Quem será o vice do Serra?

9 06 2010

Para um candidato moribundo, que se arrasta nas pesquisas, empacado no patamar de 36% das intenções de voto, a situação começa a ficar patética. Os nomes sondados para vice, logo tratamd e sair de fininho, alegando outros compromissos, aniversário dos filhos e uma cólica. Na verdade, até mesmo aos aliados, Serra e seu jeito de permanente azedume, trata-se de alguém indigesto.

Percebe-se, a cada dia mais, que o vice dela será por exclusão – tipo: ficou alguém na sala, este será.

A bola da vez está apontando para dois nomes que, destituídos de representatividade política, poderiam aceitar o fardo. Especulam-se os nomes de Álvaro Dias, senador tucano pelo Paraná, que ficou famoso por ter feito um dossiê contra FHC com ajuda de um funcionário seu e depois ter tentado imputar a responsabilidade ao governo, e o de Patrícia Amorim – a tucana que preside o Flamengo do Rio, time que mais deve no futebol mundial, algo acima dos R$ 350 milhões.

São dois nomes sob medida para Serra. Será a típica soma do nada com coisa alguma.

O difícil será convencer a turma do Demo que já avisou que quer o posto de vice e só abriria mão em favor de Aécio que, pelo visto, está cada vez mais fechado com Dilma…





Salvemos o Brasil! Ninguém merece o Serra…

7 06 2010

O pior que pode acontecer para Serra e seus tresloucados amigos é a veradde. E ela vai aparecendo. A cada novo dia.

É o que ocorre em relação a esta história fantasiosa do dossiê. O que o Sera e o Itagiba queriam mesmo era plantar, infiltraralguém na estrutura da Dilma. Não se trata de teoria conspiratória, mas fatos que vão surgindo com o desnudamento de personagens enojantes como o própri Sera, o Itagiba e este Onézimo.

Coloquei no meu comentário no Jornal Passe Livre desta semana (edição 435) que o mais estranhável em tudo isto é alguém ainda acreditar no Serra. Trata-se de uma pessoa doente, que mente sobre tudo que faz. E logo me lembrei também daquela tiradinha dele ao pré-convidar o Arruda para ser o seu vice (você vota num careca e leva dois). Poderíamos dizer por exemplo: você vota em um corrupto e leva dois; você vota em um mentiroso e leva dois.

Os métodos perversos e doentios do Serra estão, inclusive, afastando todos os pretensos candidatos a vice – porque a pessoa já sabe que vai ser menos do que um boneco decorativo.

Se ainda resta alguma dúvida sobre a tentativa de infiltrar alguém na campanha da Dilma, a reportagem a seguir revela quem são os personagens.

domingo, 6 de junho de 2010
Confirmado: Onézimo integrou aparato de arapongagem de José Serra no Ministério da Saúde

O infiltrado

As relações do ex-delegado Onézimo das Graças Souza, fonte da revista Veja, são mais próximas de José Serra (PSDB/SP) do que se imaginava.

E fica cada vez mais claro que houve tentativa de infiltrar na campanha de Dilma, num primeiro instante. Não conseguindo, resolveram apenas produzir um encontro público que desse margem à versão da encomenda do suposto dossiê.

A fabulosa máquina de espionagem de José Serra no Ministério da Saúde

É preciso voltar ao tempo, no fim da década 90, no governo FHC, quando José Serra era ministro da Saúde, para encontrar os primórdios das relações de José Serra como o ex-delegado Onézimo.

Marcelo Itagiba, ex-chefe do Centro de Inteligência da PF, foi chamado e aceitou integrar a assessoria de José Serra no ministério da Saúde, para montar um aparato de inteligência.

Oficialmente a função seria combater fraudes. Extra-oficialmente, o que se comenta como certo, em todos os meios políticos e jornalísticos de Brasília, é que funcionou como um serviço de arapongagem aos adversários políticos.

A escolha de Itagiba não foi por acaso. Como ex-chefe do Centro de Inteligência da PF, ele tinha conhecimento dos grampos legais da PF a serviço do governo. Tinha acesso a tudo o que se conversava pelos telefones grampeados na PF, desde traições políticas, corrupção, propinas, subornos, casos extra-conjugais, estado de saúde de políticos. Até bizarrices constrangedoras, que um grampeado cometesse o deslize de falar ao telefone, estava ao alcance do Centro de Inteligência da PF.

Além disso, Itagiba fazia parte do núcleo de confiança de Serra, a quem tentou indicar como chefe da Polícia Federal. Era até casado com uma prima do tucano Andrea Matarazzo, muito ligado à Serra.

No aparato de espionagem a adversários, montado no Ministério da Saúde, junto com Itagiba, havia outros delegados da PF, entre eles Onézimo das Graças Souza.

Quando pipocaram denúncias de que esse dispositivo de arapongagem estava colocando a máquina pública para investigr ilegamente adversários, Serra desmontou tudo, pois o caso caminhava para virar um Watergate, com denúncias na área criminal.

Mas, ao que tudo indica a arapongagem não parou, foi apenas terceirizada. Em vez de um órgão com funcionários públicos, Serra, autorizou a contratação por R$ 1,8 milhão (dinheiro da época) da empresa carioca Fence Consultoria Empresarial, especialista em detectar escutas clandestinas.

O dono da Fence era Enio Gomes Fontenelle, um ex-coronel do Exército que por muitos anos trabalhou no extinto Serviço Nacional de Informação (SNI), órgão de investigação oficial durante a ditadura militar. Ex-chefe da área de comunicações do SNI, Fontenelle era um dos maiores especialistas em espionagem eletrônica.

O trabalho oficial da empresa era rastrear a existência de grampos ou emissores de rádio clandestinos. Mas estranhamente, Fontenelle esteve várias vezes no Ministério da Saúde, onde encontrava-se com Serra, quando ainda era ministro.

Quando houve o caso Lunus, em 2002, o PFL (que quis dar o troco e salvar a candidatura da pré-candidata), havia contratado detetives particulares para descobrir os bastidores da operação. As investigações sobre grampo ilegal na sede da Lunus haviam apontado para uma possibilidade: a empresa Interfort Sistemas de Segurança, de Brasília. Isto porque José Heitor Nunes, gerente da empresa, esteve várias vezes no Maranhão nas semanas que antecederam a invasão da Lunus.

Ex-militar do Exército, Nunes tinha trânsito nos órgãos de informação do governo. Como consultor de segurança, Nunes dava aulas para os arapongas da Polícia Federal e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin).

Durante sua militância empresarial e militar, conheceu Itajiba e o coronel Fontenelle. Era ainda amigo do delegado Onézimo, aquele da revista Veja, que aposentou-se da PF e passou a trabalhar na empresa ControlRisk, especialista em investigações e medidas de segurança.
A Fábrica de dossiês, naquela época, atribuída à arapongagem a serviço de José Serra:

Em 2002, pipocavam denúncias de dossiês contra rivais de Serra. Alguns adversários diretos dentro do PSDB, como Paulo Renato de Souza e Tasso Jereissati. Outros rivais em outros partidos, como Lula, Roseana Sarney, Ciro Gomes, Garotinho. Outros seriam líderes partidários a quem Serra queria o apoio, como o falecido deputado José Carlos Martinez, na época presidente do PTB.

Ciro Gomes, denunciou, naquela época, a existência de uma estrutura de arapongagem, um grupo de 40 pessoas plantado em São Paulo para bisbilhotar a vida dos possíveis adversários do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. Os principais alvos seriam, segundo Ciro, Lula, do PT, e Roseana Sarney, do PFL.

Anthony Garotinho, denunciou que foi procurado por um político do PSDB, a mando do deputado Márcio Fortes (PSDB-RJ, hoje pré-candidato a vice de Gabeira), que pretendia lhe passar um dossiê com denúncias contra Roseana Sarney.

O presidente da Força Sindical, Paulo Pereira da Silva (que foi vice de Ciro em 2002), também afirma ter tido acesso a um dossiê. Ele teria informações que embasariam reportagem de uma revista de circulação nacional.

O presidente do PTB, deputado José Carlos Martinez, que ainda articulava uma aliança com Ciro Gomes, foi fotografado com uma amiga durante uma viagem a Miami. Uma revista de circulação nacional iria publicar a foto. Martinez procurou a direção da empresa e conseguiu evitar a publicação.

Pelas conversas, esses dossiês foram usados nos bastidores, para afastar candidatos de disputarem com Serra. Um deles não funcionou nos bastidores. Resultou na espalhafatosa operação Lunus, diante da ameaça de Serra ficar fora do segundo turno.

(Com informações resgatadas da reportagem da edição de 14/03/2002 do jornal Correio Braziliense, cuja íntegra está no Blog Os amigos da presidente Dilma).





O Serra não se emenda

2 06 2010

Com espaço para falar qualquer besteira na imprensa, o deplorável José Serra cada vez mais dá razãoa um aforisma que meu filho gosta muito de usar: muitas vezes, quando a pessoa abre a boca, ela confirma o idiota que o silêncio dela prenunciava. Isto serve como uma luva para o Serra.

Despencando nas pesquisas, rejeitado pelos brasileiros e em fase de acelerado desespero comportamental, Serra começa a se valer das baixarias para ocupar algum espaço. Ou o que epserar de alguém que tem como paladinos da moralidade e referências éticas figuras como Maluf, FHC, Quércia, Bornhausen, César Maia, Itamar ‘pinga’ Franco, Jarbas Vasconcelos, Efrahim ‘fantasma’ Moraes e outras do porte de Regina Duarte, Ana Maria Braga, Arnaldo Jabour… é uma companhia que não recomenda ninguém a coisa alguma…

Esta de se dizer pré-vítima de um dossiê é típica ação de desespero de quem sabe que a sua máscara caiu faz muito. Serra sempre manteve os mesmos métodos sujos, graças a sua influência num segmento inclusive da PF (fruto dos muitos anos de poder).

Se alguém tiver dúvida sobre os métodos de Sera, que pergunte para Roseana Sarney como foi armado o flagrante do dinheiro em seu comitê…

Em tempo: eis que subitamente o Ibope está só pesquisando preferências clubísticas…





O embusteiro – 1

5 05 2010

Sob qualquer que seja o ângulo que Serra seja ‘olhado’, ele é uma farsa, um embuste, uma mentira. Sua vida pública sempre foi uma verdadeira cruzada em alimentar seu ego e seus serviços sempre foram no sentido de favorecer as elites, o sistema financeiro e a classe patronal.

Não há uma incoerência na vida dele: sempre foi assumidamente contra os trabalhadores. E mais: sempre foi exímio na arte de mentir, de inventar – inclusive o título de economista que ele ‘ostenta’, é pura falsidade ideológica. Mas há coisas mais perversas, como o fato de se adonar das idéias alheias – como no caso de se ‘vender’ como o ‘pai dos genéricos’ (o verdadeiro idealizador e mentor foi Jamil Hadad).

Vamos dissecar um pouco mais desta figura estranha, que na condição de ex-ministro da Saúde (se bem que do governo FHC, quando qualquer nulidade podia virar ministro) o que de melhor fez foi criar a máfia das ambulancias – desbaratada no governo Lula. O seu conselho sobre como não contrair a gripe suína é uma demonstração lapidar de sua inteligência suprema: basta não beijar o porquinho ou não estar perto dele quando ele espirrar.

Mas quem está com Serra, além de FHC – o presidente com a pior avaliação junto ao povo brasileiro? Vamos apontar apenas alguns dos seus aliados, pegando em um primeiro momento quatro estados (podem me mandar os dados de outros estados)

No Rio Grande do Sul, Serra é incensado por ninguém mais e nem menos do que a nefasta Yeda Cruzius – que transformou o RS em sinônimo de roubo, trambicagem e vilania. Até hoje ninguém entendeu a mágica da aquisição de uma mansão nababesca – coincidência ou não, logo depois das eleições. Por falar neste governo símbolo da podridão tucana, até hoje ninguém sabe o que aconteceu com aquele ‘suicida’ ocasional de Brasília – que morreu poucos dias antes de prestar depoimento, onde dissecaria a forma de agir desta organização criminosa que atua no RS e que apóia fortemente o Serra. Ainda em terras gaúchas, o peemedebista Eliseu Padilha também está com ele…

Indo para Santa Catarina, eis que vamos encontrar na linha de frente do apoio ao ‘coisa’ que quer ser presidente a figura nefanda e estranha de Leonel Pavan – o vice que asusmiu o governo e está todo enlameado por favorecimentos e trambicagens diversas. Lembrando que foi o governo tucano de SC quem bancou o comício religioso que Serra fez em Camboriú.

Em São Paulo, a coisa é mais patética. O ‘ético’ tucano, que é assim como o Saci Pererê, a mula sem cabeça, o Negrinho do Pastoreio e o Boi-tatá, tem o apoio de ninguém menos do que Orestes Quércia e Paulo Maluf. Ou seja: só a fina flor da delinquência política, pessoas que por si só representam um Brasil que precisa ser revisitado – não pela Justiça, mas por nós brasileiros.

O quarto Estado que merece uma avaliação preliminar é o RJ. Quem apóia Serra por lá? César Maia e Gabeira. São figuras exóticas que apenas num estado onde a ireverência tem mais valor que o ético teriam como vicejar. Vai ser engraçado o Serra estar no mesmo palanque do Gabeira, que defende a liberação das drogas e é um fervoroso defensor da união e matrimônio entre pessoas do mesmo sexo. Como ficará o Católico, simpatizante da Opus Dei e ex-coroinha Serra diante de tais contradições? De César Maia, convenhamos, ninguém precisa falar…

Os próximos posts abordarão outros aspectos relativos e relacionados com esta figura que tenta ser presidente do Brasil. Na sequência também farei abordagens sobre as companhias dele em outras unidades da federação…

Ou seja: só a fina flor da política nacional está com Serra…





Uma campanha cívica…

18 01 2010

Frase sugestiva que anda circulando pela internet e que está virando mania:

Dê uma banana pro Serra e livre o Brasil de um abacaxi.