O ódio de um Padre

10 10 2010

Impressiona o ódio ferrenho, cego (algum ódio não cega?) e totalmente fora de nexo que é propagada pelas redes sociais, mormente twitter, por alguém que se apresenta como ‘padre’. Trata-se do papel perverso e vergonhoso de um tal Pe. Rodrigo Flaibam (@pe_rodrigo) Ass. de Comunicação da Arquidiocese de Campinas. De modo covarde, vil e desrespeitoso, está usando a sua condição de padreco para atacar Dilma, disseminando mentiras. Tenho dúvidas acerca da formação destes padrecos, porque pelo que dizem, pelo que praticam (pedofilia, inclusive), parece que não apenas não leram a Bíblia como ainda se esmeram em blasfemar contra a Palavra de Deus.
Me pergunto: onde está a CNBB? Me pergunto: o que foi feito da CNBB? Virou um covil de covardes? Virou um antro a proteger os desvios de condutas morais de padres?
Saudades dos tempos nos quais havia na Igreja Católica um contraponto ao obscurantismo e que era representado (o contraponto) pelos padres da chamada Teologia da Libertação.
Ainda bem para a humanidade que um dia existiu Lutero, que, mesmo sendo católico na sua origem, teve a capacidade de libertar o mundo da escuridão e do obscurantismo que sempre nortearam a Igreja Católica.
Aqui no Brasil, é de louvar o papel que a Igreja Universal está fazendo, tendo a coragem de publicamente denunciar o bandiditismo de alguns que se escondem de modo covarde por trás de uma batina ou na condição de supostos ‘pastoires’ – tendo como mestres do pensamento o povo da Opus Dei e da TFP.
Em tempo: sou Luterano. Sou Dilma. Sou Agnelo.





Alckmin, o chuchu fujão da Opus Dei

29 09 2010

É interessante notar como a Opus Dei – uma facção fascista da Igreja Católica e que se baseia nos princípios que nortearam a ação da ‘Santa Inquisição’ (não deve ter sido apenas por acaso que a Opus Dei tenha sido sistematizada ideologicamente por um espanhol, tendo em conta que o mais ‘famoso’ inquisidor foi Torquemada – conhecido por sua campanha contra os judeus e muçulmanos convertidos da Espanha) – consegue se espalhar, sem ser cobrada pela mídia.
Alguns exemplos patéticos da rede de proteção que a Opus Dei usa para proteger os seus adeptos: Geraldo Alckmin, por exemplo, é destas figuras perversas e que se mantém no poder ainda que destituídas de compromissos com a sociedade. Outro exemplo é o tal de Ives Gandra, subitamente transformado em referencial ético pelos ‘nazi’ do CNJ. Anda de ponta a ponta do País fazendo palestras em Tribunais de Justiça, despejando preconceitos e aleivosias, tudo sob o manto da doutrina da Opus Dei.
Existem outros, como Boris Casoy – mais conhecido pelo passado de caçador de comunista e o presente de preconceituoso contra aqueles que executam tarefas mais humildes dentro da sociedade.
Mas o que poucos sabiam é que ser chamado de chuchu deixa Alckmin com ares de inquisidor, como se naquele momento fosse tomado do ódio de um Torquemada tupiniquim, julgando-se um enviado de Deus pela graça de Josemaría Escrivá.
Quanto tempo vai demorar para que o Brasil se livre destes entulhos obscurantistas assim tão bem personificados no Chuchu?





Alckmin, porta-voz da Opus Dei?

27 08 2010

Confesso: não morro de amores pelo modo paulistano de pensar, agir e reduzir o Brasil aos seus interesses, numa doentia tentativa de nos transformar em escravos do seu pensamento e de suas verdades. São Paulo tem seus fascínios, como por exemplo a excelência da comida servida nas tratorias e cantinas. O que mais?
Mas é inegável que o episódio eleitoral deste ano está revelando algumas realidades estranhas. Me atenho a três delas.
Roberto Requião, seguramente um dos melhores políticos em atividade em nosso País, não cosneguiu ‘fazer’ um sucessor capaz de dar continuidade à sua obra. E agora corre o risco de entregar tudo de mão beijada para um Beto Richa ou Osmar Dias – que são a mesmíssima coisa ou seja: são apenas coisa.
Hélio Costa, uma vez mais, larga como favorito – mas tenho para mim que sua extremada submissão à Globo é responsável por suas derrotas. Minha dúvida é saber quem a Dilma Rousseff vai colocar no Ministério Privado das Organizações Globo, vulgarmente chamado de Ministério das Comunicações? Em Minas, salvo engano, o PT que já foi grande, será o maior derrotado em casod e vitória de Anastasia.
Por fim, o tal do picolé de xuxu.
Mesmo que ele negue, Geraldo Alckmin é o ícone político da Opus Dei – grupo terrorista-teocrático abrigado na estrutura da Igreja Católica. Tanto isto é verdade que ele, Alckmin, homenegou a sua seita no ano do cinquentenário dela (1978) com o nome de uma rua em Pindamonhangaba. A rua se chama Josemaría Escrivá de Balaguer – o criador da seita, que se tornou aceita pela Igreja Católica por contar (a seita) com a proteção do ditador Franco.
Como pode que em pleno séc. XXI, uma sociedade, como a paulista, que se vangloria de ser cosmopolita, mas que deixa um bairro inteiro como o Bixiga transformar-se num cortiço e num prostíbulo com 24 horas de funcionamento, como pode… um fascista assumido e defensor da Opus Dei, que no Brasil teve seu auge e esplendor com a TFP, uma espécie de Opus de segunda linha, virar governador?
Alguém consegue explicar a lógica dos paulistas?





Quem, ainda, quer Serra?

9 08 2010

Confesso estar preocupado. Tenho conversado com amigos, com especialistas e com pessoas dos mais diversos e distintos matizes ideológicos, conceituais e apego a agremiações clubísticas. E me deparo sempre com a mesma informação: por aqui, o Serra não existe!
Pensei tratar-se até mesmo de uma estratégia tipo aquela de sumir com a pessoa para depois fazê-la voltar em sua plenitude, numa volta triunfal. Na verdade, depois me lembrei que esta tinha sido a ideia genial de FHC ao entregar o Brasil mais parecendo um esmoleiro do que um País. FHC sonhou, e por isso também o seu ódio em relação a Lula, com o naufrágio do governo do PT e com a sua volta ao poder – sabe-se até que entre seus mais próximos apoiadores havia alguns monarquistas (como, por sinal, o vice do Serra, que sumiu do cenário depois de impor a Veja a obrigatoriedade de publicar um direito de resposta do PT, também é monarquista). E estes urdiam um desejo: FHC voltaria ao poder e proporia um plebiscito para restaurar a monarquia e o rei seria ele…
Portanto, esta forma de fazer política com o retorno triunfante já tinha dado com os burros na água neste episódio de 2002/2003. Mas o que mais poderia estar urdindo a turma de Serra? Fabricar dossiês, criar, com apoio de segmentos da PF, novas ciladas do tipo dos aloprados? Ou quem sabe repetir o esquema da Lunus, com a Roseana Sarney em 2002? Ou jogar sujo como ele jogou antes de 2002 inclusive com aliados do PSDB?
Estou começando a me convencer de que esta eleição vai deixar o Serra do tamanho que ele é. E também haverá um novo retrato do poder da mídia. E os chamados formadores de opinião poderão observar que a sua capacidade de influenciar o pensamento alheio está muito aquém do que os seus egos insuflados imaginam.
E isto que nem começou o horário eleitoral, quando então sim nãos erá mais possível escondera vinculação de Dilma com Lula. E nem a tal de Sandra Cureau poderá fazer seus histriônicos e circenses espetáculos.
Aí que reside a minha maior dúvida: qual a mágica e a sujeira da qual se valerão para evitar o vexame em nível federal, tendo em vista que em nível estadual, cada qual está fazendo a sua parte e deixando o Serra de lado?
Circulo muito pelas ruas aqui no DF e ainda hoje passei diante do Comitê Central da candidatura impugnada do Roriz: lá estão cartazes e nenhuma menção ao nome do presidente (e olhe que o PSDB faz parte da coligação da turma do Arruda e do Roriz). O mesmo me dizem que acontece em Goiás, em Minas, em Pernambuco, no RS, em SC e até São Paulo…
Indo para os segmentos sociais, os trabalhadores não querem, os catadores de lixo não querem, os servidores públicos não o querem, o sistema financeiro não o quer, a indústria nacional não o quer, os micro e pequenos empresários urbanos querem distância dele, o pessoal da agricultura familiar sabe que ele é inimigo… Ele ficou, pelo visto, com a mídia, a TFP, a Opus Dei,a turma doente da CNA (que defendo o latifúndio mesmo improdutivo, como moeda de especulação e lavagem de dinheiro) sob o comando da Kátia Abreu e os permissionários das rodovias paulistas…
Ou seja: além destes que são contra o Brasil, quem ainda quer Serra?