DF: Teremos um governo ou um frankenstein?

8 12 2010

Enquanto o governador eleito do DF, Agnelo Queiroz, não divulga o nome dos seus secretários – e tendo em vista que estranhamente em lugar de ter um assessor de imprensa ou uma assessora de imprensa ele preferiu colocar uma funcionária do Correio Braziliense que só repassa informação para os jornalistas do ‘seu’ jornal – o que conta mesmo no DF é o festival de boataria.
Alguns são aterradores, como por exemplo a informação de que André Clemente, atual titular da Secretaria da Fazenda do GDF e que vai passar para Agnelo o caixa do GDF com um rombo da ordem de R$ 1 bi deverá continuar comandando a pasta. Para quem não sabe, André Clemente foi transformado em secretário de Rosso atendendo pedido do Senador Gim Argello (PTB) – e que agora caiu em desgraça. Ous eja: a se confirmar o fato, Agnelo Queiroz terá como secretário da Fazenda alguém comprovadamente ligado a Gim – que foi defenestrado da relatoria do Orçamento da União por estripulias financeiras com emendas.
Ou seja: o slogan de campanha anunciando um novo caminho pode ser na verdade um caminho seguro para Agnelo ser engolido pela corrupção que marcou os últimos 12 anos no DF – inclusive no ‘interino’ Rosso a quem André serve, indicado por Gim.





Governo Agnelo: nomes ou cogitações?

1 12 2010

Conforme a edição do Jornal Passe Livre 477 – que circulará amanhã aqui no DF e que terá sua edição online liberada às 19h aqui no site/blog – Agnelo Queiroz já definiu alguns nomes do seu secretariado e já tem gente ‘convidada’ convidando gente para trabalhar na equipe de futuras secretarias. Áreas como Comunicação, Saúde, Educação e Trabalho já teriam titulares definidos.
Quem está atuando de modo mais intenso é Campanella, ainda alojado na sigla do PMDB e próximo a Filippelli, futuro secretário do Trabalho.





No DF, bandidagem arma esquema para ‘emparedar’ Agnelo

18 11 2010

Meio por baixo do pano, mas não fazendo nenhuma questão de atentar-se aos cuidados e precauções elementares, o grupo criminoso que foi montado durante os governos Roriz – 1999 a 2006 – e que, pela chantagem, conivência e troca de favores, tornou Arruda refém de suas práticas (que continuam intactas no governo Rosso), está atuando fortemente no sentido de colocar Agnelo sob o seu comando.
Trata-se basicamente de um grupo de policiais civis aposentados, capitaneados por Durval Barbosa e Toledo, que se dizem credores de Agnelo por não terem fornecido o material de que dispunham para a campanha de Roriz e, em troca, agora, querem a manutenção de suas benesses.
É muito amplo e estranho o leque de atuação – vai de agências de comunicação com contratos com o GDF e que desavergonhadamente se extenderão pelo primeiro ano do mandato de Agnelo/PT. Mas é bem mais audaciosa a rede montada, inlcuindo a intimidação ao governador no sentido dele aceitar entregar a parte das finanças (Secretaria da Fazenda, BRB), das obras (Secretaria de Obras), transportes (cartelizado ao extremo – enquanto em Salvador atuam cerca de 70 empresas, no DF apenas quatro operam todos os serviços) e a questão fundiária (Terracap e legalização de condomínios e vistas grossas para invasão de áreas públicas – além dos interesses do Creci, Ademi & Cia).
A turma tem expoentes, além dos dois já mencionados. Figuras manjadas das tramóias, falcatruas e malversações de recursos e práticas desabonadoras como Brunelli, Luiz Estevão, Afrânio, Pedro Passos, Zé Edmar, Pedro Barbudo, Rosso, Welligton Morais (conhecido como Baiano) e que foi secretário de comunicação de Roriz por oito anos e fiel escudeiro de Arruda, Omézio Pontes – passando por pessoas do judiciário, ministério público, Tribunald e Contas do DF e União.
Em verdade, trata-se de herança de podridão que a passagem de Roriz e seu modo de fazer política – emporcalhando e enxovalhando as instiutições aqui no DF – conseguiu dar ares de normalidade e de imutabilidade. Será necessária uma urgente e profunda assepsia nas estruturas do pdoer no DF. E o desafio desta turma é impedir que Agnelo tenha condições de fazê-lo.
Quem irá vencer o embate?
Pelos sinais que estamos vendo, teme-se que o crime seja vencedor!





DF: Weslian também é ficha-suja?

11 10 2010

Trata-se de reportagem veiculada pela Folha Online – porque aqui no DF, os jornais sabem apenas silenciar…

10/10/2010 – 11h34

Tribunal de Contas liga ONG de Weslian Roriz a mensalão do DEM

FILIPE COUTINHO
GABRIELA GUERREIRO
DE BRASÍLIA

O instituto fundado pela candidata ao governo do Distrito Federal, Weslian Roriz (PSC), foi beneficiado pelo mesmo esquema que mais tarde patrocinou o mensalão do DEM, segundo o Tribunal de Contas do DF.

O Instituto Integra aparece na lista de irregularidades em contratos de informática da Codeplan (Companhia do Desenvolvimento do DF). Na época, a companhia estava sob a administração do governador Joaquim Roriz (2003-2006) e era presidida por Durval Barbosa.

Barbosa veio a ser o delator do mensalão do DEM. O caso envolve empresas também contempladas pelo esquema já no governo José Roberto Arruda (2007-2010). Essas empresas foram indiciadas pela Polícia Federal na operação Caixa de Pandora.

Segundo o delator e a CPI da Codeplan, a companhia de desenvolvimento foi o embrião do esquema do mensalão –possibilidade admitida pelo próprio Roriz.

Todas as “falhas graves” apuradas pelo tribunal no Instituto Integra são do período em que Weslian era presidente da ONG (2004-2006). O TCDF afirma que as facilidades obtidas pela ONG podem ser consideradas uma violação do princípio constitucional da impessoalidade, dada a relação do “casal 20” –slogan de Weslian na campanha ao governo após substituir o marido “ficha-suja” na disputa.

Segundo o tribunal, a ONG recebeu da Codeplan obras e equipamentos para montar laboratórios de informática para cegos, e o governo bancou os instrutores, sem a ONG ter comprovado que ofereceu os cursos. O governo pagou a manutenção dos computadores sem a organização oferecer de fato o programa de inclusão digital. Mesmo assim, o convênio foi renovado duas vezes.

A auditoria apontou também que os programas da ONG “Fábrica Minha Sopa” e “Cão Guia” não tinham relação com inclusão digital.

Não é possível saber quanto foi gasto pela Codeplan com a ONG. Não houve transferência direta de recursos e há quatro anos o governo não informa os valores gastos. Isso foi considerado mais uma irregularidade.

CARTÃO DE VISITAS

Usada na campanha como principal experiência da novata Weslian, a Integra contou ainda com outras facilidades no governo Roriz. A sala do instituto foi doada pelo governo e, segundo a auditoria, material de informática foi deixado para a ONG. Só para “adequar o ambiente”, o governo gastou R$ 343 mil (em valores atualizados).

A procuradoria do tribunal afirma ainda que funcionário terceirizado do governo, que deveria trabalhar no maior hospital de Brasília, dava expediente na ONG de Weslian. Além disso, um decreto de Joaquim Roriz deu exclusividade para o instituto Integra capacitar cães-guia.

O processo no TCDF se arrasta desde 2006 porque dirigentes da Codeplan não compareceram às audiências. No período, a Codeplan também foi presidida pelo atual governador, Rogério Rosso (PMDB). Aliado de Weslian, ele não prestou as informações pedidas pelo tribunal.

OUTRO LADO

Weslian Roriz não se manifestou sobre as irregularidades identificadas pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal na ONG Integra.

A Folha encaminhou na quinta-feira uma lista de perguntas para a assessoria da candidata, mas não obteve resposta.

A presidente do Integra, Lúcia Bittar, também não atendeu às ligações telefônicas da Folha. Segundo funcionários da ONG, ela está em viagem para o exterior.

Aliado de Weslian Roriz e ex-presidente da Codeplan, o governador Rogério Rosso (PMDB) afirmou que não poderia responder sobre irregularidades encontradas em governos anteriores ao seu.

Por meio da assessoria, Rosso afirmou que não prestou informações ao Tribunal de Contas do DF, quando era da Codeplan, porque o órgão estava subordinado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano do DF, e os contratos de informática não eram mais de sua responsabilidade.





Weslian quer censurar Youtube

8 10 2010

Considerada a grande piada do 1º turno, motivo de chacota e razão de vergonha para os que moram no DF, ainda assim a Weslian não se dá por vencida. É a velha história: sempre é possível ser um pouco mais ridícula. Acostumada a tratar com as mucamas da fazenda, habituada a mandar nas pessoas como quem manda em seus animais domésticos e bichinhos de estimação, Weslian agora quer tirar do Youtube os vídeos sobre o seu pífio desempenho nas entrevistas e debates do 1º turno.
Só falta a Justiça local aceitar…

Vale a pena conferir a laranja em seu desempenho:





GDF a serviço de Weslian

8 10 2010

O modo mais nefasto, pilantra e criminoso de fazer política, de colocar a máquina do governo em favor de uma candidatura está sendo posto em prática, mais uma vez, aqui no DF por esta figura esdrúxula, politicamente inútil e eticamente deplorável que é Rogério Rosso – supostamente governador do DF. Ele está trabalhando e determinando que todos, eu disse TODOS no GDF trabalhem em favor da candidatura da Weslian.
Mas o que esta figura menor da política local não sabe, é que o DF está cansado da pilantragem, da esperteza e da vilania que o grupo político ao qual ele é ligado tem como norma de conduta.

Diretor da Regional de Ensino do Plano Piloto denuncia assédio moral

O diretor da Regional de Ensino do Plano Piloto, Fábio Pereira, pediu exoneração do cargo e denunciará ao Ministério Público a prática de assédio moral na Secretaria de Educação. Fábio comunicou a decisão durante reunião pedagógica com os diretores de escola na manhã desta sexta-feira,8, e disparou: foi pressionado pelo secretário de Educação a demitir todos os cargos de confiança que não estivessem engajados na campanha da candidata Weslian ou que fossem militantes do PT. “Para não tomar uma atitude tão sem ética, preferi me demitir”, afirmou.
Segundo ele, na última terça-feira, dia 5, em reunião com os diretores de regionais de ensino, o secretário de Educação, Sinval Lucas, ordenou que todos dedicassem meio expediente do seu horário de trabalho para fazer campanha para Weslian. O secretário teria dito também que todos os cargos de confiança da Regional e das escolas deveriam fazer o mesmo, ou seja, usar o horário de trabalho para trabalhar em campanha. “Nós já temos carências de pessoal, como podemos aceitar impassíveis a esse tipo de ordem?”, questiona ele.
A denúncia de assédio moral indignou as diretoras e diretores de escola presentes ao encontro pedagógico, que aconteceu no teatro da Escola Parque 308 Sul. Natércia Ribeiro, diretora do Centro de Ensino Fundamental da 214 Sul considerou a atitude do secretário uma falta de respeito com a educação da cidade. “Sou diretora de escola há 18 anos e em respeito aos alunos das escolas públicas não podemos aceitar um uso político do Estado como pretende a Secretaria”, afirmou. Ela lembrou que os diretores são eleitos e não devem temer denunciar este tipo de pressão.
Para a diretora da Escola Classe 304 Norte, Roberta Callaça, “estão subestimando a inteligência dos dirigentes de escola e de toda a comunidade escolar”. “Além de segurarmos as mazelas da educação no DF, ainda temos que assistir a uma pessoa ser pressionada descaradamente a dedicar um período de seu tempo de trabalho para fazer campanha? É lamentável”, afirmou ela.
O Sindicato dos Professores no DF considera um exemplo a atitude do professor Fábio e condena todo e qualquer uso político da Educação. Temos informação de que os diretores regionais de Taguatinga, Gama e Samambaia também entregarão seus cargos. Mas são 14 regionais de ensino e realmente o Ministério Público precisa ficar atento para evitar a arregimentação de servidores públicos para trabalho eleitoral.

E agora… o que fará o Ministério Público? O que fará a Justiça Eleitoral?





DF: Boca de urna confirma vitória de Agnelo

3 10 2010

Boca de urna realizada pela Exata OP aponta vitória de Agnelo Queiroz, do PT, no 1º turno.
Mais detalhes em instantes.