ES: compromisso com o Brasil vence!

1 10 2010

Enquanto Dilma consolida sua liderança em nível nacional e, ao que tudo indica, deve vencer as eleições em 1º turno, lá no Espírito Santo também os candidatos identificados com o governo Lula vencerão – inclusive com as duas vagas para o Senado.
A campanha de Dilma, por sinal, é cpaitaneada pelo senador Magno Malta.
Leia a notícia da mais recente pesquisa – com destaque para o naufrágio da ‘vice’ de Serra em 2002:
01/10/2010 – 12h13
No ES, Ibope aponta vitória de Casagrande no 1º turno
FELIPE LUCHETE
DE SÃO PAULO

O senador Renato Casagrande (PSB), candidato ao governo do Espírito Santo, está 49 pontos à frente do tucano Luiz Paulo Vellozo Lucas, aponta pesquisa Ibope divulgada pela TV Gazeta nesta quinta-feira (30).

Casagrande subiu três pontos percentuais em comparação ao levantamento anterior, no início de setembro, e aparece com 64% das intenções de voto.

Vellozo Lucas também subiu três pontos e tem agora 15%, segundo o instituto.

A ex-deputada estadual Brice Bragato (PSOL) tem 2%. Dr. Gilberto (PRTB) e José Avelar (PCO) aparecem com 1% cada um. Votos brancos e nulos somam 7%, e 10% dos entrevistados disseram estar indecisos.

A pesquisa está registrada no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Estado com o número 15658/2010. O Ibope ouviu 812 eleitores em 33 municípios do Espírito Santo, nos dias 28 e 29 de setembro. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

SENADO

O senador Magno Malta (PR) lidera as intenções de voto para o Senado, com 60%. O vice-governador Ricardo Ferraço (PMDB) tem 55%.

Em terceiro lugar está Rita Camata (PSDB), com 29% das intenções de voto. Os demais candidatos somados têm 14%.

Brancos e nulos somam 5%, enquanto indecisos correspondem a 23%.





Eleições no ES: Magno ultrapassa Ferraço na disputa para o Senado

28 07 2010

Casagrande perde 10% e Magno Malta se estabiliza na liderança da corrida ao Senado

seculodiario.com.br
28/07/2010

Enquanto os principais candidatos se mantêm reticentes em suas estratégias nesse início de campanha, restritos ao afago dos aliados em refugo às trocas de farpas com os adversários, resta às pesquisas eleitorais ocupar os holofotes deixados à mercê pelos políticos.

Ao final deste primeiro mês de campanha, foram divulgadas três pesquisas de diferentes empresas. Os jornais impressos “A Tribuna” e “A Gazeta” contrataram os institutos capixabas Enquet e o Futura, respectivamente, enquanto a Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e o Centro da Indústria do Espírito Santo (Cindes) recorreram ao Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope), sediado em São Paulo.

Realizado mais recentemente, entre os últimos dias 22 e 25, a pesquisa do Ibope atualiza as intenções de votos do eleitorado. Na disputa ao governo estadual, Casagrande secou e caiu para 51%. Considerada a margem de erro, de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado da pesquisa decepciona aqueles mais entusiasmados com uma eleição com roteiro para ser resolvida ainda no primeiro turno.

Por outro lado, a queda do socialista foi acompanhada de uma tímida reação do segundo colocado, com 18%, o tucano Luis Paulo Vellozo Lucas. Comparada às duas pesquisas anteriores, os números do Ibope se acomodam entre os 16,5% da Enquet e os 19.6% da Futura.

Ainda chama atenção na pesquisa estimulada, quando o entrevistado escolhe um dos candidatos apresentados pelo instituto, a variação do eleitorado indeciso ou sem candidato. Se nas pesquisas dos institutos capixabas esse
número chegou no patamar máximo de 20% da Enquet e 16.9% da Futura, o diagnóstico do Ibope aponta uma soma maior, batendo em 27%.

Senado

Apesar das divergências expostas nos números da disputa ao palácio, as mudanças mais visíveis estão na corrida ao Senado. Enquet e Futura tinham, cada qual, seu líder. Magno Malta (PR) estava na dianteira da pesquisa publicada em “A Tribuna” e Ricardo Ferraço (PMDB) se mantinha no primeiro lugar nos números divulgados por “A Gazeta”.

Pelo cenário deste final do mês, o republicano está à frente de Ferraço, em um placar de 53% contra 49%. A briga dos dois candidatos da base de Casagrande é acompanhada por Rita Camata (PSDB), estagnada nos 30%. Embora a distância seja desfavorável à tucana, o número surge como um sinal de freio à queda da parlamentar.

No entanto, antes de pensar em uma recuperação, a candidata deve melhorar a imagem com uma parcela do eleitorado. Rita Camata lidera a pesquisa de rejeição dos candidatos com 27%. O número chega a superar a rejeição do concorrente José Carlos Gratz (PSL), do alto dos seus 22 pontos.

Paulo Hartung

A pesquisa do Ibope também aproveitou para avaliar a gestão do governador Paulo Hartung (PMDB). Além dos números de aprovação e avaliação do governo, o instituto aproveitou para avaliar os setores específicos da administração hartunguista.

Ao todo, foram apresentados oito itens: educação, meio ambiente, transporte público, combate ao desemprego, saúde, arrecadação de impostos/taxas, combate à fome a pobreza e, por último, segurança.

Alvo de críticas pela política carcerária e o aumento recorrente da taxa de homicídios no Espírito Santo, a área de segurança teve o pior resultado. Apenas 20% dos entrevistados classificaram como ótima/boa, frente 80% da
soma de regular e ruim/péssima. O baixo desempenho também foi acompanhado pela área da saúde, com 26% dos eleitores manifestando a satisfação.

Nas perguntas seguintes, os entrevistadores continuaram a abordagem sobre a gestão, mas dessa vez para saber se houve melhorias nessas áreas. Porém, seja na segurança ou na saúde, o que se viu foram resultados pífios. 37% consideram que o governo piorou a atuação na segurança, enquanto 38% consideraram que ela permaneceu igual. Por fim, apenas 24% registraram o desempenho na área como ótimo/bom.

Na avaliação sobre a saúde, a reprovação persiste: 37% consideraram como igual. A mesma porcentagem foi anotada pelos que disseram ter piorado. Restaram ao ótimo/bom” apenas 26%.

Outra avaliação cara ao governador surgiu no combate à corrupação. Embora Paulo Hartung faça questão de repetir nas solenidades que participa a favor da “convergência” e do “novo Espírito Santo”, a retórica parece não ter surtido efeito no eleitorado. Pelo contrário, parte dos entrevistados, 33%, considera que o Estado piorou nesse quesito. O número é seguido dos 38% que acreditam que a questão permanece igual, enquanto apenas 20% reconhecem avanços.

Registro

A pesquisa foi registrada no Tribunal Regional Eleitoral do Estado (TRE-ES) com o número 10613/2010 e no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) pelo número 20616/2010. Foram ouvidos 812 pessoas, todas com idade a partir dos 16 anos e respeitadas as proporções etárias, de sexo e geográficas. Além dos 3% de margem de erro, o grau de confiança é de 95%.