A direita quer ‘matar’ Bolsonaro

4 04 2011

Na blogosfera, tudo é possível.
Mas hoje percebi pelo twitter que algumas pessoas conseguem se superar no surrealismo de suas paranóias.
A linha de raciocínio de uma que se assume como sendo da direita inteligente (sic) começou a atacar em mensagens seguidas a postura de Bolsonaro. Não por não concordar com ele, mas por entender que as entrevistas do deputado federal pelo Rio de Janeiro estavam desviando o foco que a direita deveria centrar que é a história do suposto mensalão do PT. Veja bem: não se fala do mensalão do PSDB, nem do Demo, nem da Yeda e nem de quem quer que seja.
Percebe-se, assim, de modo insofismável que a direita montou uma estratégia de requentar informações e desta forma manter o assunto na ordem do dia. Mas a estratégia revelou-se frágil para fazer frente, na blogosfera, aos episódios envolvendo Bolsonaro.
Esta é a razão do ódio do povo da direita ques e asusme como inteligente (sic): Bolsonaro atrapalha a estratégia. Chegaram a tal ponto de dizer que ele estava a serviço da…. esquerda.
Por ter dado com os burros na água com sua estratégia, é bem capaz desta direita que se vangloria de ser inteligente, acabar culpando Bolsonaro pela absolvição do pessoal do mensalão pelo STF – e não a absoluta falta de provas e a fragiliade das acusações que parte, em sua maioria, de suposições e achismo. Algo que qualquer estudante de Direito, mesmo de uma faculdade privada, sabe que não tem qualquer valor jurídico.





Sobre mensalões e os venais da imprensa

3 04 2011

Por qual razão a mídia golpista está requentando o assunto mensalão?
Por uma razão simples: se o STF não for constrangido e achincalhado pela mídia e for julgar apenas pelos autos e as provas já colhidas, poucos serão os condenados. Esta é a opinião de advogados, de pessoas que, sem a paixão política que o caso gera, conhecem todo o emaranhado de documentos.
Basta observar que existe uma espécie de ‘escada’: um veículo requenta bombasticamente um tema já surrado e então entra blogueiros, comentaristas e outras doidivanas a tratar de manter em pauta algo que já está morto.
É ridículo ler, por exemplo, no blog do Josias Souza que ele se arvora no páladino da verdade, na quinta-essência da ala das baianas da Opus Dei. A verdade dele é ridícula e só serve para iludir beócios e imbecis de várias classificações.
Joaquim Barbosa, o ministro do STF sob a responsabilidade de quem está a peça acusatória, já se deu conta de que como está, nada se sustenta. Perguntou coisas, quer saber de novidades para a PF. A bem da verdade, há três novidades:
1 – Menção a um filho de Marco Maciel;
2 – O surgimento da filha de Roriz no imbróglio (e onde não há um Roriz envolvido em falcatrua?),
3 – E a extemporânea inclusão de Aécio – totalmente sem pé e nem cabeça.
Mas, em lugar de retratar estas novidades e, portanto, mostrar que nada há de novo no que diz respeito ao suposto mensalão, a revista Época e os cães que ladram e as viúvas que se lamentam da perda do País que era só deles, revista e jornalistas estão colocando, de forma irresponsável, como sendo ‘novidade’, algo que já foi divulgado anteriormente.
Lá estão as três bombas – que de tão ridículas, vão jogando cada vez mais no descrédito a imprensa oficial da oposição:
1 – O caso do segurança pessoal do ex-presidente Lula.
Este assunto foi largamente veiculado pela imprensa em 2006, mormente pelo jornal O Estado de São Paulo.
2 – O suposto envolvimento de assessores do Ministro Pimentel.
Quando o assunto veio a tona, o hoje ministro demitiu todos os assessores que então trabalhavam com ele.
3 – O custeio da posse de Lula.
Algo que já foi admitido e assumido por Delúbio Soares, ex-Tesoureiro do PT.

De envergonhar

Ou seja: nada há de novo e o que poderia ser novidade, foi ignorado.
Está em curso uma cruzada para chantagear ministros, para submetê-los ao ridículo – para que abandonem a condição e magistrados e passem a ser condicionados pela opinião pública.
Tenho dito e volto a repetir: ao se reduzir a serviçal da mídia, a oposição brasileira se destruiu, sem nenhuma capacidade de articulação e interlocução com a sociedade. A oposição política pensou que o Brasil ainda era dominado e condicionado pela mídia. É ruim, muito ruim, para o Brasil que ele não tenha uma oposição com capacidade de pensar, de entender o que se passa no Brasil. A oposição perdeu o discurso político ao assumir o discurso de rancor e ódio imposto pela mídia.
A mídia, cega em sua cruzada messiânica, não se deu conta ainda de sua dissociação com o Brasil real e com os brasileiros. Incrível como este segmento não percebe a queda na venda de exemplares, a redução da audiência…
Esta pressão, esta chantagem a mídia faz e obtém algum êxito porque ela sabe que hoje só quem a lê, escuta, acompanha e leva a sério é uma elite pestilenta e enojante. Esta minoria é onde os magistrados também se movimentam, razão pela qual, de uma hora para outra, a mídia voltou a requentar matérias – dando ares de bombástica a uma informação que já foi veiculada anteriormente.

O verdadeiro mensalão

Mas se a mídia e a elite estiverem realmente interessados em algo escabroso e que tem muitas provas, basta se debruçar sobre o Mensalão Tucano de Minas, de 1998; a Lista de Furnas de 2002; os escândalos do Governo Yeda no RS (inclusive com mortes nunca elucidadas) e o Mensalão do Dem no DF – que, conforme Arruda disse em entrevista para a Veja, encheu de dinheiro o bolso de demos, tucanos e assemelhados.





Agnelo tem o desafio de tirar o GDF do mar de lama

2 04 2011

A Caixa de Pandora, tal qual na mitologia, depois de aberta pela Polícia Federal como parte de uma operação, está revelando toda a podridão que tomou conta da política no DF – depois de janeiro de 1999, quando a Capital de todos os brasileiros foi governada por Roriz durante oito anos, Arruda três, Wilson Lima alguns dias e Rogério Rosso poucos meses.
Mas, ao contrário do legado grego, é preciso mantê-la aberta. Tenho para mim, que depois de todas as revelações, há de sobrevir a esperança. Não é possível que nós, brasiliense, não tenhamos razões de continuar acreditando em um novo tempo.
Estive ontem à tarde em um evento no Buriti. Não tive estômago para ficar mais do que meia hora no local.
Confesso que fiquei enojado vendo figuras que se locupletaram nos governos podres que transformaram Brasília em sinônimo de lama e corrupção andando com perversa desenvoltura pelos corredores de um Palácio hoje ocupado por um governo que deveria portar-se unicamente pelo padrão ético. E o que mais me apavorou foi ver como algumas pessoas são facilmente seduzidas pelas amplas ramificações da bandidagem.
Estes últimos 12 anos serviram para enraizar uma cultura de podridão entre a classe política que certamente vai acabar atingindo muitos dos que usam discursos de moralidade. Que a sociedade faça uma limpa, mas é vergonhoso como o eleitor é manipulável, como ele aceita trocar seu voto por uma promessa, por um benefício ou simplesmente por dinheiro.
É ruim que continuem na equipe de Agnelo pessoas que tem sido constantemente acusadas de atos de clara improbidade – mantendo-se sob a ameaça de que, sem espaço, passariam para a oposição. Não entendo como pode o governo Agnelo estar tão capenga em termos de negociação política. Não tem lógica esta ambição e querer construir um governo com 22 dos 24 distritais na sua mão.
Já disse isso e volto a repetir: de que adianta o apoio de Agaciel Maia, por exemplo, se ele na verdade é controlado politicamente por Pedro Passos – seu apoiador e financiador? Nos corredores da Câmara Legislativa fala-se abertamente que o mandato de Agaciel é ‘cuidado’ por Pedro Passos – e ele sabe usá-lo indicando apaniguados seus para a Secretaria de Agricultura, para administrações regionais. Qual a vantagem de contar com o apoio de Benedito Domingos, político que usa a sigla para fazer negócios e beneficiar familiares? Estes são apenas dois casos, mas poderíamos aqui discorrer sobre como a casa legislativa do DF tem prazer em chafurdar na lama.

Mais escândalos

A cada nova semana, um festival de denúncias.
A cada dia que passa, mas podridão vem à tona.
Segundo um velho conhecido da Receita Federal, já aposentado, os desvios no DF seriam superiores a R$ 30 bilhões – entre subornos, corrupção, desvios, aumento de gabaritos de prédios, remissão fiscal e tributária, tráfico de influência, etc.
E que o meio mais seguro para lavar este dinheiro é através de fazendas com criação de gado, lojas em shopping (consta que um ex-secretário dos governos Roriz e Arruda é dono de 10 lojas em um só shopping no DF, todas elas em nomes de laranjas), aquisição de imóveis e carros através de consórcios.
Talvez isto explique porque no DF está o metro quadrado construído mais caro do País – havendo apartamentos que são vendidos por R$ 14 mil o metro quadrado. Sempre tive curiosidade em saber se a desculpa de que o terreno encarece a construção poderia justificar tal absurdo. Ao encontrar um engenheiro/empreendedor, divaguei sobre valores e cheguei a conclusão de que o que encare a construção civil do DF são os chamados sócios ocultos.
A coisa funciona mais ou menos assim: alguém entra com um projeto numa administração regional ou órgão do GDF. Para o documento andar, começam a ser feitas concessões. Para quem não sabe, cada administração regional é nicho comandado e controlado por um distrital. Assim, para que o documento seja liberado e a autorização para a obra saia, o empreendedor é obrigado a dar apartamentos que são escriturados em nome de laranjas, ou igrejas, ou empresas…

Hora de dar um basta!

Terá Agnelo coragem e força para dar quebrar esta cadeia?
É difícil saber, porque a corrupção acabou empoderando pessoas que hoje detém mandatos parlamentares. E foi de atl forma letal que acabou seduzindo até mesmo deputados e políticos do próprio partido do Governador. Para romper todo este esquema, apenas com transparência e sem passar a mão na cabeça de aliados. Existe uma engrenagem carcomida, com dentes podres e alavancas invisíveis, entraves com vida própria.
A saída do Secretário de Desenvolvimento Econômico dá bem uma dimensão do poder desta máfia. O mesmo acontece em áreas como da Agricultura, Terracap, Saúde, Obras, Transporte, Educação, Tecnologia… Sei de histórias escabrosas que são contadas por pessoas que descobrem fatos e percebem que o comando destas estruturas corrompidas continuam nas mesmas mãos que estavam nos últimos anos, a mostrar o quanto esta rede de proteção criminosa detém de poder.





Sobre criminosos e heróis

13 05 2010

Desde o surgimento das ‘denúncias’ do ex-delegado Durval Barbosa sempre deixei bem claro, que por detrás da revelação do esquema do Arruda estavam as digitais de Roriz, um político que se esmerou na arte de trair aliados, fazendo-os sangrar de modo vexatório em público. Que o digam Valmir Campelo e Abadia em 94, Gim em 2002 e a mesma Abadia (que parece não ter aprendido) em 2006.

Cabe resgatar que no Jornal Passe Livre nº 399 – circulou na semana de 12 a 19 de novembro de 2009 – o título de capa era uma pergunta: Roriz e Arruda: qual o pior? E já na abertura do comentário, estava explicitado de forma clara: “Talvez nem seja preciso perguntar, porque a realidade mostra que não há entre os dois ‘diferenças’. Os dois transformaram o GDF num balcão de negócios, manipulando a Câmara Legislativa, negociando com o Tribunal de Contas (onde construíram base de apoio), contando com a conivência da mídia mediante sistemática injeção de recursos – com uma oposição enfraquecida e dividida, sem conseguir estruturar um discurso único, até porque muitos dos chamados ‘oposicionistas’ têm o hábito de gostar de uma dupla convivência, de um conchavo”. (Se quiser ler a edição toda, acesse em https://passelivreonline.wordpress.com/2009/12/15/passe-livre-edicao-399/)

Somente alguém muito desinformado ou inocente por conveniência não fará a permanente ligação entre Roriz e Arruda, que a despeito dos estremecimentos pontuais e dos ódios e das mágoas recíprocas, sempre tiveram consciência de que um precisa do outro para sobreviver politicamente. A eleição de Roriz no 2º turno de 1998 passa pelo apoio ostensivo que ele recebeu de Arruda, da mesma forma que em 2002.

Quem quiser negar a realidade, que reclame e esperneie. Mas Roriz sempre foi devedor de Arruda, na mewdida em que possibilitava ao que destruiu a qualidade de vida dos moradores de Brasília angariar votos nas regiões mais politizadas, como Plano Piloto, lagos Sul e Norte, Guará e Cruzeiro. Foi a migração dos votos no 2º turno de 98 que deram a vitória para Roriz – contra todas as previsões e prognósticos, inclusive de boca de urna. Roriz ganhou graças ao trabalho de Arruda e Augusto Carvalho no 2º turno…

É preciso ser cego ou estupidamente comprometido com a desinformação esquecer que Durval Barbosa sempre foi homem de confiança de Roriz e que sua fama de xeretar a vida alheia fazia parte de sua trajetória como Delegado de Polícia.

Tenho para mim, e explicitei isto no Jornal Passe Livre, que não foi a corrupção do Governo Arruda que derrubou o seu governo – porque esta corrupção endêmica se tornou prática política e administrativa desde janeiro de 1999 – mas o anseio do ex-governador Roriz de voltar ao poder, algo que seria inviável com a manutenção no páreo de um Arruda no auge de sua popularidade, ávio por cada vez controlar e manipular novos partidos (fazendo-os funcionar como correias de transmissão do seu projeto de poder) e tendo feito uma administração marcada por obras – nem todas prioritárias, com a visível opção por privilegiar os corruptos do setor imobiliário. Ao perder o apoio do PMDB, Roriz resolveu abrir sua caixa de maldades.

Foi o Jornal Passe Livre-especial, edição 402 que circulou de 27 a 30 de novembro, quem pela primeira vez revelou que a divulgação dos vídeos pelo ‘Durval’ não teve nenhum gesto nobre, mas apenas uma ação política de Roriz para tirar alguém do seu caminho. E como forma de se vingar do que lhe havia aprontado o PMDB com a negativa da legenda. Basta ler: “Há mais de 60 dias, Roriz manifestou a interlocutores na sua casa no Park Way a sua certeza de que Arruda não seria candidato ao Buriti e nem a nenhum cargo em 2010. Era um período no qual ele ainda estava no PMDB e por lá passavam cotidianamente figuras de todos os timbres e calibres, ‘lideranças’ prestes a serem seduzidas por propostas e antigos aliados que, por oportunismo ou instinto de sobrevivência, acorriam a casa do ‘chefe’ na tentativa de ver qual o galho mais seguro no qual poderiam se segurar para continuar levando vantagens da proximidade com o poder, independente de quem seja o governador. A certeza de Roriz era tanta que já naquela época se falava abertamente, no alpendre da casa, da existência de vídeos e de dinheiro.” (Confira a íntegra em https://passelivreonline.wordpress.com/2009/12/15/passe-livre-edicao-402-extra/)

Como já foi bem dito: não há nenhuma possibilidade de acreditar que Durval Barbosa tenha feito todas estas estripulias a revelia do então governador Roriz. Não cabe no entendimento de nenhuma pessoa com o mínimo de capacidade de discernimento que o velho coronel não tivesse percebido que estava sendo lesado em milhões de reais por alguém que tinha a missão de gerir uma área com contratos milionários. Logo ele, conhecido morubixaba que costuma administrar deixando o povo fazer festa, mas tudo sob seu controle…

Vale lembrar de um telefonema trocado entre Arruda, Roriz e Durval, quando tudo teria sido acertado. Estão faltando claramente algumas perguntas, tanto para Durval, quanto para Roriz e Arruda. A começar pelo fato mais singelo: como ele conseguia esconder e justificar aquele tráfego de pessoas, aquele montante de dinheiro – tudo assim, sem gerar suspeitas em Roriz e nos seus ávidos colaboradores?

Tenho muitas dúvidas e algumas convicções bem formadas. Para mim, até provem o contrário, Durval e Roriz atuavam de comum acordo, com a troca permanente de informações – do contrário, como Roriz saberia dos vídeos e do dinheiro? Atuavam e continuam atuando. Se protegiam e continuam se protegendo.

Como tenho certeza de que Roriz e Durval continuam fechados no intuito de se protegerem, o único meio de clarear este fato é se Arruda resolver contar a sua versão da verdade daquele período. É preciso apenas perguntar para o ex-governador Arruda se ele conversou com Roriz alguma vez sobre o esquema de repasse de dinheiro. É algo simples.

Pode ser que Arruda opte por não responder, mas se tiver realmente desejo de melhorar a qualidade da representação política do DF, basta ele responder a esta simples pergunta: Roriz sabia? Conversou com ele? O que ele disse no telefonema?

É importante esclarecer algo simples: quando um criminoso da máfia italiana, por exemplo, resolve entregar os seus parceiros de crimes, ele continua sendo apenas e tão somente um ‘fora da lei’ – arrependido, mas criminoso. A delação pode ajudar a ‘limpar’ uma cidade ou região, mas não apaga sua participação. Este ato não tem nada de ‘generoso’ ou ‘heróico’, mas pode ser muito mais uma tentativa de se proteger da própria estrutura criminosa na qual estava inserido. Não existe ‘bom-mocismo’ numa ação que foi estrategicamente pensada para desviar do foco central. E volto a dizer: não é uma ‘delação’ de alguns pontos, enquanto que protege os verdadeiros chefes, que justifica mudar sua condição de criminoso, e muito menos o livrar da execração pública e dos rigores da lei. O mesmo princípio cabe aqui para Durval: ele pode, com o gesto que praticou a mando de Roriz, ter jogado um pouco de luz sobre o mar de lama e corrupção que tomou conta do DF a partir de janeiro de 1999, mas isto em nada diminui o seu papel de partícipe de uma quadrilha que transformou o GDF num alvo a ser pilhado e saqueado diuturnamente.

Não cabe nenhum tratamento de herói e tenho para mim que a própria imprensa o incensa na tentativa de se proteger, porque também ela tem seus pecados…





Sucesso no carnaval candango

12 02 2010

Arruda na Papuda

Roriz ainda livre por um triz





Sobrinho de Arruda também é presidiário

11 02 2010

Aos poucos, vai ruindo o castelo de areia da corrupção.

Depois da prisão de Arruda, foi a vez Rodrigo Arantes, o sobrinho e secretário particular do chefe – e ninguém denunciou o nepotismo ou quando é caso de quadrilha deixa de ser nepotismo? – entregar-se para a PF.

Muito aguardada é a prisão de Weligton Moraes, secretário de comunicação e homem que comandava, desde o governo Roriz em janeiro de 1999, o sistema de arrecadação que importava no retorno de 40% dos valores veiculados em determinados veículos e empresas de comunicação.





Arruda, agora presidiário

11 02 2010

Para alguém como Arruda que sempre colocou a vaidade pessoal acima de qualquer princípio ético e a busca do poder como único parâmetro existencial, este é um momento todo especial. Afinal, de um relapso fucnionário da Ceb, sempre galgando postos pela bajulação e valendo-se de relações familiares e promessas de facilidades, até o cargo de Governador do DF, ele foi muitas coisas. Agora, recebe a comenda máxima para uma vida sempre pensando-se acima da lei: carregará para sempre o epiteto de ex-presidiário (quando conseguir se livrar da cana, é claro).

Fica a dúvida: quando será a vez de PO ostentar o mesmo título?