DF: Desafios para o 2º turno

4 10 2010

Antes de mais nada, é preciso reconhecer a força de Roriz – neste patamar de 31,5% que seria a mesma votação se fosse com ele ou a laranja dele. Não foi Roriz quem levou a eleição para o 2º turno, mas alguns equívocos mortais do PT que acabaram tonificando a campanha de Toninho do Psol.
Entre os equívocos, o maior deles é a fragilidade de Agnelo para os debates, para se explicar, para transmitir informações. Passou o tempo todo sendo atacado por Toninho do Psol e jamais conseguiu ter uma resposta convincente para o leque de alianças que fez para dar sustentação à sua candidatura.
Falta para Agnelo a incisão nas respostas. A convicção.
Terá de solucionar estes equívocos e quem sabe mudar a equipe de TV – que deve ter feito os piores programas do País. Não se sabe de onde saiu uma equipe tão ruim. Tenho para mim que os programas de Agnelo eram os piores em nível nacional.
Em lugar de propostas, gracinhas e ataques contra Roriz – algo que pdoe agradar meia dúzia de militantes, mas não agrega nada em termos eleitorais.
Manter a atual equipe de TV é a garantia de derrota no 2º turno. O marqueteiro chefe da campanha tem a capacidade de ‘gerenciar’ uma campanha similar a de um elefante cuiidando de uma loja de cristais.
Ao não ser eleito em 1º turno, talvez alguns petistas sejam tocados um pouco mais pela humildade. Saiam do olimpo e venham trafegar no meio do povo. Aceitem conversar sobre suas verdades com quem vive na chapada.
Desde o começo foi apontado que a arrogância de alguns petistas, a falta de comprometimento de candidatos a distrital extremamente fisiológicos que estavam ‘na base’ de Agnelo e a falta de firmeza de Agnelo poderiam levar para o 2º turno.
Agora, que o 2º mturno é uma realidade, talvez estes deuses com suas verdades aceitem aprender um pouco com os humanos…