Mensaleiro do Demo com Agnelo/PT?

17 11 2010

Causou espanto e nojo uma visita, as cenas decorrentes e a conversa de Brunelli, ex-distrital pra lá de ficha-suja, mensaleiro do Demo/Arruda, protagonista de uma das cenas mais patéticas de desrespeitosas que foi a oraçãoi da propina, hoje de manhã na Biblioteca Nacional onde está instalado o chamado governo de transição de Agnelo Queiroz/PT – governador eleito do DF.
Brunelli foi levado ao local pelo pessoal de Filippelli e causou espécie ao defender a integridade e a dignidade de Bandarra – o corrupto-mor do Ministério Público e que recebia mesada, bolada e propina (primeiro de Roriz, depois de Arruda).
O que as pessoas não conseguiram entender é como e porque uma figura assim deplorável, sinônimo de tudo de mais podre que existe na política de Brasília, estava lá.
Fica a pergunta: Agnelo e o PT sabem o que a turma do Filippelli está armando?





Roriz tenta emplacar secretário de Fazenda. Do governo Agnelo/PT

16 11 2010

Mundo estranho, surreal e inacreditável.
Teleguiado pelo tucano e anti-petista Valdivino Oliveira, o rorizista Afrânio, ex-secretário de várias pastas do GDF nos últimos anos – foi por exemplo, nos tempos de Roriz, titular da Secretária de Desenvolvimento Econômico onde acontece toda sorte de falcatruas por conta do PróDF – faz parte da equipe de transição do Governador Agnelo Queiroz e é o homem sonhado por Felippelli para ocupar a estratégica Secretaria da Fazenda do GDF.
As reuniões entre Valdivino, Afrânio, Felippelli e outros acontecem sempre no Lake Side. Dizem que por trás de tudo isto tem o dedo de Roriz – de quem, supostamente, o vice de Agnelo está afastado.





O poder do dinheiro

17 06 2010

Por trás da decisão do atual governador do DF, Rogério Rosso, está a movimentação de um grupo político dentro do PMDB que hoje está sendo influenciado e financiado por Roriz, mas que em hipótese aceita ser chamado de ‘rorizista’. Eles se apresentam como sendo ‘ante-Filippelli’ – mas é um grupo meio ‘fantasma’, sempre hábil em negociar meio na penumbra. Tanto isto é verdade que nem os jornais dizem os nomes dos principais mentores desta estratégia, mas se formos olhar quem são as figuras, lá veremos Odilon Aires, Pedro Passos, Eurides Brito, Benício Tavares e um grupo onde, mesmo sem voto, as pessoas se esmeraram em tomar conta da alma do Partido, onde se destaca o professor aposentado Divino Alves, hoje diretor do Metrô e que é o principal responsável pela extinção do time do Guará (o original), inclusive com a dilapidação do seu patrimônio de várias áreas de MSPW.

Este grupo se move por conveniência. Hoje sabe-se que alguns ‘romperam’ com a candidatura de Abadia em 2006 a mando e sob orientação de Roriz e referendados por ele, foram reforçar a campanha de Arruda. E ao se rebelarem contra Filippelli, o fazem uma vez mais amparados e respaldados por Roriz – a quem na verdade seguem, obedecem e devotam lealdade.

Coincidência ou não, quase todos foram flagrados pela operação da PF que acabou desmantelando uma pequena ponta da imensa máquina de corrupção que continua funcionando dentro do GDF – como por exemplo na área de comunicação e publicidade.

Faz dias que correm notícias de que pessoas ligadas ao ex-governador e ao atualgovernador andam procurando cada um dos convencionais, oferecendo dinheiro e vantagens para não referendarem o acordo com o PT. Alguns resistiram, mas muitos acabaram convencidos das vantagens de trair Filippelli…





Rosso, mentiroso como Arruda?

17 06 2010

Realmente Brasília tem sofrido reiteradas decepções com a falta de hombridade de seus homens públicos. Rogério Rosso, recém chegado, é destas figuras que, guindadas a uma condição de vitrine, acabam botando os pés pelas mãos.

A primeira condição de um homem é a sua palavra.

E Rosso, tal qual Arruda, mentiu de modo deslavado, expondo até suas filhas e esposa. O que esperar de um sujeito pusilânime assim? O que esperar de alguém que ‘chega’ a vida política pelas mãos de Roriz e depois é mantido em destaque por Arruda?