Obcurantismo no GDF?

12 02 2011

A despeito do início claudicante, continuo entre aqueles que acreditam que Agnelo poderá completar o seu mandato sem sobressaltos e quem sabe até buscar a reeleição em 2014 – inclusive pela absoluta falta de contendores em condições de colocar em risco o seu favoritismo. Em um cenário bem eclético, poderemos ter em 2014 o Filippelli na disputa (tentando juntar as bandas menos podres do rorizismo podre e do arrudismo entumescido); uma das filhas do ex-governador Roriz (embalada pelo resto); o Toninho do Psol e o próprio Agnelo. Neste cenário, pode-se considerar a fatura liquidada – mesmo que Agnelo continue com um governo fraco, vacilante e marcado por arrogâncias (não dele, mas de quem o cerca).
Tenho o ponto de vista que o obscurantismo é a essência básica e reveladora da incompetência e da arrogância. E cá entre nós, este é um prato cheio nos dias de hoje aqui no DF.
Não sei se o Agnelo sabe e também não se em ele sabendo irá tomar alguma atitude – mas a verdade é que gente por ele guindada à posição para a qual não possui nenhuma competência ou qualificação e chateada com críticas, resolveu se valer do mais torpe mecanismo: ameaças pecuniárias.
O recado foi simples e grosseiro, como é do próprio perfil de quem o fez: ou manda parar de me criticar ou não deixo o GDF apoiar e nem patrocinar e nem ajudar sua emissora. Este é o novo padrão de relação que se pretende estabelecer, muito longe de qualquer nuance ou viés de democracia e de respeito.





O ódio de um Padre

10 10 2010

Impressiona o ódio ferrenho, cego (algum ódio não cega?) e totalmente fora de nexo que é propagada pelas redes sociais, mormente twitter, por alguém que se apresenta como ‘padre’. Trata-se do papel perverso e vergonhoso de um tal Pe. Rodrigo Flaibam (@pe_rodrigo) Ass. de Comunicação da Arquidiocese de Campinas. De modo covarde, vil e desrespeitoso, está usando a sua condição de padreco para atacar Dilma, disseminando mentiras. Tenho dúvidas acerca da formação destes padrecos, porque pelo que dizem, pelo que praticam (pedofilia, inclusive), parece que não apenas não leram a Bíblia como ainda se esmeram em blasfemar contra a Palavra de Deus.
Me pergunto: onde está a CNBB? Me pergunto: o que foi feito da CNBB? Virou um covil de covardes? Virou um antro a proteger os desvios de condutas morais de padres?
Saudades dos tempos nos quais havia na Igreja Católica um contraponto ao obscurantismo e que era representado (o contraponto) pelos padres da chamada Teologia da Libertação.
Ainda bem para a humanidade que um dia existiu Lutero, que, mesmo sendo católico na sua origem, teve a capacidade de libertar o mundo da escuridão e do obscurantismo que sempre nortearam a Igreja Católica.
Aqui no Brasil, é de louvar o papel que a Igreja Universal está fazendo, tendo a coragem de publicamente denunciar o bandiditismo de alguns que se escondem de modo covarde por trás de uma batina ou na condição de supostos ‘pastoires’ – tendo como mestres do pensamento o povo da Opus Dei e da TFP.
Em tempo: sou Luterano. Sou Dilma. Sou Agnelo.