falou porque é imbecil e porque representa um ponto de vista que está na cabeça de comentaristas de vários estados, de várias origens, de várias etnias.
A questão não é o estado onde nasceu, mas o estado (mental) no qual se encontra a cabeça de pessoas capazes de dizerem o que diz um Jabor, um Prates, um Mainardi, uma Cantanhede, um Merval.
Não é coerente que nós, de repente, movidos pelos nossos próprios preconceitos, queiramos jogar fora a água suja do balde sem antes tirarmos a criança de dentro.
Tenho dito e volto a dizer: o Governo Lula/PT foi omisso e se acovardou no enfrentamento desta questão da mídia. Foram oito anos jogados fora, período no qual nem o Governo e nem o Partido do Presidente tiveram a coragem e a ousadia de alterar o eixo da política de comunicação. O que impera dentro da lógica da Secom e na ‘comunicação social’ de empresas como CEF, BB, etc – a única exceção, ainda tímida, é a Petrobrás – é o modo tucano de tratar os veículos. Aos grandes, as benesses de tratamento privilegiado. Aos alternativos e pequenos, migalhas e tratamento desrespeitoso.
A mídia usa estas ‘bocas de aluguel’ porque sabe que o Governo Federal é frouxo e conivente. Certa feita cauosu furor e espanto a afirmação de José Serra de que haviam ‘blogues sujos’ que, segundo ele, eram financiados pelo Governo Federal. Decrépito e demente, como quem fala o que não sabe e nem entende, Serra jamais pode provar nada – ficando assim, mais uma vez comprovada sua dificuldade de manter ligados o ‘tico e o teco’.
Se o Serra não pode provar nada, resta-nos farto material para mostrar que existe sim uma ‘mídia suja’ fartamente bancada pela mídia oficial. Trata-se de algo vergonhoso, basta folhear – quem tiver estômago – alguma edição da Veja. Basta assistir – quem tiver estômago – a Globo ou a Band.
Sinceramente eu não consigo entender como esta cultura tucana se manteve intacta dentro da Secom – e pode-se temer até que continue a vigorar o mesmo tratamento preconceituoso no governo de Dilma. Não há sinais de mudança desta cultura, até porque muitos ‘companheiros e companheiras’ se sentem mais confortáveis com os salamaleques dos grandes veículos do que com o despojamento de quem faz comunicação comunitária, alternativa, independente ou o nome que se queira dar.
A mídia – derrotada pelos Brasil e pelos brasileiros – continua gozando da generosidade das verbas da Secom e do Governo Federal. E, bancada com o dinheiro da sociedadade, continuará a disseminar o preconceito contra o Brasil e os brasileiros que a derrotaram.
O que fomenta que os Jabor, os Prates, as Cantanhede e outros continuem vociferando suas aleivosias, exteriorizando de modo impune e incentivando o preconceito, é a certeza, dos donos dos meios de comunicação, de que lá na Secom o modo tucano de gerir as verbas de publicidade se mantiveram intactas durante os oito anos do Governo Lula/PT.
E apostam que continuará assim no Governo Dilma/PT…





Cheiro de armação no ar…

27 10 2010

Ao sair do estúdio da TV Cidade LIvre de Brasília depois de entrevistar o sindicalista Paulo Antenor, presidente do Sindireceita e eleito 1º suplente de Senador na chapa encabeçada por Magno Malta lá no ES, recebi telefone de um telespectador que, em outras palavras, dizia ter a Folha de São Paulo negociado, financeiramente, o depoimento de um ex-preso político. O objetivo de tal ‘depoimento/desabafo’ seria o de desmontar a versão da Dilma ‘osso duro de roer’. Na versão negociada, o denunciante criaria uma versão de que ela teria delatado vários aliados da luta armada contra a ditadura.
Todos nós estamos um tanto quanto atônitos com tanto zumzum, mas, ao que tudo indica, seria uma artilharia pesada a ser usada mais para o fim de semana, redundando numa ação conjunta da Folha, da Veja e da TV Globo – provavelmente sexta à noite.
Não sou partidário de dar crédito a boataria, até porque se trata de estratégia usual do crime – como forma de causar tensão permanente no ‘outro lado’. A máfia também age assim, de quando em vez eliminando um dos seus como forma de aviso, lembrete e para definir, com a sua onipresença, o modo de vida das pessoas.
Acontece que não foi a única ligação neste sentido.
Mais cedo, um jornalista com larga atuação política e concursado da TV Senado havia manifestado a mesma preocupação. Ou seja: tem sim cheiro de armação no ar – resta saber se estas pessoas têm algum limite para a patifaria ou não.
Neste sentido, até mesmo estaria servindo de demonstração de imparcialidade o fato da Folha de São Paulo ter divulgado ontem, 26, a notícia de que a turma tucana de SP era partícipe de um grande conluio para beneficiar empresas em obras do metrô.
Por esta ótica, a mesma Folha que detonou a licitação dos tucanos por ‘compromisso com o jornalismo’, estaria liberada para publicar um testemunho que, na realidade, teria sido comprado.
Não sei até que ponto a nossa sociedade ainda vai acreditar em tais armações – logo a Folha que criou a ficha-falsa da Dilma, que publicou entrevistas com pessoas que nunca foram entrevistadas, que colaborou com a ditadura militar cedendo veículos…
Cada qual com sua realidade local, mas a verdade é que as campanhas eleitorais tem se transformado num festival de baixarias. Aqui no DF, por exemplo, o grupo de Roriz gosta de chafurdar na lama e se sente protegido até mesmo pela Justiça Eleitoral para fazê-lo – comprando testemunhas, reiventando fatos e deturpando a verdade. Não por acaso, cabe sempre lembrar, Roriz é o cabo eleitoral de Serra no DF.

Voltando…

Dentro deste quadro de dúvida, é bom que todos fiquemos atentos. A direita mais perversamente retrógrada que se aglutinou em torno do Serra – figuras venais e deploráveis como Kátia Abreu, Roberto Jefferson, Orestes Quércia, César Maia, Itamar Franco, Roberto Freire, Jorge Bornhausen, Yeda Cruzius, Pedro Simon; grupos de comunicação monopolistas e organizações fascistas como a Maçonaria, TFP, UDR, monarquistas, integralistas; facções religiosas ligadas à Igreja Católica e mesmo a grupos pentecostais – não se dá por vencida.
Os números das pesquisas em lugar de servir de conforto, devem nos alertar de que é hora ampliar a nossa luta em defesa do projeto de um governo transformador da sociedade que é representado por Dilma Rousseff.





Alguém precisa abrir os olhos da Dilma…

18 10 2010

Um dos grandes enigmas e ao mesmo tempo desafios é compreender as razões pelas quais a coordenação da campanha de Dilma Rousseff à presidência tem tanta lerdeza para reagir. O grupo de humor do passado com que os petistas costumam tipificar a habilidade e a agilidade do trio composto por Palocci, Dutra e Falcão vai muito além da angústia de quem não consegue canais e nem mecanismos para se fazer ‘escutar’.
Faz tempo que são emitidos sinais de alerta acerca da ação suja do pessoal do Serra na blogosfera. Há equipes contratadas para disseminar material mentiroso contra Dilma. Aqui mesmo de Brasília foram contratados jornalistas com o intuito exclusivo de, contratados por jornais, preparar material pró-Serra. Fossem petistas, diria que estariam sendo preparados dossiês. Como são tucanos, é trabalho…
Hoje à tarde, conversando com amigos do interior da Bahia, recebi a informação de que a mentira do Serra do salário mínimo de R$ 600,00 tem um poder devastador. está virando votos em tudo que é canto. E o que faz a coordenação da campanha? Vão ficar tais quais songa-monga andando de um aldo para outro, esperando o repórter da Globo ou o jornalista da Veja ou a repórter da Folha?
Mais: para quem vive nos grotões e pelo interior, pré-sal e Paulo Preto ou Afrodescendente não quer dizer nada. Pré-sal e Paulo Preto interessa para quem já tem o voto definido. O povo é na sua essência moralista.
Ontem à tarde, domingo, conversando com vizinhos e explicando o imbróglio do aborto do casal Serra, me disseram: ah, duvido… ainda não deu no Jornal Nacional. E o que pode fazer a Dilma ganhar não é o pré-sal e nem o Paulo Preto. O que pode fazer a Dilma ganhar é falar o que o povo quer escutar.
Ontem no debate da RedeTV a Dilma foi professoral, foi explicativa. Foi convincente para quem quer saber de projetos. Mas deixou a desejar no que diz respeito a clareza. Por exemplo: o Serra falou dos cursos do FAT e quem vive em Brasília haverá de lembrar que os cursos do FAT tinham o padrão ‘Walita’ e não qualificavam coisa alguma. Aqui no DF como em várias partes do País serviram apenas para enriquecer pessoas. Faltou ela saber dar nome aos bois. O diacho é que como a coordenação é marcada pela mesmice do ponto de vista, sem espaço para o divergente, Dilma que é mais qualificada do que Serra e tem melhores propostas do que ele, ela se perde.
Além de dar nome aos bois, Dilma precisa dizer sim que a privatização da telefonia foi uma grande picaretagem. Que as empresas não investiram em estrutura física e a ampliação da base de ‘telefones’ foi em decorrência de avanços tecnológicos. Que o brasileiro, o mecânico, paga até 9 vezes mais caro pelo telefone pré-pago no Brasil do que em outros países.
Outra questão: mostrar quais as empresas que o Serra privatizou no Governo Federal e enquanto Governador de São Paulo. Ontem a Dilma insistiu na Cia de Gás – mas não falou da aquisição da Nossa Caixa.
è preciso desmentir Serra no que diz respeito ao Banco do Brasil. Mostrar a ata do Ministério do Planejamento preparando o BB para a privatização. Dizer quanto foi gasto na tentativa de trocar o nome do Banco do Brasil para Banco Brasil ou de Petrobras para Petrobrax.
Dilma não reage quando Serra mente deslavadamente sobre o loteamento de cargos no Governo Federal sob o comando do Lula/PT – como se esta não fosse uma prática constante de TODOS os governos. Ou a Dilma e a sua maravilhosa coordenação não sabem do Roberto Freire, do PPS de Pernambuco e membro do conselho de administração de uma empresa pública paulista? Ou isto não é loteamento?
É sabido que Serra mente. Mas o que os iluminados da coordenação de Dilma não sabem é que estas mentiras – salário mínimo, aborto e etc – estão colando. E que depois não digam que não foram avisados.
Reitero o título do post: alguém precisa abrir os olhos da Dilma! E não acredito que a atual entourage que a cerca tenha interesse em fazê-lo – preferem perder com a arrogância do que vencer abrindo mão de seu poder…





José Serra já fez aborto?

16 10 2010

Antes que me questionem, quero dizer que no caso de um casal, geralmente a opção pelo aborto é uma decisão dos dois. Trata-se de algo muito denso emocionalmente para ser decidido por uma só pessoa. Portanto, o aborto que saupostamente teria sido particado por Mônica Serra também teve como ‘partícipe’ o seu marido.
Em relação à expressão de que os dois – ela e o Serra – estariam em uma situação muito vulnerável, é preciso deixar de lado a hipocrisia: toda pessoa ou casal que é levado a fazer aborto (ou, no caso do Serra, ser parte do aborto) está numa situação vulnerável.
Transcrevo abaixo a reportagem de Mônica Bérgamo veiculada na edição de hoje da Folha de São Paulo e disponível tambémna íntegra para os assinantes no endereço: (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1610201011.htm)
Por fim, e antes que as pessoas comecem a dizer que estão envolvendo a vida familiar na eleição, esta situação só ocorreu pelas baixarias tucanas na rede – inclusive questionando a sexualidade de Dilma Rousseff, mãe, mulher e digna e honesta. Além do mais, foi esta figura ignóbil da Mônica Serra quem acusou a Dilma de matar criancinhas e, sabe-se agora, que a história não é bem assim…

Monica Serra contou ter feito aborto, diz ex-aluna

Reportagem tentou ouvir mulher de candidato tucano por dois dias, sem sucesso

MÔNICA BERGAMO
COLUNISTA DA FOLHA

O discurso do candidato à Presidência José Serra (PSDB) de que é contra o aborto por “valores cristãos”, que impedem a interrupção da gravidez em quaisquer circunstâncias, é questionado por ex-alunas de sua mulher, Monica Serra.
Num evento no Rio, há um mês, a psicóloga teria dito a um evangélico, segundo a Agência Estado, que a candidata Dilma Rousseff (PT), que já defendeu a descriminalização do aborto, é a favor de “matar criancinhas”.
Segundo relato feito à Folha por ex-alunas de Monica no curso de dança da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), a então professora lhes contou em uma aula, em 1992, que fez um aborto quando estava no exílio com o marido.
Depois do golpe militar no Brasil, Serra se mudou para o Chile, onde conheceu a mulher. Em 1973, com o golpe que levou Augusto Pinochet ao poder, o casal se mudou para os Estados Unidos.

OUTRO LADO
A Folha tentou falar com Monica Serra durante dois dias para comentar o relato das ex-alunas, sem sucesso.
Um dia depois do debate da TV Bandeirantes, no domingo, 10, a bailarina Sheila Canevacci Ribeiro, 37, postou uma mensagem em seu Facebook para “deixar a minha indignação pelo posicionamento escorregadio de José Serra” em relação ao tema.
Ela escreveu que Serra não respeitava “tantas mulheres, começando pela sua própria mulher. Sim, Monica Serra já fez um aborto”. A mensagem foi replicada em outras páginas do site e em blogs.
“Com todo respeito que devo a essa minha professora, gostaria de revelar publicamente que muitas de nossas aulas foram regadas a discussões sobre o seu aborto traumático”, escreveu Sheila no Facebook. “Devemos prender Monica Serra caso seu marido fosse [sic] eleito presidente?”
À Folha a bailarina diz que “confirma cem por cento” tudo o que escreveu. Sheila afirma que não é filiada a partido político. Diz ter votado em Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) no primeiro turno. No segundo, estará no Líbano, onde participará de performance de arte.
Se estivesse no Brasil, optaria por Dilma Rousseff (PT). Sheila é filha da socióloga Majô Ribeiro, que foi aluna de mestrado na USP de Eva Blay, suplente de Fernando Henrique Cardoso no Senado em 1993. Majô foi pesquisadora do Núcleo de Estudos da Mulher e Relações Sociais de Gênero da USP, fundado pela primeira-dama Ruth Cardoso (1930-2008).
Militante feminista, Majô foi candidata derrotada a vereadora e a vice-prefeita em Osasco pelo PSDB.
A socióloga disse à Folha estar “preocupada” com a filha, mas afirma que a criou para “ser uma mulher livre” e que ela “agiu como cidadã”.
Sheila é casada com o antropólogo italiano Massimo Canevacci, que foi professor de antropologia cultural na Universidade La Sapienza, em Roma, e hoje dirige pesquisas no Brasil.
A Folha localizou uma colega de classe de Sheila pelo Facebook. Professora de dança em Brasília, ela concordou em falar sob a condição de anonimato.
Contou que, nas aulas, as alunas se sentavam em círculos, criando uma situação de intimidade. Enquanto fazia gestos de dança, Monica explicava como marcas e traumas da vida alteram movimentos do corpo e se refletem na vida cotidiana.
Segundo a ex-estudante, as pessoas compartilhavam suas histórias, algo comum em uma aula de psicologia.
Nesse contexto, afirmou, Monica compartilhou sua história com o grupo de alunas. Disse ter feito o aborto por causa da ditadura.
Ainda de acordo com a ex-aluna, Monica disse que o futuro dela e do marido, José Serra, era muito incerto.
Quando engravidou, teria relatado Monica à então aluna, o casal se viu numa situação muito vulnerável.
“Ela não confessou. Ela contou”, diz Sheila Canevacci. “Não sou uma pessoa denunciando coisas. Mas [ela é] uma pessoa pública, que fala em público que é contra o aborto, é errado. Ela tem uma responsabilidade ética.”

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Colaboraram LIGIA MESQUITA e MARCUS PRETO , de São Paulo





Jornal Passe Livre nº 462

15 10 2010

A edição 462 do Jornal Passe Livre será distribuída amanhã na rodoviária de Brasília. Trata-se de jornal lançado em 1998 e que tem duas edições por semana com tiragem de 60 mil exemplares cada
Em destaque nesta edição:
– Agnelo desmascara o jogo sujo de Roriz
– A importância de comparar os governos do Psdb/serra com o de Lula/Dilma
– Sindicalistas se unem para alavancar a candidatura de Dilma no DF
– Serra tem nova coordenadora no DF
Na capa:
No 2º turno, vote 13: Agnelo e Dilma





Marina com os dias contados no PV

8 10 2010

Acostumada com a democracia interna do PT, a ainda senadora Marina Silva está com os dias contadois dentro do PV. Há uma ação nacional daqueles que mandam na sigla no sentido de desidratar o seu papel e o seu espaço. Ela já vem sendo publicamente desautorizada pelos donos do PV que alertam ser ela uma ‘cristã nova’ e portanto sujeita às ordens e determinações dos caciques e donos da sigla.
Os ataquies públicos que sofre da cúpula do partido estão levando Marina a uma relexão acerca do seu futuro político. Nos últimos dias, confidenciou a pessoas próximas que vai repensar o seu caminho – dando-se conta, afinal, que foi apenas usada por alguns fisiológicos que precisaram dos seus préstimos para se fortalecer na vergonhosa barganha por apoio e cargos.
Por conta dos ataques que sofre do próprio partido, Marina também avalia a possibilidade de não mais se manter neutra no 2º turno, vindo a apoiar Dilma Rousseff. Cabe lembrar, ainda, que Marina manteve uma relação muito próxima com os donos do PT no Acre e não deverá ser nenhuma surpresa se ela, no médio prazo, voltar a se filiar ao partido…





Álvaro Dias e seus estranhos conceitos

26 06 2010

Álvaro Dias é destes cidadãos que têm o viés do oportunismo. Fizeram carreira e fortuna como políticos, esgueirando-se sempre em busca de se dar bem. Mas é um sujeito estranho, a começar pela figura plastificada, esticada de tantas plásticas e aplicações de botóx. É inimigo ferrenho dos chamados movimentos sociais, odeia servidor público e gosta de usar a truculência contra quem o questiona.

Vale a pena conferir como Álvaro Dias coloca em prática seu conceito de democracia e liberdade de opinião. Observem bem: