DF: Suspeitas colocam Expansão do Setor Sudoeste em cheque

4 04 2011

Audiência Pública debate criação de uma nova quadra no Sudoeste
A Câmara Legislativa realiza audiência pública, nesta segunda-feira (4), as 15 h, no auditório da Casa, para debater a “expansão do Sudoeste”, com a criação da nova quadra 500. Um tema que divide opiniões por apresentar supostas irregularidades na criação das 22 edificações residenciais previstas em projeto para a área. A audiência é uma iniciativa do deputado Chico Vigilante (PT), líder do Bloco PT-PRB, contrário à criação da quadra.
A Licença de Instalação concedida à empresa Antares Engenharia para a construção dos 22 prédios, no fim do ano passado, pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) foi suspensa no dia 24 de março, pela Secretária de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semah). Em fevereiro, o Ministério Público do Distrito Federal (MPDFT) havia recomendado ao Ibram que revogasse a licença de instalação da quadra.
De acordo com o MPDFT, a licença foi liberada à empresa no fim do ano passado, no apagar das luzes do governo – tampão de Rogério Rosso. Funcionários do Ibram denunciaram ao Ministério Público irregularidades na concessão da licença entregue. Por exemplo, a avaliação ambiental por técnicos responsáveis não foi feita para que o documento fosse entregue à empresa.
Outra irregularidade, talvez a mais grave, é o fato de a suposta expansão no setor não constar no documento Brasília Revisitada, Decreto 10.829, de 14.10.1987, anexos I e II. No documento não há qualquer previsão de expansão do Sudoeste para uma nova quadra. (Idalina de Castro – Assessora de Comunicação deputado Chico Vigilante/PT)





Zé Alencar – nem santo e nem demônio. Apenas humano

29 03 2011

Eu, a exemplo de milhares de brasileiros, acompanhei a luta estóica de Zé Alencar contra este famigerado câncer que é uma espécie de espada de Dâmocles a brandir e brilhar ameaçadora sobre a cabeça de cada um de nós. Sempre o coloquei em minhas orações, como coloco a todos os que não conheço – mesmo os que são meus inimigos apenas porque discordam dos meus pontos de vista.
Se para alguns o ser humano é o conjunto de suas próprias contradições, Zé Alencar é exemplo dos muitos ‘eus’ que vive em cada um de nós. Para mim, duas lembranças ficarão para sempre emoldurando a imagem do mineiro bonachão e bom de prosa, arraigado em sua fé.
De um lado, o empresário que teve coragem, convencido (segundo o Roberto Jefferson, do PTB, a custa de muito dinheiro) a ser vice de Lula – rompendo assim um estigma cuidadosamente criado pela mídia, colocando sob a imagem de Lula (e do PT) toda sorte de defeitos (alguns reais). Foi a vinda de Zé para ser vice de Lula que possibilitou quebrar uma barreira eleitoral e tornar-se palatável para a classe média.
Este Zé Alencar entra para a história como aquela figura que ajudou a mudar a história política nacional. E além do mais é um exemplo de dignidade, ao não aceitar que o tratamento médico fosse pago pelo governo, sempre bancando-o com a opulência do seu cheque. Quantos teriam a mesma dignidade?
Mas há um outro Zé, menos louvável e que nem por isso deve ser esquecido neste momento de sua morte. Foi o Zé que não aceitou fornecer material para o DNA que poderia determinar a obrigatoriedade dele em reconhecer a paternidade de uma filha supostamente sua gerada de uma relação com uma mulher que trabalhou com enfermeira em um clube em Caratinga. Para defender-se, Zé disse que se tratou de um affair regiamente remunerado – enfatizando em entrevistas que teve vários casos na zona e que não teria como se lembrar de todos.
Foi ridículo e patético escutar e ler esta grande figura reduzir-se a pouco mais do que nada com esta negativa. Para mim, ele é igual a Pelé ao não reconhecer uma filha tida de um relacionamento com uma pessoa humilde – antes da fama, antes do poder, antes de ficar rico.
São as múltiplas facetas, mas acima de tudo a revelação do quanto somos, em verdade, contraditórios e múltiplos. Algo que é superior ao mito e ao idealizado como símbolo e referência.
Descanse em paz, Zé.





Comunicação: o estranho mundo do GDF

29 03 2011

Dizer que há um privilegiamento na divulgação das informações do DF – e falo aqui no fato de que algumas pessoas recebem informações, são mantidas a par de certas coisas que talvez nem devessem ter este acesso – é repisar numa tecla enfadonha e que serve para denunciar o estranho compadrio entre quem chega a um cargo sem ter tido a honestidade profissional de se dizer incapacitada para o exercício do mesmo e quem se beneficia deste ‘trânsito’. Não se trata de ‘fonte’, quando quem serve de ‘fonte’ deveria ser apenas emissor. Trata-se mais de um exemplo de incompetência do que de estratégia de comunicação.
É óvio que o GDF sob o comando de Agnelo – a quem eu defendo por continuar entendendo que a despeito de vacilos e titubeios, por equívocos e trapalhadas, ainda é o único nome que pode fazer um mandato de transição entre a lama e o caos dos últimos 12 anos e um novo tempo que é o anseio maior de todos os brasilienses.
Amanhã, por exemplo, tem a reunião de Agnelo com a CUT-DF – que estava marcada para a semana passada e foi transferida de última hora. Esta, por sinal, é uma reclamação geral: as pautas furadas que são passadas, as informações mambembes que são repassadas e uma indefinição acerca do papel que deve executar dentro deste script. Mas nada é feito. Nada é dito.
Falo de comunicação porque é meu mundo. Falo, pois, do que bem sei e busco pela leitura cotidiana compreendê-la (a comunicação) cada vez mais dentro desta dinâmica de um mundo no qual ‘fazer comunicação’ não é mais botar as mãos na cintura e se julgar acima do bem e do mal – ainda mais quando se faz parte de uma equipe de um governo eleito por um partido como o PT que tem vínculos históricos com a luta pela democratização da informação e contra toda sorte de privilegiamento.





Um pouco de luz para assustar quem vive das trevas

9 03 2011

Nasci no campo e cedo aprendi com meu pai que o meio mais seguro de evitar que as ratazanas não atacassem milhões, arroz, feijão e outros produtos guardados no galpão (paiol) era deixar a luz entrar nestes ambientes. Assim também é com as baratas, que vivem em esgotos e bueiros – basta tirar a tampa e correm desesperadas de um aldo para outro. É de lá que vem a expressão: correndo feito barata tonta.
Foi lembrandod e meu pai que resolvi tomar uma atitude e, pela reação, vejo e pressinto que se trata da mais correta: como os vermes continuam valçendo-se das redes sociais, dos grupos de debates e listas das quais faço parte para continuarem com a disseminação de mentiras e ataques furibundos e ensandecidos, tomei a decisão de passar a publicar tais aleivosias, tais diatribes no blog.
A publicação de um – que pode ser lido no link https://passelivreonline.wordpress.com/2011/03/03/a-direita-e-incansavel-e-burra/ – gerou reações de ameaças, arrogância, ódio e rancor. Mas tenho para mim que colocar estas visões e estes ataques doentios diante da opinião pública, disseminá-las para que mais pessoas saibma o que está sendo ‘distribuído’, é parte do processo de debater estas posições.
Longe de mim debater ou defender esta ou aquela bandeira. O que eu considero fundamental é que as pessoas debatam estes assuntos como parte de um processo dialético, não vociferando aleivosias e destilando e insuflando o ódio. Escrevi, e pode ser pesquisado neste blogue, um texto sobre os riscos de vivermos em um País sem uma oposição séria. Disse, inclusive, que o grande problema do Lula foi o fato de a oposição ter deixado de fazer política e se prestado ao papel de boneco manipulado pela mídia e pelas grandes corporações privadas.
O diacho é que este povo da oposição e seus porta-vozes obscuratistas não aprenderam com as sucessivas surras que levou. Perderam o rumo e o eixo e hoje observam, sem forças, a consolidação do projeto político que teoricamente deveria ter sido implantado pelo PSDB. Tenho para mim que o PT hoje domina o centro da cena política nacional, assumindo uma visão social-democrata – enquanto que a turma do Psdb e as exéquias do Demo e do PPS migram céleres para a extrema direita.
Por esta razão, volto a dizer: faz falta ao Brasil uma oposição política, uma alternativa de poder, um projeto diferenciado. Tanto é verdade a barafunda na qual os tucanos se meteram que a campanha do Serra chegou a usar imagens do Lula e em muitas eleições estaduais – mesmo aquelas vencidas por candidatos da extrema-direita, como no Paraná, SC, SP, MG e outros – os candidatos diziam que tinham boas relações de amizade com o Governo Lula.
Posso ser enfadonho e repetitivo, mas não vou desistir e nem mudar de batida: falta uma oposição política, um projeto alternativo para o País – para que a sociedade tenha como cotejar os dois (ou mais, se for o caso). Mas este projeto não emergirá,a na minha visão, destes grupos que hoje estão postados nem na extrema-direita (Psdb, PPs, Demo, PV e um sem fim de agremiações mais parecendo balcões de negociatas fisiológicas) e nem na extrema-esquerda (Pstu e Psol). E não emergirá porque os dois campos assim antagônicos pautam sua ação muito mais de olho na repercussão junto da mídia do que preocupados em mostrar para a sociedade que existem outras variáveis, outros caminhos.
Em relação aos textos do meu e-mail, volto a repetir e reiterar: eles serão sempre publicados, porque eu sei, afinal de contas nasci no campo e lembro bem de muitas das lidas campeiras, que elas não toleram a luz, nem a claridade.





Governo Agnelo (PT-DF): Equívocos e omissões

31 01 2011

Faz 30 dias que o PT voltou a governar o DF. Mas não é bem o PT, o que temos hoje no comando político da Capital Federal é uma verdadeira salada de fruta que, na minha opinião, mais compromete o partido do que serve de vitrine.
Já foi uma espécie de monstrengo a composição da chapa, unindo rorizistas, arrudistas e toda sorte de corruptos. Vencida a eleição, o que já era ruim, conseguiu ficar ainda pior. No afã de governar sem oposição, Agnelo foi aceitando na ampla aliança o Demo de Arruda, Fraga e Eliana Pedrosa; o PR de uns loucos por dinheiro; o povo do PV sempre louco por cargo.
Houve um loteamento dos cargos das administrações regionais, com verdadeiras obras-primas, onde numa cidade como o Núcleo Bandeirante – o administrador foi indicado por Eliana Pedrosa e também por Fábio Simão. Ou seja…
No Guará, o quadro é patético e vergonhoso também, tendo em vista que a cidade – que foi destruída pelo grupo político de Alírio Neto, distrital do PPS – continua nas mãos destes que acabaram com a qualiadde de vida da comunidade.
Este quadro vai se repetindo em todos os cantos e recantos. Nas empresas públicas onde arrudistas e rorizistas nadam de braçada.
Ou Agnelo assume o comando político do seu governo ou não deverá causar surpresa a ninguém que em pouco tempo9 ecloda uma nova Caixa de Pandora. Os personagens da ‘caixa’ anterior já estão todos de novo em postos de mando e comando.
Pode-se dizer, sem medo de errar, que, hoje, não é o PT quem está mandando e nem governando o DF. Lamentável, mas a mais crua e cruel realidade. Pode vir a governar, mas hoje, dia 31 de janeiro de 2011, ainda não assumiu e nem tomou posse…





Derrotada, mídia opta por disseminar preconceitos

17 11 2010

Causou asco, nojo, espanto e indignação a revelação, em nível nacional, das diatribese sandices vociferadas por um ‘comentarista’ da RBS/SC. Em verdade, não deveria.
Este sujeito, ao qual não se nomina e nem se insere em nenhuma profissão visto que a sua indicação como ‘parte’ de determinada área ou categoria poderia servir como referência desabonadora de outros bons profissionais em verdade não fala sozinho.
Este sujeito, ao qual alguns tentam vincular sua origem (RS) para disseminar o preconceito inverso de que todo gaúcho é preconceituoso, é na realidade semelhante a tantos outros.
A diferença básica está na sua reiterada grosseria – mas que em nada difere do que já foi vomitado pelo Madureira, pelo Jabor, pelo Mainardi, para ficar apenas em alguns casos. Neste caso, todos são condenados, mas a condenação se dá pela sua manifestação de opinião. Não vi nenhum comentário dizendo que Jabor é contra os nordestinos e contra o Lula por ser carioca. Ou que o Mainardi é contra o Lula e os nordestinos por ser paulista. Então não venham dizer que Prates faloiu o que falou por ser gaúcho. Falou porque é imbecil e porque representa um ponto de vista que está na cabeça de comentaristas de vários estados, de várias origens, de várias etnias.
A questão não é o estado onde nasceu, mas o estado (mental) no qual se encontra a cabeça de pessoas capazes de dizerem o que diz um Jabor, um Prates, um Mainardi, uma Cantanhede, um Merval.
Não é coerente que nós, de repente, movidos pelos nossos próprios preconceitos, queiramos jogar fora a água suja do balde sem antes tirarmos a criança de dentro.
Tenho dito e volto a dizer: o Governo Lula/PT foi omisso e se acovardou no enfrentamento desta questão da mídia. Foram oito anos jogados fora, período no qual nem o Governo e nem o Partido do Presidente tiveram a coragem e a ousadia de alterar o eixo da política de comunicação. O que impera dentro da lógica da Secom e na ‘comunicação social’ de empresas como CEF, BB, etc – a única exceção, ainda tímida, é a Petrobrás – é o modo tucano de tratar os veículos. Aos grandes, as benesses de tratamento privilegiado. Aos alternativos e pequenos, migalhas e tratamento desrespeitoso.
A mídia usa estas ‘bocas de aluguel’ porque sabe que o Governo Federal é frouxo e conivente. Certa feita cauosu furor e espanto a afirmação de José Serra de que haviam ‘blogues sujos’ que, segundo ele, eram financiados pelo Governo Federal. Decrépito e demente, como quem fala o que não sabe e nem entende, Serra jamais pode provar nada – ficando assim, mais uma vez comprovada sua dificuldade de manter ligados o ‘tico e o teco’.
Se o Serra não pode provar nada, resta-nos farto material para mostrar que existe sim uma ‘mídia suja’ fartamente bancada pela mídia oficial. Trata-se de algo vergonhoso, basta folhear – quem tiver estômago – alguma edição da Veja. Basta assistir – quem tiver estômago – a Globo ou a Band.
Sinceramente eu não consigo entender como esta cultura tucana se manteve intacta dentro da Secom – e pode-se temer até que continue a vigorar o mesmo tratamento preconceituoso no governo de Dilma. Não há sinais de mudança desta cultura, até porque muitos ‘companheiros e companheiras’ se sentem mais confortáveis com os salamaleques dos grandes veículos do que com o despojamento de quem faz comunicação comunitária, alternativa, independente ou o nome que se queira dar.
A mídia – derrotada pelos Brasil e pelos brasileiros – continua gozando da generosidade das verbas da Secom e do Governo Federal. E, bancada com o dinheiro da sociedadade, continuará a disseminar o preconceito contra o Brasil e os brasileiros que a derrotaram.
O que fomenta que os Jabor, os Prates, as Cantanhede e outros continuem vociferando suas aleivosias, exteriorizando de modo impune e incentivando o preconceito, é a certeza, dos donos dos meios de comunicação, de que lá na Secom o modo tucano de gerir as verbas de publicidade se mantiveram intactas durante os oito anos do Governo Lula/PT.
E apostam que continuará assim no Governo Dilma/PT…





O que a bolinha de papel revelou sobre o Serra…

21 10 2010

Antes de qualquer questionamento: sou contra todas as formas de violência ou de agressão. Por isso mesmo, concordo com a deputada Manuela (PCdoB-RS) ao dizer que não é responsável o líder que diante de uma situação de conflito não busque acalmar os ânimos e, pelo contrário, opte por acirrá-los.
A bem da verdade, ao não ter o povo ao seu lado, Serra está construindo uma atmosfera de ódio. E isto não faz bem para a campanha. E isto não faz bem para o Brasil.
Certa vez li uma frase: quando um livro bate na cabeça de uma pessoa, nem sempre o som de oco vem do livro. No caso do Serra, a percepção que a gente tem, olhando a matéria do SBT, é que a encenação ridícula mostrou algumas verdades:
– Serra não é bom de cabeça!
– POr ter cabeça oca, a bolinha bateu e quico. Nem ela quis ficar perto dele!
– Serra tem reflexos retardados – demorou mais de 15 min para sentir!
– Observando as imagens, veremos que a bolinha atingiu a cabeça do Serra em um local e depois ele passa a mão em outro local.
Assim… imaginemos Serra sendo torturado. Ele contaria tudo. Entregaria tudo – como FHC está prometendo entregar.
Olhando as imagens do Serra, sou obrigado a concluir:
FHC tem razão ao dizer que Serra é desmiolado.
Cá entre nós: eu quero meu papel presidido por alguém que não tenha frescuras e nem chiliques. Eu quero na presidência alguém que tenha a dignidade de não se expor (e expor o país e nem os seus habitantes ao ridículo) atuando como um palhaço de quinta categoria.

Portanto, observem o circo: Serra e a bolinha de papel





E agora (pastor) Malafaia?

16 10 2010

Sou Evangélico. Mais que isso: sou luterano.
Não concordo com muitas das posições que a Igreja na qual estou desde o dia 4 de dezembro de 1958 defende. Não concordo com a postura fascista de alguns de seus membros, como por exemplo um certo deputado de Demo do RS (Onix Lorenzon).
Mas entedno que na parte espiritual, a minha Igreja tem tentado se manter apegada aos três pilares defendidos por Lutero: Só a Graça. Só a Escrita (Bíblia). Só a Fé.
Pois bem!
Eu me questiono acerca da peremptória visão de ‘donos da verdade’ que alguns pastores ditos evangélicos e de alguns padres supostamente católicos usam para interpretar o mundo, julgar as pessoas e definir o que é, na visão deles, a verdade da fé.
Está na hora destas figuras patéticas como o tal do Malafaia e um bando de padres repensarem os seus conceitos, avaliarem o que dizem – porque estão caindo no ridículo.
Neste sentido é de todo pertinente a observação do André Vargas ao tuitar dizendo: “Pela matéria o Aborto da esposa do SERRA foi uma decisão do casal e não por problemas de saúde.”
À justificativa de uma eventual ‘vulnerabilidade’ como justificativa, cabe colocar a opinião da psicóloga Sandra Fernandes que enfatiza: ‘toda mulher (ou casal) que recorre ao aborto o faz numa situação de vulnerabilidade’.
Gostaria muito de escutar aquele padre ridículo que falou aquele monte de asneiras contra a Dilma ter agora a dignidade de vir a público e dizer: errei, sou humano, sou um imbecil e errei.
Onde está aquelçe perverso padreco lá da Paraíba que se vangloria de ser anti-petista porque o PT (e os petistas) são contra a vida?
Esta também deveria ser a atitude do Malafaia, mero mercador da fé, e que precisa se posicionar sobre este assunto. Ou então que vá pros quintos dos infernos com sua falta de caráter.

E a Marina?

Vamos esperar para ver se a Martina vai continuar no muro depois desta revelação.





Marina com os dias contados no PV

8 10 2010

Acostumada com a democracia interna do PT, a ainda senadora Marina Silva está com os dias contadois dentro do PV. Há uma ação nacional daqueles que mandam na sigla no sentido de desidratar o seu papel e o seu espaço. Ela já vem sendo publicamente desautorizada pelos donos do PV que alertam ser ela uma ‘cristã nova’ e portanto sujeita às ordens e determinações dos caciques e donos da sigla.
Os ataquies públicos que sofre da cúpula do partido estão levando Marina a uma relexão acerca do seu futuro político. Nos últimos dias, confidenciou a pessoas próximas que vai repensar o seu caminho – dando-se conta, afinal, que foi apenas usada por alguns fisiológicos que precisaram dos seus préstimos para se fortalecer na vergonhosa barganha por apoio e cargos.
Por conta dos ataques que sofre do próprio partido, Marina também avalia a possibilidade de não mais se manter neutra no 2º turno, vindo a apoiar Dilma Rousseff. Cabe lembrar, ainda, que Marina manteve uma relação muito próxima com os donos do PT no Acre e não deverá ser nenhuma surpresa se ela, no médio prazo, voltar a se filiar ao partido…





A hipocrisia do PV

8 10 2010

Em verdade, o PV é o desaguadouro natural de todo o lixo e a escória da política nacional. Uma espécie de depósito de frustrados, fisiológicos e gente que se pensa mais do que é. Há exceções, pessoas que realmente têm a exata compreensão do que a sigla significa. Mas estes estão fora dos postos de direção, de comando e de ingerência nos destinos da sigla. Os demais.. bom, os demais estão naquela postura de um Gabeira, de um Feldman – são verdes por terem vergonha de serem tucanos… ou serem do Demo…
Então veio Marina, que de verde tem muito pouco – porque na essência sempre foi e continua sendo petista. Tenho para mim, inclusive, que Marina logo-logo voltará ao PT. Se dará conta de que há uma distância ‘amazônica’ entre as suas concepções políticas, suas convicções pessoais e sua vivência ‘petista’, com a pilantragem que norteia a ação do PV.
O PV, cabe sempre lembrar, consegue se moldar e se adaptar às circuntâncias. Houvesse no Brasil um partido nazista e certamente o PV acetaria compor aliança com eles – bastaria que fosse oferecido algum cargo.
Basta olhar a história recente e veremos a verdadeira gelatina ideológica que sustenta o PV – que é Lula, que é Serra, que é Arruda e asism por diante. Neste sentido, foi muito importante o desabafo de Martina revelando que o PV Nacional em verdade quer usar ela e os votos dela – sim, porque as pessoas votaram na Marina, não no PV; como antes votaram em Heloísa Helena e não no PSol – para barganhar cargos no governo. Seja ele quem for.
Com o seu desabafo, Marina reconquista parte da admiração que havia perdido ao aceitar ser candidata por um partido como o PV…