Sinpro: Assembleia na quarta pode deflagrar greve

12 04 2011

Notícia importante para a categoria dos professores, alunos e comunidade escolar:
“Até o momento o Governo do Distrito Federal não apresentou nenhuma proposta diferente daquela que foi rejeitada pela categoria no dia 31 de março. Esperamos que até o dia 13, data da Assembleia tenhamos outro contato por parte do governo que garanta o repasse do reajuste do Fundo Constitucional de 13,83%. Portanto, vamos todos à Assembleia marcada para esta quarta-feira, dia 13 de abril às 9h no estacionamento do Mané Garrincha. Professoras e professores, sua presença é fundamental.” (Sinrpo Notícias)





Situação vence eleição no Sinpro DF

11 06 2010

Nem mesmo o jogo sujo, rasteiro e torpe praticado pela imensa maioria dos membros da Chapa 2 – composta por petistas e rorizistas aliados de Vandercy Camargo e Marcos Pato (hoje trabalhando com a distrital Jaqueline, que é filha de Roriz) – foi suficiente para impedir a vitória da chapa 1 nas eleições do Sinpro-Sindicato dos Professores do DF. A destacar, o crescimento da chapa 3, composta pelo Pstu e o Psol.

O resultado final apresentou a chapa 1 com 52% dos votos; a chapa 2 obteve 31% e a Chapa 3, 16%.

Sobre o modo de fazer campanha do pessoal da Chapa 2, nada deve causar surpresa – afinal de contas, lá estavam reunidos aqueles que sempre trataram de destuir a educação pública no DF e agora queriam destruir também a entidade de luta da categoria – que foi o grande instrumento que os professores tiveram para resistir aos 8 anos de caos e irresponsabilidade  dos governos de Roriz e mais os quatro anos de desgoverno de Arruda.

O povo da chapa 2 – Marcos Pato, Vandercy e a família Roriz e alguns adesistas – queria assumir a entidade construída pelos trabalhadores com o intuito de ter o controle de uma ‘máquina’ que impediu que tanto Roriz quanto Aruda pudessem destruir completamente a escola pública no DF.





Sinpro DF – vitória da responsabilidade

11 06 2010

Com todos os problemas da madrugada – fato este causado pela decisão da Chapa 2 que, com a abertura das urnas de Ceilândia e de Sobradinho, cidades/áreas onde pensavam conseguir estridente vantagem eleitoral e acabaram sendo surpreendidos pelo trabalho incessante de convencimento realizado pelos militantes e integrante da Chapa 1 – já se encaminha para o final da tarde desta sexta-feira, dia 11, e a apuração ainda não ficou concluída. Mas os resultados, desde a primeira urna apurada, tornam irreversível a vitória da Chapa 1.

Dos quase 28 mil sindicalizados aptos a votar, cerca de 14 mil exerceram o sue direito.

A votação oscila entre 55% e 60% em favor da atual diretoria (representada pela Chapa 1), sendo que a Chapa 2, tem algo como 30% dos votos e o restante se divide entre Chapa 3 e outras ocorrências (brancos/nulos). Esta votação demonstra o acerto do grupo político da Chapa 1 ao não revidar asbaixarias e as agressões que foram uma tônica da Chapa 2 durante todo o processo.





Eleições no Sinpro – confusão na madrugada

11 06 2010

Continua tenso o clima no SinproDF – Sindicatos dos Professores do DF. Depois de dois dias de votação – 9 e 10 – a apuração começou e apresentava uma vantagem praticamente irreversível em favor da chapa 1.  O estopim foi exatamente a diferença – sendo que a Chapa 1 já tinha mais de 60% dos votos, contra cerca de 30% da chapa 2.

Neste momento começou uma tentativa de ‘melar’ a eleição – num enfrentamento onde as acusações só não descambaram em agressões pela intervenção dos seguranças. Até o momento, o clima continua tenso e não há previsão de continuidade da apuração.

Na verdade, desde o princípio da campanha eleitoral era perceptível o clima de radicalização que vinha sendo ‘proposto’ pelos integrantes da Chapa 2 – com a disseminação de mentiras. Trata-se de uma postura de quem, em uma eleição, tem dois objetivos: ou ganha a eleição ou questiona a legitimidade de quem vai vencer e, desta forma, acaba fragilizando a representatividade da futura diretoria e a força política da entidade começa a ficar diluída.

É lamentável, mas tem gente que ainda faz sindicalismo com este nível de leviandade.